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entry Oct 4 2006, 10:35 PM
Economia mundial desacelera nos próximos meses, diz OCDE

* por Reuters

A economia mundial continuará a crescer nos próximos 18 meses, mas em um ritmo mais moderado, avaliou nesta quarta-feira o chefe da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

Angel Gurria afirmou que os quatro riscos à perspectiva são os preços do petróleo, os desequilíbrios em conta corrente, o fim da bolha imobiliária e o retorno ao protecionismo comercial.

"As principais economias da OCDE, incluindo países europeus, devem continuar no caminho do crescimento durante os próximos 18 meses, mesmo que esse crescimento seja um pouco mais fraco", disse em um discurso à assembléia parlamentar do Conselho da Europa.

"Os mercados emergentes continuarão a ter excelentes resultados. China e Índia, em particular, continuarão como importante motor do crescimento mundial."

A OCDE, grupo de 30 países com economias de destaque, previu em setembro que o G7 teria crescimento médio de 3% neste ano.


entry Oct 3 2006, 11:33 PM
Para CNI, BC errou na redução da Selic

* por Investnews

O Banco Central deve ter errado no "time" (tempo, em inglês) para começar reduzir a taxa básica de juro (Selic). A avaliação é do gerente-executivo da Unidade de Política Econômica da CNI, Flávio Castelo Branco.

"A inflação abaixo da meta e a atividade econômica com crescimento moderado, enêmico, mostram claramente que a deflação da economia foi forte demais. A taxa de juros poderia ter caído mais cedo e com maior intensidade", diz.

Segundo Castelo, a inflação abaixo da meta não pode ser vista como positiva. "Colocar a inflação abaixo da meta impõe um custo para a sociedade, que é crescer menos", disse. "O Banco central fez uma avaliação muito conservadora para o futuro", acrescentou.

De acordo com a expectativa do relatório de mercado do Banco Central, divulgado ontem, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deve terminar o ano com mais de um ponto percentual abaixo do centro da meta de inflação, de 4,50%.

entry Oct 2 2006, 11:11 PM
Custo de contratar com carteira é 26,8% do salário pago, diz Ipea

* por Invertia

Um estudo do Instituto Nacional de Pesquisas Aplicadas (Ipea) mostrou que a carga tributária que incide sobre os salários no Brasil é quase o dobro da média aplicada em outros países da América Latina. Segundo o instituto, o custo de contratar com carteira assinada é de 26,8% do valor do salário pago.

Segundo a pesquisa, na América Latina e Caribe essa carga é de 15,9% do salário pago.

O objetivo do estudo realizado pesquisadores Gabriel Ulyssea e Maurício Cortez Reis era analisar os impactos dos encargos trabalhistas sobre o mercado de trabalho brasileiro. Segundo os resultados, as reduções nos encargos levariam a uma queda significativa no grau de informalidade no mercado de trabalho do País e contribuiriam para aumentos dos níveis de emprego e de rendimentos.

A pesquisa foi baseada em dados obtidos pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) de 1992 a 2003.

O estudo mostrou ainda que o grau de informalidade no mercado de trabalho brasileiro é um dos mais elevados: em 2004, os trabalhadores sem carteira correspondiam a 42,5% dos assalariados do País, enquanto os trabalhadores sem carteira e por conta própria correspondiam a 49% da força de trabalho.

"Esses fatos têm levado inúmeros analistas a acreditarem que esses encargos podem estar produzindo efeitos negativos sobre o nível de empregos e salários no setor formal, contribuindo para o alto grau de informalidade observado no mercado de trabalho brasileiro", afirma a pesquisa.

entry Oct 1 2006, 10:37 PM
Europeu cobra flexibilidade para que haja acordo na OMC

por Doug Palmer

WASHINGTON (Reuters) - O comissário europeu do Comércio, Peter Mandelson, encerrou na sexta-feira uma discreta visita a Washington sugerindo que ambos os lados mostrem a "flexibilidade" necessária para a retomada das negociações da chamada Rodada Doha da Organização Mundial do Comércio (OMC).

"Enfrentamos um duro desafio de trazer a Rodada Doha para uma conclusão bem-sucedida e no momento certo", disse Mandelson em uma rápida declaração ao final de três dias de reuniões particulares com representantes do Congresso, da iniciativa privada e do governo Bush.

"Espero que esta visita nos dê energia renovada para trabalharmos juntos para fazer (o acordo), mostrando nós mesmos flexibilidade e convencendo outros a fazerem o mesmo", disse Mandelson.

Foi a primeira viagem dele a Washington desde a suspensão da Rodada Doha, ocorrida em julho, em meio a acusações mútuas entre os EUA, a UE e os países em desenvolvimento. A maioria dos especialistas acha que ainda há uma pequena possibilidade de que haja acordo até março do ano que vem.

Depois disso, a rodada pode demorar anos, porque em julho de 2007 expira a autoridade do presidente norte-americano para negociar tratados comerciais sem interferência do Congresso.

Mas Mandelson disse acreditar que o governo Bush esteja disposto a obter um acordo. "E eu também estou", acrescentou.

Um porta-voz da representante comercial dos EUA, Susan Schwab, disse que ela manteve um encontro positivo com Mandelson na quinta-feira, embora não tenham novidades para anunciar.

Bob Stallman, presidente da Federação Americana da Agricultura, disse a jornalistas após reunião com Mandelson na sexta-feira que não viu sinal de solução nas negociações, que tropeçaram na questão agrícola desde seu início, em 2001. "Todo mundo meio que manteve as suas mesmas velhas posições", afirmou.

Mas John Engler, presidente da Associação Nacional da Indústria, saiu mais otimista nesta semana de reuniões com Schwab e Mandelson.

"Não há dúvida de que permanecem diferenças fundamentais nos dois lados do Atlântico e em outros lugares, mas acredito que o impasse possa ser rompido", declarou.

Mandelson manifestou a disposição de oferecer cortes mais profundos nas tarifas agrícolas européias, como querem os EUA, desde que os norte-americanos sejam mais generosos na redução dos subsídios a seus agricultores. Os EUA, por sua vez, se recusam a fazer isso se os seus produtos agrícolas não tiverem mais acesso a outros mercados mundiais.

Para Engler, as negociações vão continuar complicadas enquanto estiverem voltadas quase que exclusivamente para a agricultura.

entry Sep 30 2006, 08:22 PM
Petróleo sobe por cautela antes de final de semana

* por Reuters

Os preços do petróleo fecharam em alta nesta sexta-feira, depois de caírem mais cedo, com operadores intrigados por movimentos da Nigéria e da Venezuela de fazerem pequenos cortes de oferta para impulsionar preços.

O excesso da oferta em meio à desaceleração do crescimento da economia norte-americana manteve os que apostam na alta do mercado cautelosos, mas notícias de que BP fechou um campo no Alasca depois de vazamento de gás ajudaram o preço a subir novamente, disseram operadores.

Produção de petróleo de entre 25 mil e 30 mil barris por dia foi suspensa quando a BP descobriu o vazamento, segundo o porta-voz da empresa Steve Rinehart.

O barril da commodity com entrega em novembro subiu 0,15 dólar nos Estados Unidos, para US$ 62,91 por barril, após uma queda de US$ 0,20 na sessão anterior. Mais cedo o barril chegou a US$ 61,45, depois do alcançar o pico de US$ 64 na quinta-feira.

Em Londres, o petróleo tipo Brent perdeu US$ 0,06, para US$ 62,48.

entry Sep 29 2006, 10:30 PM
PIB alcança R$ 508,7 bi no segundo trimestre, diz IBGE

* por Invertia

O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro somou R$ 508,7 bilhões no segundo trimestre de 2006, comparado a R$ 480,1 bilhões em igual período do ano passado, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira.
Nos primeiros três meses deste ano, o PIB alcançou R$ 478,9 bilhões. No primeiro semestre, o PIB acumulou R$ 987,1 bilhões e, pela ótica da oferta, a agropecuária atingiu R$ 72,9 bilhões, a indústria R$ 352,2 bilhões e os serviços, R$ 501,3 bilhões.

Dentre os componentes do valor adicionado, a agropecuária atingiu R$ 37,9 bilhões, a indústria R$ 184,5 bilhões e os serviços R$ 252,9 bilhões.

A taxa de investimento no segundo trimestre atingiu 20,1% do PIB. Em comparação com os segundos trimestres de anos anteriores, esta foi a maior taxa desde 1997 (20,4%). Já a taxa de poupança (23,2% do PIB), apresentando recuo em relação à do mesmo período do ano anterior (23,9%).

No segundo trimestre a capacidade de financiamento da economia nacional ficou em R$ 3,1 bilhões, ou seja, houve uma redução de R$ 2,8 bilhões em relação ao segundo trimestre de 2005 (R$ 5,9 bilhões). Isso se deveu, sobretudo, à diminuição do saldo externo corrente (R$ 2,8 bilhões) causada pela diminuição do saldo externo de bens e serviços que passou de um superávit de R$ 20,9 bilhões, no segundo trimestre de 2005, para R$ 16,6 bilhões, no mesmo período de 2006. Já a capacidade de financiamento acumulada no semestre alcançou R$ 6,6 bilhões, contra R$ 13,1 bilhões no primeiro semestre de 2005

A renda nacional bruta atingiu R$ 492,4 bilhões no segundo trimestre de 2006, contra R$ 462,5 bilhões no mesmo período de 2005. Já a poupança bruta atingiu R$ 118,3 bilhões em 2006, com um incremento de R$ 3,5 bilhões quando comparada ao segundo trimestre de 2005 (R$ 114,8 bilhões). No primeiro semestre, alcançou R$ 955,8 bilhões e a Poupança Bruta, R$ 224,4 bilhões.

entry Sep 28 2006, 07:33 PM
Economia brasileira é a 66ª mais competitiva, aponta estudo

* por UOLOnline

Lisboa, 26 Set (Lusa) - O Brasil perdeu nove posições e ficou em 66º lugar no ranking dos países mais competitivos do mundo deste ano, elaborado pelo Fórum Econômico Mundial e divulgado nesta terça-feira. Considerando América Latina e Caribe, a economia brasileira ficou em 5º lugar.

Enquanto a Suíça liderou a lista deste ano, Angola, que aparece pela primeira vez no ranking, foi considerado o país de economia menos competitiva, no 125º e último lugar.

A organização, sediada em Genebra, realiza o estudo da competitividade global todos os anos, a partir de dados de domínio público, de resultados de pesquisas de opinião com executivos de todo o mundo e de outras informações de maiores vantagens e desvantagens competitivas de cada país.

Depois de subir três posições, a Suíça roubou o posto dos Estados Unidos e foi o destaque deste ano, seguida pela Finalândia e pela Suécia, que avançou quatro posições em relação ao ano passado e fixou-se no 3º lugar.

Os EUA caíram cinco lugares, passando primeira para a sexta posição. No mesmo sentido, a Alemanha e a França, as duas maiores economias da zona do euro, também perderam competitividade relativa, sendo que a primeira caiu dois lugares, para o 8º, e a segunda perdeu 6 posições, para 18º.

Portugal caiu três lugares nesta edição de 2006-2007, passando para a 34ª posição. A inclusão de Barbados na lista deste ano, que entrou na 31ª posição, e a evolução da Tunísia, que subiu 7 lugares, para o 30º, contribuíram para a piora portuguesa.

Angola, Moçambique e Timor

As posições de Moçambique e do Timor Leste na lista da competitividade global pioraram este ano, influenciadas pela estréia de Burkina Faso, Zâmbia, Mauritânia, Lesoto e Nepal no ranking.

Moçambique passou do 112º para 121º lugar, seguido pelo Timor Leste, que se classificou na 122ª posição, depois de ter ocupado a 113ª na lista do ano passado.

Apesar do último lugar da lista em termos globais, a posição de Angola melhora quando são considerados itens como a qualidade e eficiência das instituições ou a existência de infra-estruturas, passando a ocupar os 111º e 113 lugares, respectivamente.

A eficiência dos mercados, a prontidão tecnológica e a inovação são também critérios nos quais a posição angolana melhora ligeiramente, para o 120ª e 121ª lugares.

A saúde e a educação, tanto a nível primário como superior, são os pontos mais fracos de Angola, segundo o relatório.

entry Sep 27 2006, 09:51 PM
Operações internacionais da Portugal Telecom ficam em risco

* por UOLOnline

Lisboa, 27 Set (Lusa) - A Oferta Pública de Aquisição (OPA) lançada pela Sonaecom coloca em risco os projetos da PT para os negócios internacionais, especialmente na África, mas não anula as "fortes ambições" do grupo de que, este ano, metade do resultado operacional bruto provenha destas operações.

Desde que a Sonaecom lançou a OPA sobre a Portugal Telecom (PT), em 6 de fevereiro, a estratégia de crescimento internacional da operadora de telecomunicações tem sido um dos principais argumentos nas críticas de Paulo e Belmiro de Azevedo.

A Sonaecom tem sido incisiva no que diz respeito à Vivo, joint-venture entre a PT e a espanhola Telefónica, que, apesar de ser líder no setor em que opera, tem perdido parcelas de mercado, mês após mês.

Segundo a empresa de Paulo Azevedo, a geração de caixa da PT em Portugal tem sido consumida na internacionalização (e em particular no Brasil), sem que isso tenha trazido "vantagens competitivas", uma vez que se trata, na maioria, de participações que não garantem à empresa portuguesa o domínio acionista.

A gestão da PT, por sua vez, defende as participações internacionais e tem afirmado, repetidas vezes, "a importância estratégica" destas operações, especialmente no que diz respeito ao Brasil, África e, em menores proporções, Ásia.

A PT garante que África e Brasil são os mercados internacionais onde tem maior potencial de crescimento e recorda que muitas das posições detidas em mercados africanos decorrem da atribuição de licenças pelos Estados (que freqüentemente são acionistas de referência).

Se Sonaecom admite o interesse em "procurar novas aquisições em África" no mercado móvel, já o Brasil não é visto somente como estratégico, mas também como um dos ativos a alienar, caso a OPA avance.

Mas se Paulo Azevedo já deixou bem claro a sua falta de interesse em permanecer na Vivo, Henrique Granadeiro também já disse com todas as letras que a presença na operadora móvel é estratégica, inquestionável, e não está à venda, nem mesmo à Telefónica.

No entanto, fica adiada a intenção de encontrar um parceiro estratégico para o mercado africano, que permita à PT crescer naquele mercado e eventualmente dispersar na bolsa de Johanesburgo o capital de uma empresa que agregasse todas as participações acionistas detidas pela PT naquele continente.

Participações internacionais

No total, são 24 participações internacionais, agrupadas na PT Investimentos Internacionais, que abrangem os mercados brasileiro, africano (Angola, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe, Cabo Verde, Moçambique, Quênia e Marrocos, também em parceria com a Telefónica, cada uma com 32,18% do capital da Médi Télecom), asiático (China, região administrativa especial de Macau e Timor- Leste) e europeu (através da húngara HDH).

A PT tem ainda um acordo de controle de gestão com a Mascom Wireless, do Botswana, cuja participação acionista de 50,01% foi vendida em 2004, e ganhou o concurso (em parceria com a angolana Unitel, de que tem 25%) para a compra de 34%do capital social da Mobile Telecommunications (MTC), na Namíbia.

São poucas as empresas em que a operadora portuguesa tem posição de controle (como a são-tomense CST, com 51%, e a TV Cabo Macau, com 80%).

Segundo os dados divulgados pela PT, as operações internacionais representam quase um terço das receitas totais do grupo e cerca de 70% do total de clientes (somando aproximadamente 32 milhões).

entry Sep 26 2006, 10:04 PM
Relatório mostra que Chile é o mais competitivo da AL

* por Agência EFE

O Chile se consolida como o país mais competitivo da América Latina, região onde se destacam melhoras do México e do Peru, além de quedas da Venezuela e da Argentina, segundo o último relatório do Fórum Econômico Mundial (FEM).

Nesta pesquisa sobre o Índice de Competitividade Global (ICG) para 2006-2007, o Chile ocupa a 27ª posição mundial, acima de economias mais desenvolvidas, como Espanha (28ª) e Itália (42ª).

O primeiro lugar ficou para a Suíça, e os Estados Unidos, que no ano passado lideravam a lista, caíram para a sexta posição.

O Brasil ficou em 66º lugar no ranking de competitividade 2006-2007, após ter caído da 57ª posição.

Atualmente, o Chile tem "instituições sólidas, com um nível de transparência e abertura maior do que a média da UE", e "presença em mercados eficientes e relativamente livres de distorções", disse Augusto López Claros, economista-chefe do FEM.

O economista destaca o importante papel do Estado chileno ao criar um "regime regulador confiável e estável" e um sistema de gestão macroeconômica "extremamente competente", que foi "crucial" na redução da pobreza e na sustentabilidade do crescimento.

Os responsáveis do fórum também reconhecem os esforços do governo para reduzir a dívida publica, assim como os investimentos em infra-estrutura, educação e saúde.

O relatório também destaca a melhora do México, que subiu uma posição no ranking e agora ocupa o 58º lugar, assim como a evolução positiva de outras economias, como as da Costa Rica (53ª), Peru (74ª) e Guatemala (75ª).

O documento destaca as contradições no México, país que mantém as "mesmas fragilidades institucionais" que predominam na América Latina, mas que, no entanto, obtém pontuação alta em saúde pública e educação, em eficiência do mercado de bens, em investimentos estrangeiros e em transferência de tecnologia.

O relatório atribui esta última pontuação aos estreitos laços entre o mercado mexicano e o americano no contexto do Tratado de Livre-Comércio da América do Norte (Nafta).

Segundo o FEM, a falta de instituições sólidas e confiáveis continua sendo um obstáculo significativo em muitos países latino-americanos, especialmente Bolívia (97º), Equador (90º), Guiana (111º), Honduras (93º), Nicarágua (95º) e Paraguai (106º), que tiveram as piores avaliações em matéria de abertura e transparência das instituições.

Estes países "sofrem com direitos de propriedade mal definidos, influências indevidas, operações governamentais ineficientes, assim como um ambiente empresarial instável", afirma o relatório.

"O favoritismo na tomada de decisões do governo, um Poder Judiciário que não é suficientemente independente e altas despesas de segurança associados aos altos níveis de criminalidade e corrupção impedem a comunidade empresarial de competir de forma eficiente", acrescenta.

Como em ocasiões anteriores, o relatório destaca a queda da Venezuela (88ª), que perdeu quatro posições apesar do superávit orçamentário obtido com os altos preços do petróleo.

O relatório constata que o maior obstáculo para a Venezuela é "a qualidade insuficiente das instituições, especialmente no combate à corrupção, aos abusos de poder na tomada de decisões e em reduzir a intervenção do governo".

Apesar dos supostos êxitos da revolução iniciada pelo governo de Hugo Chávez, a Venezuela tem taxas de escolarização "medíocres ou ruins", e uma taxa de mortalidade infantil de 16 em cada 1000 crianças nascidas vivas, igual à da Albânia.

Outro grande retrocesso foi registrado na Argentina, que caiu do 54º lugar para o 69º. O resultado ruim teria sido causado por uma "certa deterioração em diferentes indicadores", além do alto nível da dívida publica e da ineficácia do mercado.

O relatório relembra também a "profunda preocupação" existente na comunidade empresarial argentina com os "direitos de propriedade, a independência do Poder Judiciário, o exagero no uso de recursos públicos e a falta de equilíbrio nas relações do governo com o setor privado".

"Não existe nenhuma razão intrínseca que impeça que a Argentina continue crescendo a uma taxa anual de 6% a 8% no futuro próximo, desde que haja esforços para estabelecer um sólido marco político", disse López Claros.

entry Sep 25 2006, 11:30 PM
Bancos reduzem juros, mas cheque especial continua alto

* por UOLOnline

As taxas de juros cobradas pelos bancos recuaram em agosto, informou nesta segunda-feira o Banco Central (BC).

A taxa média de juros cobrada pelos bancos nos empréstimos concedidos com recursos livres (para aplicação em qualquer item desejado pelo consumidor) caiu 0,4 ponto percentual e ficou em 41,8% ao ano em agosto.

O cheque especial continua como o crédito mais caro do mercado para as pessoas físicas. A taxa média dos bancos ficou em 143,6% em agosto, um leve recuo ante 144,1% em julho.

O spread bancário —a diferença entre a taxa de captação dos bancos e a cobrada dos tomadores de empréstimo— permaneceu em 27,5%.

Para as empresas, o juro médio no mês passado foi de 27,9%, pouco abaixo dos 28,3% em julho.

A taxa de juro média nas operações de desconto de promissórias subiu para 49,3% em agosto, ante 47,8% em julho. Em contrapartida, nos financiamentos para aquisições de bens das empresas, o juro cedeu de 26% para 25,5% no mês passado.

No caso das pessoas físicas, a taxa em agosto ficou em 53,9%, também abaixo do patamar visto em julho, de 54,3%.

Para a aquisição de veículos, o juro no mês passado foi de 32,9%, pouco acima dos 32,6% em julho.

Crédito aumenta
O total de empréstimos em agosto cresceu para um volume correspondente a 32,8% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro. Em agosto de 2005, esse percentual era de 29,8% do PIB, de acordo com o BC.

Conforme o levantamento do Departamento Econômico do BC, o total de empréstimos concedidos atingiu R$ 674,281 bilhões no mês passado, um aumento de 0,8% no mês.

As operações com recursos livres, que representam 68,1% do total, alcançaram 459,5 bilhões de reais em agosto, um avanço de 1,1% no mês.

A taxa de inadimplência, que considera os atrasos de mais de 90 dias, atingiu 5% em agosto, um aumento de 0,2 ponto percentual em relação à julho. No segmento das empresas, essa taxa subiu para 2,5%. No caso das pessoas físicas, a inadimplência ficou em 7,6%

(Com informações da Reuters)

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