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entry Apr 5 2019, 08:50 PM
Rússia e China podem ser únicos vencedores com Brexit

* por Andra Timu
com a colaboração de Viktoria Dendrinou, Nikos Chrysoloras, Piotr Skolimowski, Jana Randow e Joao Lima


(Bloomberg) -- Os únicos países que ganham com a saída antecipada do Reino Unido da União Europeia são os maiores adversários da região, segundo o ministro das Finanças holandês, Wopke Hoekstra.

"Os únicos países beneficiados são a Rússia e a China, e para nós é realmente trágico que a maior potência militar esteja deixando a UE", disse Hoekstra em entrevista nesta sexta-feira, em Bucareste. "Mas é realmente uma tragédia, e é uma má notícia para todos os envolvidos."

O Reino Unido trava uma batalha para encontrar um caminho que possibilite sua saída da UE. A primeira-ministra Theresa May pediu na sexta-feira que a data para deixar o bloco seja adiada até 30 de junho. May começou a negociar com o líder do Partido Trabalhista, Jeremy Corbyn, na tentativa de resolver o impasse depois de seu acordo de retirada ter sido rejeitado três vezes pela Câmara dos Comuns.

Ministros das Finanças da zona do euro reunidos na capital romena disseram que a UE está preparada para uma possível saída do Reino Unido e que estão prontos para restabelecer os controles na fronteira caso não seja possível fechar um acordo.

"Também estamos preparados para um não acordo no campo alfandegário", disse Pierre Moscovici, comissário para Assuntos Econômicos da UE, em conversa com repórteres após a reunião dos ministros das Finanças.

"Estamos prontos para restabelecer os controles, se necessário."

entry Apr 4 2019, 08:50 PM
Carregadores para carro elétrico esperam baterias mais modernas

* por David Stringer
com a colaboração de Elisabeth Behrmann.

(Bloomberg) -- A viabilidade dos veículos elétricos depende em parte de uma fábrica no leste da Austrália, onde armários brancos do tamanho de grandes refrigeradores são carregados para caixas de transporte. Eles estão entre os carregadores de carros elétricos mais avançados já disponíveis, prometendo entregar um tanque recarregado em minutos.

Montadoras de automóveis e empresas de energia estão liderando o lançamento mundial dessas bombas de carregamento ultrarrápido a fim de atrair os motoristas de beberrões de gasolina para veículos movidos a eletricidade. Milhares de estações estão sendo instaladas ao longo de rodovias, em Xangai, na Alemanha e na Califórnia, com capacidade para carregar o suficiente por 32 Km de autonomia em um minuto.

Os veículos elétricos (VE) representarão mais da metade de todas as vendas de carros novos em 2040, de acordo com a Bloomberg, à medida que os preços caem e a duração da bateria e a autonomia aumentam. Para atender a demanda de energia, aproximadamente US$ 50 bilhões de investimentos em equipamentos de recarga são necessários até 2030, de acordo com a McKinsey, Volkswagen, Tesla e Ford.

As empresas automobilísticas estão pressionando os fabricantes de bateria para evitar preocupações por parte dos consumidores de VE de não poderem fazer longas viagens ininterruptas e enfrentarem longas e inconvenientes esperas para recarregar. "Trata-se de repercutir essa decisão de compra na concessionária", disse David Finn, CEO da Tritium, uma fornecedora australiana de carregadores de alta potência para mais de 25 países. "A principal razão pela qual você possui um carro é pela liberdade de fazer o que quiser, sempre que quiser".

Um típico carregador de VE de baixa velocidade oferece cerca de 32 Km de autonomia por hora. "As capacidades de carga dos VEs dobraram em alguns anos", disse a Volkswagen, sediada em Wolfsburg, na Alemanha, por e-mail. "Esperamos que recarga mais rápida em espaços públicos se torne a norma". A rapidez com que os VEs atuais podem recarregar está limitada por fatores como o tamanho da bateria, a voltagem aceita e a corrente do carregador.

Com vendas anuais de VEs chegando a 2 milhões no ano passado, mais ênfase é colocada na construção de uma infraestrutura de recarga pública amplamente disponível, incluindo bombas mais rápidas. Até o final de 2018, havia mais de 630.000 pontos de carregamento públicos instalados no mundo, a maior parte dos quais estava na China, de acordo com a Blommberg. Até 2030, pode haver demanda por mais de 20 milhões de bombas públicas de carregamento de VE, prevê a Agência Internacional de Energia.

Essa é uma boa notícia para fabricantes como a Tritium, que acrescentou uma linha de produção na Califórnia e uma fábrica discreta em Amsterdã para as montadoras testarem futuros modelos elétricos, disse o diretor de tecnologia, James Kennedy. "Estamos usando o frete aéreo, pois os clientes não querem esperar de seis a oito semanas", disse Kennedy ao inspecionar as unidades de alta velocidade já concluídas na linha de montagem em Brisbane.

entry Apr 3 2019, 08:57 PM
GM, Ford e Toyota formam consórcio para alavancar testes com autônomos

* por Reuters | Londres

Três grandes montadoras afirmaram nesta quarta-feira (03) que estão formando um consórcio para ajudar a elaborar padrões de segurança para carros autônomos que poderiam ajudar a criar regulamentações nos Estados Unidos.

A General Motors, a Ford e a Toyota disseram em comunicado que estavam unindo forças com o grupo de engenharia de automóveis SAE Internacional para estabelecer "princípios de orientação de segurança para ajudar a informar desenvolvimento de padrões" para veículos autônomos.

O grupo também "trabalhará para avançar com segurança nos testes, desenvolvimento pré-competitivo e implantação", acrescentaram.

Reguladores nos EUA têm lutado para regulamentar carros autônomos, com outros países observando atentamente para ver como a implementação da tecnologia emergente irá se desenrolar.

O novo grupo, apelidado de Consórcio de Segurança do Veículo Autônomo, começará decidindo prioridades, com foco no compartilhamento de dados, interação de veículos com outros usuários da estrada e diretrizes seguras de teste.

Randy Visintainer, diretor de tecnologia da unidade de Veículos Autônomos da Ford, disse que o objetivo é trabalhar com empresas e governos "para agilizar o desenvolvimento de padrões que podem levar à criação de regras".

entry Apr 2 2019, 08:48 PM
Brexit faz Google mudar serviço de pagamentos do Reino Unido para a Irlanda

* por EFE

Londres, 3 abr (EFE).- O Google confirmou nesta quarta-feira que mudará de Londres para Dublin a gestão dos serviços de pagamento que a empresa oferece na Europa, uma alteração que ocorre devido às incertezas sobre o Brexit, a saída do Reino Unido da União Europeia (UE).

Fontes do Google disseram à Agência Efe que começaram a entrar em contato com os clientes do serviço nesta semana para comunicá-los por escrito sobre as mudanças, que visam manter o sistema de pagamento funcionando normalmente após o Brexit.

Dessa forma, o Google Ireland Limited, filial da empresa americana em Dublin, passa a ser responsável pelas plataformas de pagamento na Europa. Até então, o serviço era gerenciado pelo Google Payment Limited em Londres.

As fontes ouvidas pela Efe afirmaram que a alteração não é temporária e tem como objetivo "garantir a continuidade do negócio" independente do que acontecer com o Brexit. Sendo assim, o Google Pay e o Google Play Payments passam a ser geridos em Dublin.

"Quando isso ocorrer, você poderá continuar consultando as transações anteriores no pay.google.com, mas o Google Ireland Limited será quem processará os pagamentos e as informações, de acordo com o estipulado nas novas condições do serviço", explicou a empresa no comunicado enviado aos clientes.

A mudança ocorre enquanto o governo do Reino Unido segue negociando o Brexit com a UE e com a Câmara dos Comuns. As discordâncias entre a primeira-ministra do país, Theresa May, e os parlamentares britânicos ampliaram os temores de que a saída do bloco ocorra sem um acordo entre as partes.

O Banco Central Irlandês (ICB) autorizou o Google a operar uma empresa de pagamentos no país e na UE em janeiro. Com a permissão, o Google Payment Ireland pode, por exemplo, realizar operações com cartões de crédito e efetuar transferências de dinheiro online.

A empresa também tem autorização de oferecer aos seus clientes análises detalhadas de seus padrões de consumo, com o objetivo de criar planos financeiros e orçamentários personalizados a partir das informações de base de dados.

entry Apr 1 2019, 08:27 PM
Mais da metade dos carros na Noruega são elétricos

* por AFP

Oslo, 1 Abr 2019 (AFP) - Pela primeira vez, o número de carros novos elétricos na Noruega superou os movidos a combustível, segundo uma pesquisa oficial divulgada nesta segunda-feira (1), quando foram abertas as pré-vendas do Tesla Model 3s.

Entre os 18.375 novos veículos registrados em março passado no país europeu, 10.728 (58,4%) eram carros elétricos, de acordo com o OFV, o conselho consultivo para o tráfego rodoviário da Noruega.

Há anos os veículos elétricos são populares no país nórdico, mas esta é a primeira vez que os índices apontam um aumento em relação ao período anterior, quando a média girava entre os 40%.

Esse crescimento sofreu o impacto da abertura dos pedidos de pré-venda do Tesla Model 3, o modelo popular da empresa americana.

"As pessoas estavam querendo o Model 3 há muito tempo, e agora ele está chegando", afirmou à AFP Pal Bruhn, diretor de estatísticas da OFV.

Com o crescimento dos pedidos de novos veículos, a empresa de Elon Musk conquistou em março 30% do mercado de carros novos no país.

Dentro da política de emissão zero de gases poluentes, o governo norueguês estabeleceu que até 2025 terá 100% da frota de carros novos composta por carros elétricos, por isso adotou uma série de regulamentações e subsídios para estimular os motoristas na aquisição de veículos que não agridam o meio ambiente.

Entre os benefícios, os carros elétricos pagam menos impostos do que os carros movidos à gasolina ou diesel, o que tornam seus preços mais atrativos. Além disso, os proprietários desses veículos têm alguns privilégios, como estacionamento gratuito, recarga gratuita em estacionamentos públicos e descontos nos pedágios.

"A Noruega tem toda a razão de estar orgulhosa por quebrar mais um recorde em relação aos carros elétricos (BEV, pela sigla em inglês)", segundo um comunicado assinado por Christina Bu, secretária-geral da Associação Norueguesa de Veículos Elétricos.

"A política sobre o BEV está funcionando tão bem que grande parte dos consumidores está optando por um BEV na hora da compra de um carro novo", acrescentou Christina Bu.

entry Mar 31 2019, 08:49 PM
Caoa negocia com a Ford a fábrica de São Bernardo

* por Forbes
com Reuters

A montadora brasileira Caoa assinou um acordo de confidencialidade para negociar uma potencial compra da fábrica da Ford Motor Co em São Bernardo do Campo, em São Paulo, de acordo com uma fonte familiarizada com a questão. Em fevereiro, a Ford anunciou que iria fechar a fábrica, a mais antiga de sua propriedade no país, em meio a um plano de reestruturação global ao custo de 3 mil empregos. O anúncio provocou uma campanha liderada pelo governador de São Paulo, João Doria, para encontrar um comprador para o local. O interesse da Caoa pela fábrica existe pelo menos desde o mês passado, mas havia até três outras empresas interessadas na compra.

A Ford se recusou a comentar sobre o acordo de confidencialidade. A Caoa não respondeu imediatamente a pedidos de comentários. As negociações não são finais, mas são um sinal de que as duas empresas estão mais próximas de chegar a um acordo, disse a fonte.

A Caoa, que começou como uma cadeia de concessionárias, expandiu-se para a fabricação nos últimos anos, mais recentemente comprando metade de uma fábrica originalmente desenvolvida pela chinesa Chery. A Caoa já é a maior distribuidora da Ford no país.

entry Mar 30 2019, 08:00 PM
China e EUA concluem rodada de negociações comerciais

* por AFP | Washington

Representantes da China e dos Estados Unidos concluíram nesta sexta-feira (29) uma nova rodada de negociações comerciais em Pequim para superar a amarga disputa entre os dois gigantes que mantém a economia global em suspense.

"O representante comercial dos EUA, Robert Lighthtizer, e eu concluímos negociações comerciais construtivas em Pequim. Espero receber o vice-primeiro-ministro chinês, Liu He, para continuar com essas importantes discussões em Washington na semana que vem", escreveu o secretário Tesouro americano, Steven Mnuchin, no Twitter.

Horas mais tarde, o conselheiro econômico da Casa Branca, Larry Kudlow, afirmou que os representantes de Washington e Pequim tinham conquistado "grandes avanços" nesta última rodada de negociações.

Os dois gigantes procuram superar as diferenças. A principal queixa americana é a de que a China usa práticas comerciais desleais, como enormes subsídios a suas empresas e a transferência forçada de tecnologia estrangeira.

Em Washington, o presidente Donald Trump mencionou várias vezes a proximidade de um acordo, mas os negociadores minimizaram a possibilidade de um entendimento iminente.

"As duas partes continuam avançando durante as discussões sinceras e construtivas sobre as negociações e os próximos passos importantes", afirmou a Casa Branca em nota nesta sexta.

Liu será o chefe da delegação chinesa na nova rodada de negociações, que começará em 3 de abril em Washington.

Tarifas ainda ativas
Na quinta, Kudlow disse a repórteres que as negociações podem ser prorrogadas por semanas ou meses, se necessário.

Por sua vez, o Ministério do Comércio da China expressou em nota que há muito trabalho a ser feito antes de um acordo.

Os Estados Unidos e a China impuseram tarifas de US $ 360 bilhões, embora os dois países tenham concordado em uma trégua em dezembro para dar aos negociadores uma oportunidade.

No entanto, Trump sugeriu na semana passada que algumas dessas tarifas poderiam permanecer mesmo no caso de um acordo, para garantir que a China cumprisse sua parte.

"Temos que ver o que acontece e vamos desistir de nossa vantagem", disse Kudlow.

"Isso não significa necessariamente que todas as tarifas serão mantidas, mas algumas delas serão", disse o funcionário à Bloomberg.

A insistência dos Estados Unidos em manter a primeira parte de tarifas de 25% sobre 50 bilhões de dólares em importações chinesas pode ser um empecilho ao acordo.

É difícil prever se a China aceitará um acordo que deixe parte das tarifas ativas, disse o economista Cui Fan, da Universidade de Negócios e Economia de Pequim.

Trump e o presidente chinês, Xi Jinping, concordaram em dezembro com uma trégua e pediram "um acordo que seja alcançado o quanto antes, na direção de uma suspensão mútua de tarifas punitivas aplicadas por ambos os lados", disse Cui.

A China, no entanto, tomou medidas sobre as críticas americanas.

No início de março, o Parlamento chinês repentinamente aprovou uma lei que protege as empresas estrangeiras da necessidade de transferir tecnologia, uma das principais queixas dos Estados Unidos.

Além disso, a China aumentou suas compras de produtos agrícolas americanas, especialmente soja.

Espera-se que grandes compras de produtos dos EUA façam parte do acordo que está sendo negociado para reduzir o gigantesco déficit comercial dos Estados Unidos com a China, que chegou a 419,2 bilhões de dólares no ano passado.

entry Mar 29 2019, 08:40 PM
Lyft desafia Uber com imagem de “bom moço”

* por Forbes
com Reuters

A Lyft tem desafiado sua maior rival Uber durante anos ao cultivar uma imagem de cuidado com seus motoristas, pilotos e com o meio ambiente. Ao estrear no mercado de ações hoje (29), a empresa espera convencer os investidores de que a imagem de “bom moço” será recompensada.

“Nos primeiros dias, as pessoas entenderam mal: ‘Ah, vocês são os caras legais. Vocês vão ser esmagados por um rival mais competitivo’”, disse o presidente e cofundador da Lyft, John Zimmer, à Reuters. “Nós respondemos: ‘Não, somos muito competitivos, mas tratamos bem nossos funcionários, tratamos bem nossos motoristas, tratamos as comunidades locais com as quais trabalhamos com respeito, o que também é muito bom para os negócios’.”

A Lyft superou as expectativas do mercado com sua oferta pública inicial (IPO) ontem (28), levantando US$ 2,34 bilhões e obtendo uma avaliação de US$ 24 bilhões.

Alguns dos ganhos da Lyft são devidos aos problemas do Uber. Esta última ainda está se recuperando de uma série de escândalos em 2017, incluindo alegações de assédio sexual feitas por funcionárias do sexo feminino, a demissão forçada de seu presidente-executivo, a saída de outros executivos sêniores e o uso de software ilícito para enganar reguladores.

A campanha #DeleteUber surgiu nas redes sociais. A publicidade negativa ajudou a Lyft a atrair novos motoristas e clientes sem gastar muito em marketing.

O serviço de transporte por aplicativo, que opera nos Estados Unidos e em algumas cidades canadenses, também impulsionou sua participação de mercado, adicionando mais de 100 novas cidades desde 2017. A empresa tinha como alvo millennials socialmente conscientes que estão preocupados em prejudicar o meio ambiente ao possuir um carro.

“Nós apenas arranhamos a superfície para ajudar a mudar o mundo de um modelo de propriedade de carro para um modelo de transporte como serviço”, disse Logan Green, presidente-executivo da Lyft, que também é cofundador da empresa.

A marca da Lyft como uma alternativa mais cuidadosa ao Uber data do seu lançamento em 2012. Ela pegou emprestadas as estratégias de marketing da Southwest Airlines e da Starbucks, na esperança de se mostrar simpática e centrada no cliente.

entry Mar 28 2019, 09:00 PM
Carrefour Brasil expande parceria com Rappi

* por Forbes
com Reuters

O Carrefour Brasil está expandindo a parceria firmada no começo do ano com a Rappi e vê potencial para a startup colombiana de entregas responder por aproximadamente 30% do total de vendas online da rede varejista no país até o fim deste ano.

Como parte do acordo, que estabelece prioridade comercial para Rappi e Carrefour Brasil nas praças em que ambas operam, o grupo francês abrirá 15 estoques exclusivamente dedicados ao comércio eletrônico dentro de hipermercados, encarregando-se da coleta de mercadorias, enquanto a startup cuidará da entrega.

“Em abril vamos inaugurar a primeira sidestore dentro de hipermercado… Vai ser uma loja em que não entra clientes, é exclusiva para delivery de pedidos feitos pelo nosso e-commerce ou pela Rappi”, disse hoje (28) a presidente do Carrefour eBusiness Brasil, Paula Cardoso, em entrevista à Reuters.

A companhia abrirá as chamadas sidestores em nove cidades brasileiras, sendo quatro só em São Paulo, contou a executiva, sem informar os valores desembolsados em cada unidade. Atualmente, a Rappi já coleta produtos em supermercados e hipermercados de 12 cidades das 149 cidades nas quais o Carrefour opera.

De acordo com Cardoso, a parceria com a Rappi por enquanto contempla apenas os dois formatos da marca Carrefour, mas o grupo varejista não descarta no futuro incluir também sua rede de atacarejo Atacadão, presente em todos os Estados do Brasil.

“Não tem por que não… É só uma questão de foco e prioridade nesse momento”, comentou. Questionada se o Carrefour considerava em suas plataformas digitais a opção de entrega via Rappi, ela disse que essa possibilidade também pode ser estudada mais para a frente.

A aliança entre Carrefour e Rappi surge em um momento em que outras varejistas também se movimentam para ganhar participação no comércio eletrônico e desenvolver soluções dentro do regime conhecido como “última milha”, em que entregas são feitas em poucas horas.

O rival GPA, antes parceiro exclusivo da Rappi, desfez o acordo com a startup colombiana em dezembro e comprou 100% do aplicativo brasileiro James Delivery por valor não revelado, com planos de criar o próprio marketplace alimentar.

“Nosso princípio é entregar de tudo ao cliente, da maneira mais rápida possível, e trabalhamos com o Carrefour para isso. Temos um alinhamento de visão e uma parceria que tem como objetivo crescer e crescer rápido”, disse o diretor da Rappi no Brasil, Eduardo Sodero. “Não tem por que não estarmos com o Carrefour em todas as cidades nas quais estamos presentes.”

A startup já entrega em 15 cidades brasileiras e deve pelo menos dobrar a presença no país até o fim do ano, acrescentou ele. “Temos crescido 30% mês contra mês no Brasil, enquanto o grupo como um todo cresce 20% em outros países”, comentou Sodero.

Além do Brasil, a Rappi também atua na Colômbia, México, Chile, Argentina, Uruguai e Peru.

entry Mar 27 2019, 07:49 PM
Peso argentino derrete em meio a volatilidade externa e inflação elevada

* por AFP

Buenos Aires, 27 Mar 2019 (AFP) - A moeda argentina sofreu uma nova queda nesta quarta-feira, e fechou o dia a 44,92 pesos por dólar, em um contexto de volatilidade nos países emergentes, especialmente exacerbada na Argentina pelas altas taxas de inflação.

Com essa cotação, o peso argentino acumula uma desvalorização de 13,56% ao longo de 2019, após ter perdido 51% em 2018.

Apesar da queda acentuada - que o Banco Central tenta parar por dias com um aumento nas taxas de juros, já acima de 65% ao ano - a moeda argentina está dentro da faixa estabelecida, que permite flutuações entre as margens de 39 e 50 pesos por dólar.

"O dólar hoje subiu em todos os lugares. Há coisas que acontecem que têm a ver com o mundo", disse o presidente Mauricio Macri.

"Hoje temos uma política monetária séria, produzimos quase a mesma quantidade de dólares que precisamos. Se o mundo se desvalorizar em relação ao dólar isso não significa que, por sermos mais sólidos, não vamos desvalorizar", acrescentou o presidente, que tenta se reeleger este ano em meio à crise econômica, com inflação de 3,8% em fevereiro e de 2,9% em janeiro.

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