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entry Apr 15 2019, 07:58 PM
UE aprova regras de direitos autorais mais duras

* por Forbes
com Reuters

O Google terá que pagar a editores por trechos de notícias e o Facebook terá que filtrar conteúdo protegido sob novas regras de direitos autorais destinadas a garantir uma compensação justa de US$ 1 trilhão para as indústrias criativas da União Europeia.

Os governos da UE apoiaram, hoje (12), a iniciativa lançada pela Comissão Europeia há dois anos para proteger as indústrias criativas da Europa, que empregam 11,7 milhões de pessoas do bloco.

“Quando se trata de completar o mercado único digital da Europa, a reforma dos direitos autorais é a peça que faltava no quebra-cabeça”, disse o presidente da Comissão, Jean-Claude Juncker, em um comunicado.

Sob as novas regras, o Google e outras plataformas online terão que assinar contratos de licenciamento com músicos, artistas, autores, editores de notícias e jornalistas para usar seu trabalho.

O Parlamento Europeu deu um sinal verde no mês passado para uma proposta que colocou a indústria criativa da Europa contra empresas de tecnologia, ativistas da internet e grupos de consumidores.

A Wikipedia apagou vários sites europeus em protesto no mês passado, enquanto a mudança foi contestada pela Finlândia, Itália, Luxemburgo, Holanda, Polônia e Suécia.

Mas 19 países, incluindo França e Alemanha, endossaram a revisão, enquanto a Bélgica, a Estônia e a Eslovênia se abstiveram.

Sob o novo regime de propriedade, o YouTube, do Google, o Instagram, o Facebook, e outras plataformas de compartilhamento terão que instalar filtros para impedir que os usuários façam ‘upload’ de materiais protegidos por direitos autorais.

O Google disse que as novas regras prejudicariam as economias criativa e digital da Europa, enquanto os críticos disseram que isso afetaria as empresas menores que não possuíam caixa e não os gigantes da tecnologia.

A Polônia disse que a revisão foi um passo para trás, já que a exigência do filtro pode lançar as bases para a censura.

Julia Reda, parlamentar da UE que havia feito campanha contra as reformas, disse que os críticos podem levar o caso à Justiça, mas isso seria lento e difícil, e que o melhor seria monitorar a implementação justa.

A European Magazine Media Association, a Associação Europeia de Editores de Jornais, o Conselho Europeu de Editoras, a News Media Europe e o grupo de lobby de gravadoras independentes Impala saudaram a decisão.

Os países da UE têm dois anos para transpor a diretiva de direitos autorais para as leis nacionais.

entry Apr 14 2019, 08:46 PM
Alemanha é pressionada por FMI a adotar medidas de estímulo à economia

* por Dow Jones Newswires | Nova York

Com a desaceleração da economia global e sinais de que serão necessárias medidas de incentivo, economistas têm pressionado a Alemanha e outros países que têm condições de prover estímulos mas não estão adotando medidas neste sentido até o momento. Políticas de estímulo à economia estiveram no centro das discussões dos encontros do Fundo Monetário Internacional (FMI), em Washington, Estados Unidos, neste fim de semana. Em seu relatório anual sobre políticas fiscais globais, o FMI destacou a Alemanha, a Coreia do Sul e a Austrália como países onde estímulos fiscais poderiam fazer sentido. No início deste mês, o FMI pediu à Suíça que aumentasse os gastos públicos.

O FMI, apoiado pelos EUA, tem pressionado os alemães e outros países com superávits orçamentários a cortar impostos ou aumentar os gastos a fim de sustentar o crescimento. Países com excedentes orçamentários "certamente deveriam fazer uso disso para investir e participar do desenvolvimento econômico e do crescimento", disse a diretora-gerente do FMI, Christine Lagarde. "Mas não foi feito o suficiente nessa área", acrescentou.

O secretário do Tesouro dos EUA, Steven Mnuchin, afirmou concordar com a posição do FMI em relação a países superavitários, como a Alemanha. Os EUA estão, no momento, com grandes déficits. A ideia por trás do estímulo é que, quando as economias estão fracas, os governos substituem a falta de demanda privada por meio de gastos ou cortes de impostos. Em tempos de intenso estresse, como a crise financeira global de uma década atrás, os economistas concordam que os governos devem fazer todo o possível para impulsionar o crescimento.

Mas o uso de estímulos fiscais em larga escala encontra resistência da Alemanha, que administra uma política econômica conservadora. O ministro das Finanças do país, Olaf Scholz, reagiu às críticas, apontando para o aumento do investimento público, redução de impostos e maior apoio a famílias de baixa renda já feitos pelo governo alemão. "Seria um serviço muito bom se você contar ao resto do mundo que eles (FMI e economistas) estão exigindo algo que já fizemos", disse Scholz a um repórter durante coletiva de imprensa na sexta-feira. As finanças estáveis da Alemanha colocaram o país em uma melhor posição para responder à próxima recessão, segundo o ministro alemão, e os riscos globais atuais não são as finanças da Alemanha, mas sim as decisões "feitas pelo homem", incluindo o Brexit (saída do Reino Unido da União Europeia) e as disputas comerciais.

A Alemanha e a Suíça estão usando excedentes anuais para reduzir suas dívidas e se preparar para as pressões orçamentárias a serem exercidas por futuros aposentados. Se a Alemanha lançasse um grande programa de estímulo, poderia encorajar países deficitários, como França e Itália, a aliviarem medidas voltadas a trazer seus orçamentos de volta ao equilíbrio. As regras europeias estabelecem um teto para déficits de 3% do Produto Interno Bruto (PIB), embora exceções sejam feitas em momentos de estresse. Os EUA não têm esse limite.

A economia alemã, dependente das exportações, contraiu no terceiro trimestre de 2018 e ficou estável no quarto trimestre. Números fracos relacionados ao setor de manufatura sugerem que a atividade econômica do país poderia voltar a cair no primeiro semestre de 2019. O problema poderá afetar a zona do euro, com 19 membros, onde a Alemanha é o maior membro, e se espalhará por países fora do bloco, como a Suíça, que dependem da Europa para exportar. O professor da Universidade de Harvard, Ken Rogoff, explica que a desaceleração econômica da China "atingiu duramente a economia alemã, e há um bom argumento para usar a política fiscal para suavizar o ajuste", observando a baixa dívida pública do país, de menos de 60% do PIB.

A Alemanha tem superávits anuais desde 2014 e espera-se que este quadro se mantenha até 2024, segundo o FMI. As receitas fiscais aumentaram 8% desde 2017, mais rápido do que os gastos sociais, e os alemães que trabalham hoje pagam o segundo maior nível de imposto de renda de todos os membros da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), atrás apenas da Bélgica.

A posição dos EUA contrasta com a da Alemanha, apesar de enfrentarem problemas semelhantes com os gastos de idosos. O governo norte-americano impulsionou a economia do país com cortes de impostos e aumento de gastos, com o objetivo de gerar uma taxa de crescimento anual do PIB de 3%. Os déficits anuais são superiores a 4% do PIB. A esperança é que, ao expandir o tamanho de sua economia, os EUA estejam em uma posição melhor para pagar sua dívida no futuro. Os efeitos colaterais comuns do estímulo - rendimentos mais altos dos bônus e aumento da inflação - não se materializaram, reforçando o argumento dos estímulos e enfraquecendo a visão da Alemanha de que é melhor se preparar para a próxima recessão.

A Coreia, outro país que poderia adotar medidas de estímulo à economia, conforme o FMI, já tem um excedente orçamentário anual, enquanto da Austrália espera-se que o país se torne superavitário nos próximos anos. Diferentemente do observado na Europa, essas economias parecem não precisar de muitos estímulos e seus bancos centrais têm espaço para reduzir as taxas de juros, se necessário.

entry Apr 13 2019, 08:40 PM
Autoridades financeiras globais prometem combater a desaceleração econômica

* por Associated Press | Washington

Autoridades financeiras globais prometeram cooperação mais estreita nos esforços para combater a desaceleração da economia global. Líderes de instituições financeiras de 189 países encerraram o encontro do Comitê Financeiro e Monetário Internacional (IMFC, na sigla em inglês) do Fundo Monetário Internacional do (FMI) afirmando que a desaceleração que começou no ano passado será seguida por um crescimento mais forte no segundo semestre deste ano e em 2020.

O comitê diretor do FMI disse a todos os membros, a fim de proteger a atual desaceleração econômica, "agiria prontamente para sustentar o crescimento em benefício de todos." Em uma coletiva de imprensa, o presidente do comitê, Lesetja Kganyuago, do banco central da África do Sul, disse que todos os países precisam estar prontos para abordar questões envolvendo estabilidade financeira. "Muitas nações foram abaladas no ano passado quando os mercados de ações entraram em queda livre, revertida somente quando os principais bancos centrais, incluindo o Federal Reserve (Banco Central dos EUA), pararam esforços para reforçar as políticas de crédito", disse Kganyuago.

Já o Secretário do Tesouro dos EUA, Steven Mnuchin, disse que o governo Trump, que pressionou por várias reformas nas instituições de crédito, acredita que o Banco Mundial precisa fazer mais progressos na mudança de seus empréstimos a países com economias em rápido crescimento como a China. Mnuchin disse ainda que os EUA acreditam que os investimentos privados dos Banco Mundial devem ser destinados à nações em vulnerabilidade social.

Segundo previsão do FMI, o crescimento global deve alcançar 3,3% em 2019, o mais lento desde a Grande Recessão e avançar para 3,6% em 2020. Entretanto, autoridades financeiras alertam que a continuidades do conflito comercial entre Estados Unidos e China poderia diminuir a perspectiva econômica.

entry Apr 12 2019, 09:21 PM
Ações da Disney batem recorde após divulgação de streaming

* por Forbes
com Reuters

As ações da Walt Disney alcançaram uma máxima histórica hoje (12) depois que analistas de Wall Street disseram que os preços competitivos de seu novo serviço de streaming poderia ajudá-la a competir com a Netflix.

As ações da Netflix caíram cerca de 4% depois que a Disney precificou seu serviço de streaming, o Disney+, em US$ 6,99 por mês, abaixo do plano básico do pioneiro de streaming de vídeo, que custa US$ 8,99.

“Os investidores acham as ofertas da Disney promissoras porque estão bem posicionados para combater a Netflix pelo dinheiro dos consumidores”, disse Clement Thibault, analista da plataforma de mercados financeiros globais Investing.com.

A Disney disse que espera atrair entre 60 e 90 milhões de assinantes e alcançar lucratividade no ano fiscal de 2024. Ela planeja investir pouco mais de US$ 1 bilhão para financiar a programação original no ano fiscal de 2020 e cerca de US$ 2 bilhões até 2024.

“Ainda é muito cedo, mas a guerra começou oficialmente. Ao reagir com uma oferta competitiva, a Disney pelo menos se dá a chance de ganhar na indústria de streaming, em vez de perder usuário atrás de usuário para outros serviços de streaming”. Thibault disse.

entry Apr 11 2019, 09:01 PM
FMI alerta que desaceleração maior que o esperado da China está entre riscos para economia global

* por Leika Kihara | Reuters

WASHINGTON (Reuters) - Uma desaceleração mais forte do que o esperado da economia da China está entre os principais riscos para o crescimento global, alertou o vice-diretor gerente do Fundo Monetário Internacional, Mitsuhiro Furusawa, enquanto líderes de Finanças do G20 se reúnem para discutir as perspectivas econômicas mundiais.

Furusawa afirmou que a desaceleração da China até agora tem sido moderada e que Pequim tem as ferramentas necessárias para sustentar o crescimento, ajudando a manter a Ásia como um importante motor da economia global.

Mas alertou que a incerteza sobre o crescimento da China está entre os riscos para a economia global, assim como a chance de um aperto abrupto das condições de mercado se as negociações comerciais entre Estados Unidos e China tomarem um rumo inesperado para pior.

"Um seria o atrito comercial, que está pesando não apenas no volume de comércio mas no investimento", disse Furusawa sobre os riscos para o cenário global. "Se a economia da China desacelerar mais que o esperado, isso também é um risco para a economia global", disse ele à Reuters.

A economia da China expandiu a uma taxa de 6,6 por cento no ano passado, ritmo mais lento de expansão desde 1990, provocando preocupações de que a queda da demanda na segunda maior economia do mundo pode prolongar a fraqueza no crescimento global.

O FMI projeta que o crescimento da China vai desacelerar a 6,3 por cento neste ano.

entry Apr 10 2019, 08:51 PM
Ações da Lyft despencam 11% com proximidade de IPO da Uber

* por Sinéad Carew | Reuters

(Reuters) - As ações da companhia de transporte urbano por aplicativo Lyft afundaram quase 11 por cento nesta quarta-feira, pressionadas por informações de que a rival maior Uber está perto de encaminhar pedido para uma oferta pública inicial (IPO).

O preço da ação da Lyft caiu ao menor nível desde que a empresa abriu seu capital em 29 de março. O valor de 60,12 dólares é quase 16,5 por cento abaixo do preço final de 72 dólares definido no IPO da empresa e ficou abaixo da faixa indicativa de 62 a 68 dólares.

A Reuters publicou no final da terça-feira que a Uber vai buscar vender cerca de 10 bilhões de dólares em ações no IPO e fazer o pedido para a oferta já na quinta-feira. Representantes da Uber não comentaram o assunto.

"Não é uma coincidência que um dia antes da Uber fazer o pedido do IPO os investidores compararam a empresa com a Lyft e a Lyft pareceu menos atraente para eles", disse Matt Moscardi, analista da MSCI, em Boston.

A Uber espera conseguir um valor de mercado entre 90 bilhões e 100 bilhões de dólares no IPO, menos que os 120 bilhões citados anteriormente por executivos de bancos de investimento.

entry Apr 9 2019, 08:52 PM
Relatório da ONU aponta China e EUA como maiores beneficiados de Brexit duro

* por EFE

Genebra, 9 abr (EFE).- A China e os Estados Unidos seriam os países mais beneficiados pelo aumento de exportações para o Reino Unido se o país deixar a União Europeia (UE) sem acordo, enquanto a próprio bloco e o Turquia seriam os mais prejudicados, revelou um estudo publicado nesta terça-feira pela na Conferência da ONU sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD, na sigla em inglês).

A UE perderia US$ 34,5 bilhões em exportações ao Reino Unido, enquanto a Turquia sofreria uma redução de US$ 2,4 bilhão, de acordo com as previsões.

Entre os outros países que também seriam prejudicados por um Brexit "duro" - sem acordo de saída - estão Coreia do Sul, Paquistão, Noruega, Islândia, Suíça e Camboja, de acordo com a UNCTAD.

Já a China, o maior exportador mundial, ganharia US$ 10,2 bilhões em vendas adicionais ao Reino Unido e os EUA seriam o segundo maior beneficiado, com um crescimento de US$ 5,3 bilhões.

Outros países que experimentariam um aumento de suas exportações ao Reino Unido seriam Japão, Tailândia, África do Sul, Índia, Brasil, Rússia, Vietnã, Argentina e Nova Zelândia.

"O plano britânico de reduzir as tarifas à lista de 'nações mais favorecidas' aumentaria a competitividade de países eminentemente exportadores, como EUA e China", afirmou a diretora de comércio internacional e matérias-primas da UNCTAD, Pamela Coke-Hamilton.

entry Apr 8 2019, 09:20 PM
Pinterest define faixa de preço para IPO

* por Forbes
com Reuters

O Pinterest definiu hoje (8) uma faixa de preço de US$ 15 a US$ 17 por ação para sua oferta pública inicial de 75 milhões de ações, avaliando-o abaixo dos US$ 12 bilhões que a empresa de busca de imagens online havia sido avaliada em sua última arrecadação de fundos em 2017.

No limite superior de sua meta, a empresa poderá ter uma avaliação de mercado de cerca de US$ 11,3 bilhões e levantar US$ 1,3 bilhão em recursos líquidos, levando em conta units restritas e opções.

A Reuters informou em janeiro que o Pinterest, que planeja listar sob o código “PINS” na Bolsa de Valores de Nova York, poderia levantar cerca de US$ 1,5 bilhão e que o IPO provavelmente aconteceria nos primeiros seis meses de 2019.

A empresa, proprietária do site de busca de imagens conhecido pelas fotos de alimentos e moda que seus usuários publicam, registrou uma receita anual de US$ 755,9 milhões em 2018, um aumento de 60% em relação ao ano anterior.

Mas continua a não ser rentável, embora o prejuízo líquido tenha diminuído para US$ 62,97 milhões em 2018, em comparação com US$ 130 milhões no ano anterior.

O Pinterest se juntaria a um grupo de empresas de alto perfil que abriram o capital, incluindo a Lyft e a Levi Strauss.

O Uber também deve lançar seu IPO este mês, segundo fontes.

entry Apr 7 2019, 08:36 PM
Fiat Chrysler deverá pagar milhões de euros à Tesla para agrupar frota

* por Stephanie Kelly | New York e
Kanishka Singh e Mekhla Raina | Bangalore

(Reuters) - A montadora de carros ítalo-americana Fiat Chrysler (FCA) concordou em pagar centenas de milhões de euros à fabricante de carros elétricos Tesla para permitir que veículos da Tesla sejam contabilizados em sua frota para evitar multas por violar novas leis de emissões da União Europeia.

A medida permitirá que a montadora italiana compense emissões de dióxido carbono de seus automóveis com as da Tesla, reduzindo a média de emissões do gás de efeito estufa a um nível permitido, segundo o Financial Times, que foi o primeiro a reportar o acordo.

A reportagem não menciona exatamente quanto a Fiat Chrysler concordou em pagar à Tesla. A Tesla não respondeu a um pedido de comentário neste domingo.

A fabricante de carros elétricos arrecadou mais de 1 bilhão de dólares nos três últimos anos ao vender créditos de emissão nos Estados Unidos, de acordo com seu relatório anual apresentado à Comissão de Títulos e Câmbio dos Estados Unidos. Regulamentações permitem que uma fabricante de veículos de emissão zero ganhe créditos e venda os excedentes a outras fabricantes.

No passado, os créditos reforçaram os lucros da companhia de Palo Alto, Califórnia, permitindo que ela registrasse lucro trimestral quando, na verdade, teria prejuízo.

Recentemente, a Tesla começou a entregar seu novo Model 3 para mercados internacionais na China e Europa. No entanto, as entregas da companhia caíram no primeiro trimestre, uma vez que teve dificuldades com esses pedidos devido a tempos mais longos de trânsito.

A Fiat Chrysler formou um pool aberto com a Tesla em 25 de fevereiro, reportou o Financial Times, citando uma declaração à Comissão Europeia.

Na declaração, a Fiat Chrysler não citava diretamente o montante que pagará, mas acrescentou que isso "otimizará as opções de observância oferecidas pelas regulações".

"A FCA está comprometida a reduzir as emissões de todos nossos produtos. O pool de compras oferece flexibilidade para entregar produtos que nossos clientes estão dispostos a comprar, enquanto gerencia a adequação com o menor custo possível", acrescentou a montadora em sua declaração.

entry Apr 6 2019, 07:58 PM
FMI aprova 3ª revisão sobre economia argentina e libera US$10,8 bi ao país

* por Eliana Raszewski e Hugh Bronstein | Reuters

BUENOS AIRES (Reuters) - O conselho-executivo do Fundo Monetário Internacional (FMI) ratificou nesta sexta-feira a terceira revisão dos progressos econômicos da Argentina sob um grande acordo de financiamento acertado no ano passado, destravando uma parcela de 10,8 bilhões de dólares em financiamento.

O FMI disse em um comunicado que o conselho aprovou um acordo com a Argentina sobre a terceira revisão do país, fechado com uma equipe do organismo no mês passado. A instituição acrescentou haver sinais de que a recessão do país "chegou ao fundo do poço".

A Argentina fechou um acordo de financiamento de 56,3 bilhões de dólares com o fundo no ano passado, quando a terceira maior economia da América Latina foi atingida pela inflação desenfreada e pelo colapso do peso , que perdeu metade de seu valor em relação ao dólar americano.

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