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entry Ontem, 09:38 PM
EUA veem como prioridade fechar acordo comercial com o Reino Unido este ano

* por EFE

Davos (Suíça) 23 jan (EFE).- O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Steven Mnuchin, disse nesta quinta-feira, no Fórum Econômico Mundial de Davos, que fechar um acordo comercial com o Reino Unido este ano é "uma prioridade absoluta" para o governo americano.

Durante uma entrevista coletiva realizada ao lado do secretário de Comércio, Mnuchin, que ontem ameaçou com taxas de 25% sobre produtos europeus caso o continente persista em magnetizar uma taxa para as empresas de serviços digitais, revelou que o presidente Donald Trump discutiu sobre essa taxa digital com o presidente da França, Emmanuel Macron.

Da mesma forma, avaliou de maneira muito positiva a intenção do governo francês de adiar a aplicação dessa taxa, sobre a qual a OCDE pretende chegar a algum tipo de consenso a nível europeu.

Mnuchin também disse que se encontrará com o ministro das Finanças do Reino Unido, Sajid Javid, com quem conversará sobre o uso da tecnologia chinesa, especificamente da Huawei, em redes 5G.

Os EUA têm um conflito aberto com a empresa chinesa de telecomunicações, que acusa de ter violado as sanções comerciais impostas ao Irã.

Por esse motivo, a filha do fundador da Huawei, Meng Wanzhou, aguarda extradição do Canadá para os Estados Unidos.

entry Jan 22 2020, 09:36 PM
Carrefour Brasil tem alta de 11,4% nas vendas brutas do 4º tri

* por Alberto Alerigi Jr. | Reuters

SÃO PAULO (Reuters) - O Carrefour Brasil teve alta de 11,4% nas vendas brutas do quarto trimestre ante mesma etapa de 2018, para 16,84 bilhões de reais, informou a rede de varejo nesta quarta-feira.

Os números excluem vendas de combustíveis. A companhia afirmou que as vendas em lojas abertas há pelo menos um ano cresceram 7,6% no período, impulsionadas por avanço de 12,7% da bandeira Carrefour. Já a divisão de atacarejo, maior do grupo no país e representada pela bandeira Atacadão, teve crescimento de vendas mesmas lojas de 5,5%.

Os dados foram divulgados alguns dias depois que o rival GPA publicou relatório de vendas apontando alta de 4,3% nas vendas mesmas lojas da bandeira de atacarejo Assaí no quarto trimestre, enquanto nas outras frentes de supermercados do grupo houve queda de 0,9%. Não ficou imediatamente claro se os dados são comparáveis.

Segundo o relatório do Carrefour Brasil, o desempenho de vendas mesmas lojas do grupo no quarto trimestre foi o melhor para o período dos últimos cinco anos, apesar da "tendência de volatilidade de inflação em diversas categorias, principalmente a carne". A empresa abriu 20 lojas Atacadão em 2019, dentro da meta, das quais 8 no quarto trimestre.

A companhia afirmou que obteve ganho de participação em hipermercados, de 2,2 pontos, no quarto trimestre e no varejo de "multi-formato". As vendas no período da Black Friday, no fim de novembro, subiram 40%.

Já as vendas de comércio eletrônico tiveram incremento de 40%, para 802 milhões de reais, avançando quase 52% no ano, a 2,15 bilhões.

O Carrefour Brasil terminou 2019 com 692 lojas no país, das quais 186 do Atacadão. Além das 20 aberturas de lojas de atacarejo, o grupo inaugurou três supermercados, cinco lojas de conveniência e dois postos de combustíveis.

As ações da companhia fecharam esta quarta-feira com alta de 1,35%, enquanto o Ibovespa mostrou valorização 1,17%.

entry Jan 21 2020, 08:26 PM
Região belga da Valônia se diz "totalmente" contrária a acordo UE-Mercosul

* por AFP

Bruxelas, 20 Jan 2020 (AFP) - O governo da região belga da Valônia, que bloqueou por dias em 2016 a assinatura pela União Europeia (UE) do acordo comercial com o Canadá, é "totalmente" contrário ao do Mercosul, afirmou seu presidente na segunda-feira.

"Somos totalmente contrários a esse tratado. Para o governo da Valônia, é não", disse à rádio RTBF na Bélgica, Elio Di Rupo, presidente do governo regional da Valônia e ex-primeiro-ministro belga entre 2011 e 2014.

O político teme as consequências do acordo sobre a agricultura da Valônia e também exige que os países do Mercosul (Argentina, Brasil, Uruguai e Paraguai) apliquem as mesmas regras sanitárias da UE.

A aprovação da Valônia, bem como de outras regiões da Bélgica, é necessária para que o governo belga dê seu aval à assinatura do acordo pelo Conselho da UE, que reúne os países do bloco.

Os negociadores da UE e do Mercosul chegaram a um acordo político em junho, após 20 anos de negociações comerciais, que devem passar por uma revisão legal antes da assinatura formal.

No final de 2016, em um momento semelhante ao atual com o Mercosul, somente a Valônia bloqueou a aprovação da Bélgica do acordo com o Canadá, causando uma crise diplomática vários dias antes da reversão.

O parlamento regional deve votar nos próximos dias uma resolução, debatida na segunda-feira em uma comissão parlamentar, que insta o governo da Valônia a "comunicar oficialmente ao governo federal sua oposição ao acordo".

O tratado terá "um impacto negativo no respeito às metas climáticas do Acordo de Paris, ao meio ambiente, à saúde e ao desenvolvimento de um modelo agroalimentar sustentável na Valônia", acrescenta o texto.

A Comissão Europeia prevê que a assinatura formal do texto possa ser realizada no final de 2020, antes de o Parlamento Europeu ratificá-lo, embora deva primeiro convencer outros países mais reticentes, como Áustria, França ou Irlanda.

entry Jan 20 2020, 09:55 PM
Reino Unido e UE se preparam para parte mais difícil do Brexit

* por Ian Wishart | Bloomberg

(Bloomberg) -- Se os últimos três anos do Brexit foram difíceis e intensos, os próximos 11 meses ameaçam ser ainda mais. O Reino Unido e a União Europeia já estão em desacordo antes mesmo de começar a discutir os termos de seu futuro relacionamento.

O primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, vê no Brexit uma oportunidade de se libertar do que considera regras restritivas da UE. Mas os negociadores da UE têm receio de um possível concorrente à porta. Como a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, alertou este mês, o futuro acesso do Reino Unido ao mercado único depende de até que ponto Johnson concordará em cumprir as regras do bloco.

Chegar a um compromisso será difícil e, nos bastidores, autoridades da UE alertam que haverá conflitos. A decisão de Johnson de descartar uma extensão do período de transição - o que mantém o Reino Unido preso às regras da UE até o fim de 2020 - significa que os negociadores terão que priorizar os elementos mais importantes de um futuro acordo comercial ao longo do próximo ano. Outros acordos podem ser negociados mais tarde.

No centro das negociações estará um acordo de livre comércio que permita o fluxo de mercadorias entre os dois territórios, sem tarifas ou cotas. Mas isso é apenas uma pequena parte da história. As posições da UE também envolvem acordos nas áreas de pesca, serviços financeiros, segurança, proteção de dados, transporte e energia.

Padrões
Abranger todas as demandas da UE é o que o bloco chama de "condições equitativas". A intenção é impedir que o Reino Unido prejudique a UE para obter vantagem econômica. O bloco quer que o governo britânico continue aplicando restrições da UE aos subsídios dos governos, impedindo que o país ofereça assistência a empresas que seriam consideradas anticompetitivas sob as regras da UE.

Pesca
É quase certo que uma batalha pelas águas de pesca seja a primeira grande disputa. A UE quer manter "acesso recíproco às águas e recursos pesqueiros" e diz que todo o relacionamento futuro depende de um acordo nessa área. Ambos os lados se comprometeram a tentar fazer isso antes de julho, mas estão tão distantes que não será fácil.

Serviços financeiros
Von der Leyen alertou que tudo vai mudar para Londres assim que o Reino Unido deixar a UE. As empresas não terão mais um passaporte para oferecer serviços em todo o bloco. O acesso dependerá da concordância da UE de que as regras do Reino Unido são equivalentes às do bloco.

A UE diz que qualquer decisão de equivalência será unilateral e discricionária. Isso é um problema para o Reino Unido, porque Bruxelas pode decidir negar o acesso das empresas ao mercado único com pouca antecedência.

Segurança
Ambos os lados consideram a cooperação em segurança uma prioridade. Como o assunto está menos entrelaçado com o Acordo de Livre Comércio, pode ser mais fácil chegar a um pacto, segundo autoridades da UE.

Proteção de dados
Os dois lados precisam firmar um acordo que permita às organizações transferir dados livremente sobre clientes para a UE e da UE sem violar as regras de proteção de dados. A chamada decisão de adequação incluiria o Reino Unido em uma lista de países cujas leis de dados são aceitas como equivalentes às da Europa.

A UE quer que o Reino Unido concorde em seguir os padrões europeus. Um acordo menos rigoroso seria mais complexo de implementar, segundo a UE.

entry Jan 19 2020, 08:51 PM
Chefe da indústria da UE descarta receios de que regras de segurança podem atrasar 5G

* por Michel Rose | Reuters
reportagem adicional de Michael Nienaber | Berlim

PARIS (Reuters) - O chefe de política industrial europeia, Thierry Breton, irá rejeitar as alegações de que contar com empresas europeias para construir uma rede 5G atrasaria sua distribuição, entrando em um debate cada vez mais tenso na Alemanha sobre o risco representado pela chinesa Huawei.

Em discurso na conferência DLD em Munique mais tarde neste domingo, Breton, ex-ministro das Finanças da França, alertará os formuladores de políticas na Alemanha e em outros lugares que a nova tecnologia 5G exigirá regras de segurança mais rigorosas do que as gerações anteriores.

"Estabelecer condições rigorosas de segurança não criará atrasos na implantação do 5G na Europa", afirmou Breton, de acordo com uma cópia do discurso obtida pela Reuters.

"A Europa, incluindo a Alemanha, é claro, está no caminho certo. Não estamos atrasados ​​na Europa com a implantação do 5G", disse Breton.

O alerta de Breton contrasta com os comentários do ministro do Interior alemão, Horst Seehofer, que disse no início desta semana que se as empresas chinesas forem excluídas, a construção da rede 5G seria adiada por pelo menos cinco a dez anos.

Os conservadores da chanceler alemã Angela Merkel estão divididos quanto a apoiar uma proposta de seus parceiros juniores da coalizão social-democrata que, se aprovada, efetivamente excluiria da rede a gigante chinesa da tecnologia.

O governo de Merkel, como toda a Europa, está sob pressão dos Estados Unidos para barrar a Huawei, cujo equipamento, segundo Washington, contém "portas traseiras" que permitiriam à China espionar outros países.

entry Jan 18 2020, 09:15 PM
Companhia chinesa planeja produção em massa de robôs de construção

* por Clare Jim | Reuters

HONG KONG (Reuters) - A maior companhia imobiliária da China em vendas, a Country Garden, está planejando iniciar produção em massa de robôs de construção no próximo ano para reduzir custos e elevar eficiência, afirmou a empresa nesta sexta-feira.

O grupo, que começou a investir em pesquisa e desenvolvimento de robôs em 2018, afirmou que pretende ter pelo menos um robô em cada um de seus canteiros de obra na China.

A companhia, que afirmou em 2018 investimento de 16 bilhões de iuanes (2,33 bilhões de dólares) em robótica por ano durante cinco anos, também está desenvolvendo robôs para agricultura, restaurantes e gestão de imóveis. O primeiro restaurante com robôs da empresa abriu na cidade de Guangzhou, no sul da China, no início desta semana.

O presidente da Country Garden, Bin Mo, afirmou a jornalistas que no longo prazo, a empresa planeja fornecer um robô de serviço para cada nova casa que vender.

As vendas da Country Garden em 2019 cresceram 10%, para 552,2 bilhões de iuanes.

entry Jan 17 2020, 09:41 PM
UE avalia proibição de até 5 anos para tecnologia de reconhecimento facial em áreas públicas

* por Foo Yun Chee | Reuters

A União Europeia está considerando proibir o uso de tecnologia de reconhecimento facial em áreas públicas por até cinco anos, para dar tempo para as autoridades criarem legislação capaz de prevenir abusos, segundo propostas.

O plano do órgão executivo da UE —que consta em documento de 18 páginas— foi elaborado em meio a um debate global sobre os sistemas que usam inteligência artificial para identificar suspeitos e são amplamente usados por agências de segurança.

A Comissão Europeia afirmou que as novas regras podem ser criadas para aperfeiçoar regulamentos atuais que protegem o direito dos cidadãos europeus à privacidade.

"Além das atuais regulamentações, o futuro aparato regulatório poderá ir além e incluir uma proibição temporária sobre o uso da tecnologia de reconhecimento facial em áreas públicas", afirma o documento da UE.

Durante a proibição, "uma metodologia sólida de avaliação dos impactos desta tecnologia e das medidas de gestão de risco pode ser identificada e desenvolvida".

O governo dos Estados Unidos anunciou neste mês diretrizes regulatórias sobre a tecnologia de inteligência artificial direcionada a limitar o poder das autoridades e pediu à Europa para evitar tratamentos agressivos a ela.

entry Jan 16 2020, 08:35 PM
Senado dos EUA aprova acordo comercial da América do Norte, mas Canadá ainda precisa validar

* por Andrea Shalal | Reuters

WASHINGTON (Reuters) - O Senado dos Estados Unidos aprovou nesta quinta-feira uma reformulação do Acordo de Livre Comércio da América do Norte(Nafta, na sigla em inglês), de 26 anos, que inclui regras mais rígidas sobre legislação trabalhista e conteúdo automotivo, mas deixa os 1,2 trilhão de dólares em fluxos comerciais anuais EUA-México-Canadá praticamente inalterados.

A legislação para implementar o Acordo EUA-México-Canadá foi aprovada em uma votação bipartidária, por 89 votos a 10. O texto vai para sanção do presidente Donald Trump.

A Câmara dos Deputados dos EUA, controlada pelos Democratas, aprovou a legislação em 19 de dezembro, depois de elaborar mudanças para garantir melhor cumprimento dos direitos trabalhistas e regras ambientais mais rígidas durante meses de negociações, muitas vezes controversas, com o governo Trump.

A votação no Senado ocorreu um dia depois que Trump assinou a tão esperada Fase 1 do acordo comercial com a China e pouco antes de o Senado formalmente iniciar o julgamento de impeachment de Trump sob a acusação de que ele praticou abuso de poder.

O índice S&P 500 da bolsa de Nova York bateu a marca de 3.300 pontos pela primeira vez nesta quinta-feira, impulsionado pelos dois acordos comerciais, além de vendas sólidas no varejo e do balanço positivo do banco Morgan Stanley.

O secretário do Tesouro dos EUA, Steven Mnuchin, afirmou que os esforços de Trump para reequilibrar os laços dos EUA com seus principais parceiros comerciais estão dando frutos e impulsionando o crescimento econômico norte-americano.

entry Jan 15 2020, 06:46 PM
EUA e China redefinem relação comercial com "Fase 1" de acordo

* por David Lawder e Andrea Shalal | Reuters
reportagem adicional de Lisa Lambert e Susan Heavey | Washington
Tim Aeppel | Nova York
Se Young Lee e Stella Qiu | Pequim

WASHINGTON (Reuters) - Os Estados Unidos e a China anunciaram nesta quarta-feira um acordo comercial inicial que irá reduzir algumas tarifas e aumentar as compras chinesas de bens e serviços dos EUA, aliviando um conflito de 18 meses entre as duas maiores economias do mundo.

Pequim e Washington classificaram a "Fase 1" do acordo como um passo importante depois de meses de negociações pontuadas por retaliações em tarifas que atingiram as cadeias de suprimentos e alimentaram temores de uma desaceleração maior na economia global.

"Juntos, estamos corrigindo os erros do passado e entregando um futuro de justiça e segurança econômicas para trabalhadores, agricultores e famílias norte-americanos", disse o presidente dos EUA, Donald Trump, ao anunciar o acordo na Casa Branca ao lado do vice-premiê chinês, Liu He, e outras autoridades.

A peça central do acordo é uma promessa da China de comprar pelo menos mais 200 bilhões de dólares em produtos agrícolas e outros bens e serviços dos EUA ao longo de dois anos, sobre uma base de 186 bilhões de dólares de compras em 2017.

O acordo incluirá 50 bilhões de dólares em pedidos adicionais de produtos agrícolas dos EUA, afirmou Trump, acrescentando estar confiante de que os agricultores norte-americanos seriam capazes de atender à demanda maior.

Ele também disse que a China comprará de 40 bilhões a 50 bilhões de dólares em serviços adicionais dos EUA, 75 bilhões de dólares a mais em produtos manufaturados e 50 bilhões de dólares a mais em suprimentos de energia.

Autoridades de ambos os países anunciaram o acordo como uma nova era para as relações sino-americanas, mas ele não aborda muitas das diferenças estruturais que levaram o governo Trump a iniciar a guerra comercial.

Entre as diferenças está a prática de longa data de Pequim de apoiar empresas estatais e inundar os mercados internacionais com produtos de baixo preço.

Trump, que adotou uma política "Estados Unidos Primeiro" visando reequilibrar o comércio global em favor de empresas e trabalhadores dos EUA, disse que a China prometeu ações para enfrentar o problema de produtos pirateados ou falsificados e que o acordo incluía forte proteção aos direitos de propriedade intelectual.

Mais cedo, o principal assessor econômico da Casa Branca, Larry Kudlow, disse à Fox News que o acordo adicionaria 0,5 ponto percentual ao crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) dos EUA em 2020 e 2021.

Mas alguns analistas expressaram ceticismo de que o acordo colocará o comércio entre EUA e China numa nova trajetória.

"Acho improvável uma mudança radical nos gastos chineses. Tenho baixas expectativas sobre o cumprimento das metas estabelecidas", disse Jim Paulsen, estrategista-chefe de investimentos do Leuthold Group em Mineápolis. "Mas acredito que toda a negociação foi um avanço tanto para os EUA quanto para a China."

A "Fase 1" do acordo, alcançada em dezembro, cancelou as tarifas planejadas dos EUA sobre celulares, brinquedos e laptops fabricados na China e reduziu pela metade, para 7,5%, a tarifa sobre cerca de 120 bilhões de dólares em outros produtos chineses, incluindo televisores, fones de ouvido bluetooth e calçados.

Mas manterá tarifas de 25% em uma gama de 250 bilhões de dólares em bens e componentes industriais chineses usados pelos fabricantes dos EUA.

Trump, que tem tratado a "Fase 1" do acordo como um pilar de sua campanha de reeleição em 2020, disse que concordaria em remover as tarifas remanescentes assim que os dois lados negociarem uma "Fase 2". Ele acrescentou que essas negociações começarão em breve.

Ele também disse que visitará a China em um futuro não muito distante.

entry Jan 14 2020, 10:19 PM
Linx assina parceria com Rappi para integrar plataforma de omnichannel

* por Paula Arend Laier | Reuters

SÃO PAULO (Reuters) - A empresa de tecnologia para o varejo Linx comunicou nesta segunda-feira que assinou parceria com a startup de entregas Rappi para integrar a plataforma de omnichannel da companhia à sua plataforma de marketplace.

“Agora, quando um cliente comprar um produto de um ‘seller’ (vendedor) através da plataforma da Rappi, poderá contar com o seu já conhecido sistema de entrega. Para ter acesso a esta funcionalidade, o seller da Rappi precisa ser usuário do Linx OMNI OMS (Order Management System).”

A Linx afirmou que a parceria vai expandir a oferta de produtos e entregar ao usuário a possibilidade de compra por meio do super aplicativo.

De acordo com o comunicado da Linx, empresas como Nike, Centauro, Boticário, Drogaria São Paulo, Hering, Alpargatas, Vivara, Lojas Marisa, TokStok, RiHappy, Inbrands e Restoque já estão entre os usuários que poderiam utilizar essa solução.

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