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entry Ontem, 09:04 PM
StoneCo vende restante de sua participação no Inter por R$218 mi

* por André Romani | Reuters

SÃO PAULO (Reuters) - A StoneCo disse nesta quarta-feira que vendeu integralmente sua fatia remanescente no Inter por 12,96 reais cada ação, o que representa uma operação de 218 milhões de reais.

A StoneCo afirmou que o movimento segue seu objetivo de focar em seu negócio principal de software e serviços financeiros.

A companhia já havia vendido ações do Inter em 2022, uma participação que chegou a pressionar negativamente seus resultados.

A StoneCo anunciou em maio de 2021 um acordo com o Inter e os acionistas controladores do banco, que envolveu a aquisição de uma participação minoritária limitada a 4,99% e um investimento na ordem de 2,5 bilhões de reais. A parceria ainda se estendia para questões comerciais.

Analistas do Citi liderados por Gabriel Gusan escreveram que o desinvestimento é uma "boa notícia e indica que a StoneCo está mudando seu foco para suas operações principais e fortalecendo seu balanço patrimonial", segundo relatório a clientes publicado mais cedo, no qual eles repercutiram notícias sobre o assunto.

entry Feb 1 2023, 09:48 PM
Itália aprova medidas para que big techs remunerem veículos jornalísticos pelo uso de publicações

* por Michele Oliveira | Milão

A agência que regula o setor de comunicações na Itália aprovou uma série de critérios que dão sinal verde para que veículos jornalísticos busquem fechar acordos com plataformas como Google e Meta (Facebook) para receber parte da receita publicitária obtida por elas a partir da distribuição de conteúdo.

O regulamento sobre a definição de uma "remuneração justa pelo uso online de publicações jornalísticas", como vem sendo chamado, foi divulgado no último dia 19, após um ano em elaboração na AgCom, o órgão que regula a área no país.

O conjunto de critérios representa o último passo na Itália para que as negociações entre os editores e as big techs possam avançar, uma vez que completa a diretiva da União Europeia de 2019 sobre direitos autorais e a legislação italiana sobre o tema, em vigor desde dezembro de 2021.

Segundo o texto, as empresas produtoras de conteúdo jornalístico poderão receber, após um acordo com as big techs, uma participação de até 70% da receita publicitária da plataforma "decorrente do uso online de publicações de caráter jornalístico do veículo", em valores líquidos daquilo que a empresa recebe pelo tráfego de redirecionamento gerado pelas plataformas. Além de textos, a medida se aplica a formatos multimídia, como vídeos, galerias de fotos e podcasts.

A adoção do teto de 70% tem a intenção, segundo a agência, de tornar as negociações sobre as remunerações flexíveis, diante de diferentes necessidades e características de veículos e plataformas. "O regulamento tem como principal objetivo incentivar acordos inspirados em práticas comerciais e modelos de negócios adotados no mercado", disse a AgCom em nota.

Entre os critérios que devem ser levados em conta na determinação das compensações, estão: números de audiência online do material veiculado; relevância do veículo no mercado (audiência e anos de atividade); número de jornalistas empregados; valores comprovados pelo veículo em investimentos tecnológicos no ambiente online; valores comprovados pela plataforma em investimentos tecnológicos dedicados à reprodução e veiculação de publicações jornalísticas online.

Além disso, está na lista a exigência de que tanto veículos quanto plataformas se comprometam a cumprir "padrões internacionais de qualidade da informação e checagem de fatos", como forma de reconhecer as empresas que combatem notícias falsas.

"Os critérios para avaliar a solidez de um grupo editorial são múltiplos e complexos. Como a negociação envolve questões econômicas, os principais são quantitativos, como números de audiência e de publicidade que é distribuída. Mas também devem pesar elementos qualitativos, como o número de jornalistas contratados e os esforços que os veículos fazem para garantir informação de qualidade", disse o presidente da AgCom, Giacomo Lasorella, em entrevista ao jornal La Repubblica.

Segundo o órgão, o regulamento busca equilibrar os interesses em jogo, não só os das empresas, mas também de natureza pública, ao proteger valores como a liberdade de expressão e o pluralismo da informação.

A AgCom terá poder de arbitragem nas tratativas. Se depois de 30 dias do início das conversas entre um veículo e uma plataforma não houver acordo, a agência pode ser acionada por uma das partes. O órgão tem, então, até 60 dias para indicar qual proposta cumpre melhor os critérios do novo regulamento ou apontar diretamente o valor da "justa remuneração". Se, mesmo assim, um contrato não for assinado, o caso pode ser levado pelas partes à Justiça.

A aprovação do regulamento foi comemorada pela Federação Italiana dos Editores de Jornais (Fieg). "É um resultado importante e há muito tempo aguardado. Espera-se que se abra agora uma fase de diálogo construtivo entre as partes, no compartilhamento de uma reforma necessária para reequilibrar todo o sistema digital", disse a entidade.

Em resposta à aprovação do regulamento, o Google afirmou, segundo o La Repubblica, que vem colaborando com governos e veículos jornalísticos de toda a União Europeia, conforme os países implementam a diretiva do bloco dentro de suas legislações nacionais. "Desde 2021, já assinamos acordos de licenciamento com mais de 1.000 veículos em 11 países, incluindo Alemanha, França e Espanha." Já a Meta, controladora do Facebook, disse que o regulamento italiano será analisado, mas que a empresa confirma o apoio aos objetivos da diretiva europeia sobre direitos autorais.

entry Jan 31 2023, 08:28 PM
PIB da Alemanha sofre contração inesperada de 0,2% no 4º trimestre

* por Estadão

O Produto Interno Bruto (PIB) da Alemanha sofreu contração de 0,2% no quarto trimestre de 2022 ante o terceiro trimestre, segundo dados preliminares divulgados nesta segunda-feira, 30, pela Destatis, como é conhecida a agência de estatísticas do país. O resultado frustrou a expectativa de analistas consultados pelo The Wall Street Journal, que previam estabilidade da maior economia da Europa no último trimestre do ano passado.

Na comparação anual, o PIB alemão se expandiu 1,1% entre outubro e dezembro. Neste caso, o consenso no levantamento do WSJ era de acréscimo de 1,3%.

Em todo o ano de 2022, a economia alemã cresceu 1,8% em relação ao ano anterior, de acordo com a Destatis, que revisou para baixo sua estimativa inicial de ganho de 1,9%. A Destatis também revisou seu cálculo para o PIB do terceiro trimestre ante o segundo, de alta de 0,4% para aumento de 0,5%.

entry Jan 30 2023, 09:37 PM
Ações europeias caem após dados de inflação forte na Espanha alimentarem temores de alta dos juros

* por Ankika Biswas e Amruta Khandekar | Reuters

(Reuters) - As ações europeias caíram nesta segunda-feira, depois que dados de inflação mais elevados do que o esperado da Espanha alimentaram o nervosismo do mercado, à medida que investidores se preparam para uma série de aumentos nos juros de importantes bancos centrais nesta semana.

O índice pan-europeu STOXX 600 fechou em queda de 0,17%, a 454,40 pontos.

As apostas do mercado monetário mostram que o Federal Reserve deve aumentar na quarta-feira sua taxa de juros em 25 pontos-base, para 4,50%-4,75%, enquanto o Banco Central Europeu (BCE) e o Banco da Inglaterra devem elevar os juros em 50 pontos cada um, para 2,50% e 4,0%, respectivamente, na quinta-feira.

Os rendimentos dos títulos da zona do euro subiram depois que dados preliminares mostraram que os preços ao consumidor da Espanha avançaram 5,8% em janeiro na base anual, acima do esperado.

O índice de tecnologia da Europa teve a maior baixa entre os setores do STOXX 600, queda de 1,7%, com as ações das fabricantes de chips ASM International N.V. e Nordic Semiconductor entre as que registraram as maiores perdas.

Já a Unilever manteve o FTSE 100 de Londres à tona e limitou as quedas do STOXX 600. A gigante britânica de bens de consumo subiu 1,3% após anunciar um novo diretor executivo.

Entretanto, o otimismo em torno de lucros corporativos melhores do que o esperado e a resiliência econômica deixam o índice de referência no caminho de um ganho mensal de 6,3%, depois de perder quase 13% em 2022.

Em LONDRES, o índice Financial Times avançou 0,25%, a 7.784,87 pontos.

Em FRANKFURT, o índice DAX caiu 0,16%, a 15.126,08 pontos.

Em PARIS, o índice CAC-40 perdeu 0,21%, a 7.082,01 pontos.

Em MILÃO, o índice Ftse/Mib teve desvalorização de 0,38%, a 26.335,98 pontos.

Em MADRI, o índice Ibex-35 registrou baixa de 0,12%, a 9.049,30 pontos.

Em LISBOA, o índice PSI20 desvalorizou-se 1,02%, a 5.876,20 pontos.

entry Jan 30 2023, 09:36 PM
Renault e Nissan confirmam revisão de sua aliança

* por AFP

A montadora francesa Renault reduzirá sua participação na empresa japonesa Nissan a 15% do capital, contra 43,4% atualmente, após três meses de negociações duras para equilibrar as forças na aliança entre entre os grupos.

"A ambição é reforçar os laços da aliança e maximizar a criação de valor para todas as partes envolvidas", incluindo novos projetos na América Latina, informa um comunicado conjunto.

Esta é uma grande reorganização das condições de associação entre os dois grupos, que desde o início de sua aliança em 1999 registraram ótimos períodos, mas também graves crises de confiança, em particular depois da queda do ex-CEO Carlos Ghosn em 2018.

Renault e Nissan terão cada uma 15% do capital do outro grupo, "com a obrigação de conservar a participação, assim como obrigação de estabelecer um teto às suas participações", informa o comunicado.

O grupo francês, no entanto, não vai vender de maneira imediata o restante de suas ações na Nissan (28,4%) porque seu valor de mercado é muito inferior ao preço atualmente registrado em suas contas.

Além disso, para evitar baixas contábeis consideráveis, a Renault vai transferir o pacote para um fundo fiduciário com sede na França, onde os direitos de voto correspondentes a estas ações serão "neutralizados" para a maioria das decisões, afirmou a empresa francesa no comunicado.

A Renault continuará recebendo dividendos sobre estas ações até a venda, para a qual não foi estabelecido um prazo específico.

A Nissan, por sua vez, já tinha 15% das ações da Renault, mas estava privada dos direitos de voto, uma restrição que será suspensa.

"Não é uma vitória da Nissan sobre a Renault", afirmou uma fonte francesa próxima às negociações ao ser questionada pela AFP há alguns meses.

Se a "frustração" da Nissan em sua relação com a Renault era muito visível, o grupo francês também estava insatisfeito com a situação e queria "normalizá-la" para que a cooperação se tornasse mais eficaz e rápida, segundo a mesma fonte.

A Nissan investirá na Ampere, a futura divisão de carros elétricos da Renault, para virar um "acionista estratégico", informou o grupo japonês.

Novos projetos operacionais também estão previstos entre Renault e Nissan na América Latina, Índia e Europa, segundo o comunicado.

Os acordos sobre as diversas questões "estão sendo finalizados" e ainda precisam ser aprovados pelos conselhos de administração de cada montadora.

entry Jan 28 2023, 08:44 PM
PIB da Espanha cresce 0,2% no 4º trimestre e supera expectativas

* por Estadão

O Produto Interno Bruto (PIB) da Espanha cresceu 0,2% no quarto trimestre de 2022 ante o terceiro trimestre, segundo dados preliminares divulgados nesta sexta-feira, 27, pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). O resultado superou a expectativa de analistas consultados pelo The Wall Street Journal, que previam alta de 0,1% no período.

Na comparação com o mesmo intervalo de 2021, o PIB espanhol teve expansão de 2,7% entre outubro e dezembro. Em 2022 como um todo, a economia da Espanha cresceu 5,5% em relação ao ano anterior.

O INE também revisou para cima os dados do PIB do terceiro trimestre de 2022. Em relação ao segundo trimestre, a alta anteriormente estimada em 0,1% passou para 0,2%. Já o avanço do confronto anual foi revisado de 4,4% para 4,8%.

entry Jan 27 2023, 08:38 PM
Renault e Nissan devem anunciar reforma de aliança em 6 de fevereiro

* por Norihiko Shirouzu e Gilles Guillaume e Maki Shiraki | Reuters

TÓQUIO/PARIS (Reuters) - A montadora francesa Renault e sua parceira japonesa Nissan pretendem revelar formalmente um acordo para reformular a parceria das duas empresas em Londres em 6 de fevereiro, disseram duas fontes próximas ao assunto à Reuters nesta quinta-feira.

Os líderes das duas empresas se encontraram remotamente para uma reunião do conselho da aliança nesta quinta, após meses de intensas negociações sobre como redefinir a parceria. Eles optaram por esse formato - em vez de o presidente da Renault, Luca de Meo, e o presidente do conselho, Jean-Dominique Senard, viajarem para o Japão - porque as negociações estão progredindo bem, disseram fontes à Reuters.

Uma fonte acrescentou que não há grande diferença entre as duas empresas e que é improvável que as negociações sejam interrompidas. Mas ele também disse que a data de 6 de fevereiro para um anúncio ainda não foi confirmada. Os conselhos das duas empresas ainda precisam aprovar um possível acordo.

A Renault quer que a montadora japonesa invista em seu novo negócio de veículos elétricos, enquanto a Nissan quer que a Renault, sua maior acionista, reduza sua fatia de cerca de 43% e coloque a aliança de 23 anos em pé de igualdade.

Espera-se que as duas empresas anunciem cinco projetos conjuntos para relançarem a aliança, abrangendo manufatura, tecnologia e maior desenvolvimento geográfico, inclusive na Índia, disse uma das fontes à Reuters.

A forma futura da aliança franco-japonesa tem implicações para ambas as empresas, bem como para a Mitsubishi. Também destaca como a imensa reviravolta tecnológica na indústria automotiva está forçando as empresas a fazerem parcerias e competirem com vários recém-chegados e empresas de tecnologia.

A Renault, por exemplo, disse que fará parceria com empresas, como a chinesa Geely e a gigante de semicondutores Qualcomm.

A Renault está trabalhando separadamente para finalizar um acordo com a Geely e trazer a petrolífera estatal saudita Aramco como investidora e parceira para desenvolver motores a gasolina e tecnologias híbridas.

entry Jan 26 2023, 08:25 PM
Processo dos EUA contra Google pode beneficiar Apple e outras empresas

* por Reuters

Um processo aberto pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos contra o Google sobre seu domínio do mercado de tecnologia para publicidade digital pode ajudar rivais e sites que vendem espaço para anúncios, mas deixa um futuro incerto para os próximos anunciantes, afirmam especialistas.

A queixa do Departamento de Justiça contra o Google na terça-feira defende que a empresa venda o Google Ad Manager, um conjunto de ferramentas que inclui uma que permite que os sites coloquem espaço publicitário à venda e outra que serve como um mercado de anúncios que combina automaticamente os anunciantes com esses editores de conteúdo.

Se o processo do Departamento de Justiça for bem-sucedido, "anunciantes e editores poderão ter mais vantagens com mais opções com jogadores em expansão - e, consequentemente, mais concorrência", disse Neil Begley, do Moody's Investors Service.

A Apple, que está desenvolvendo constantemente seu negócio de publicidade nascente e promovendo-o como focado em privacidade, pode ser uma vencedora se os anúncios do Google se tornarem menos eficazes, disse Brian Mandelbaum, presidente-executivo da empresa de marketing Attain.

Executivos da indústria publicitária dizem que o negócio do Google, ao colocar anúncios em sites que não são de sua propriedade, fornece ao Google informações valiosas sobre a eficácia de um anúncio.

A Apple tem "a capacidade de ser uma nova força dominante" na publicidade porque a Apple possui dados por meio da propriedade de telefones, do navegador Safari e da distribuição de aplicativos pela App Store, disse ele.

Os concorrentes do Google em tecnologia de anúncios estão cada vez mais criando produtos que atendem tanto a editores como sites de notícias, que vendem espaço publicitário, quanto anunciantes que compram anúncios, como o Google faz atualmente, disse Paul Bannister, diretor de estratégia da CafeMedia, que ajuda pequenas e médias empresas de conteúdo que vendem espaço publicitário.

Se o Google for forçado a se desfazer das ferramentas que atendem aos editores, isso beneficiará concorrentes como o Xandr, da Microsoft, que ainda funcionará com os dois lados do ecossistema de compra de anúncios, disse Bannister.

Com mais opções além do Google, os editores terão mais transparência sobre quanto podem vender espaço publicitário e podem acabar pagando menos em taxas, disse Mandelbaum.

Se bem-sucedido, o processo pode ser "o início de mudanças sérias no modelo de negócios do Google", disse Paul Gallant, diretor-gerente do Cowen Washington Research Group.

Os ativos que podem ter que ser vendidos podem resultar na perda de dados importantes que ajudam o Google direcionar anúncios para consumidores relevantes, disse ele.

Se o Google perder o acesso a eles, os anunciantes poderão ver os anúncios do Google se tornarem menos eficazes, disse Nikhil Lai, analista sênior da empresa de pesquisa Forrester.

entry Jan 25 2023, 09:02 PM
UE buscará resposta 'firme, mas proporcional' a lei para reduzir inflação dos EUA

* por Dow Jones Newswires

Comissária da União Europeia para a Concorrência, Margrethe Vestager afirmou nesta quarta-feira (25) que a resposta do bloco à Lei de Redução da Inflação dos Estados Unidos deve ser firme, mas proporcional. Durante discurso em conferência sobre tecnologias limpas em Bruxelas, ela disse que o bloco prepara medidas de retaliação, incluindo um congelamento temporário de regras de subsídio do governo e a criação de um novo fundo para ajudar a financiar incentivos verdes nos países menos ricos.

Líderes empresariais advertem que a legislação americana, de US$ 369 bilhões em incentivos e financiamento para energia limpa, poderia levá-los a investir mais nos EUA, potencialmente às custas da Europa. O plano dos EUA é impulsionar a concorrência global por investimento em tecnologias limpas e levar a UE e outros governos a repensar suas abordagens aos subsídios.

Vestager disse que mais gastos relacionados ao clima é algo positivo, para o meio ambiente e as empresas da UE. Mas também afirmou que a lei americana contém o que ela qualificou como provisões "questionáveis", que geram o risco de diluir o senso de propósito compartilhado na luta contra as mudanças climáticas. A resposta da UE "será firme, mas claro que seguirá proporcional".

A autoridade acrescentou que o bloco não usará licitações para favorecer empresas europeias e defendeu que a UE e os EUA continuem a trabalhar juntos pela energia limpa e a neutralidade climática. A Comissão Europeia deseja acelerar e simplificar temporariamente as capacidades dos governos para prover subsídios, em resposta à legislação americana. O braço executivo da UE também deseja estabelecer um chamado Fundo de Soberania, que destinaria dinheiro comum para garantir que todos os membros do bloco tenham os meios de fornecer subsídios a tecnologias limpas.

entry Jan 24 2023, 08:54 PM
Aperto monetário ainda não foi sentido plenamente, afirma dirigente do BCE

* por Estadão

Dirigente do Banco Central Europeu (BCE), Fábio Panetta comentou que os efeitos do aperto monetário na zona do euro ainda "nem começaram a ser sentidos plenamente" e que ainda é muito cedo para dizer que a política monetária está superando a inflação. "Levará algum tempo até que os desenvolvimentos recentes sejam totalmente refletidos nos preços de varejo", disse Panetta, em entrevista ao jornal Handelsblatt, divulgada pelo site do BCE.

Panetta observa que a zona do euro terá que aprender a conviver com o atual cenário de maior incerteza por mais tempo, visto que a inflação segue alta e os dirigentes do BCE devem estar "preparados para ajustar nossa orientação de política monetária" a qualquer momento.

"Precisamos manter nossa política dependente de informações recebidas, fornecendo aos mercados a orientação condicional necessária com base em nossa função de reação", disse o dirigente.

Quando perguntado quanto a possibilidade da continuidade aos aumentos de taxas de juros por 50 pontos-base (pb), Panetta declarou que seria "inapropriado" comentar neste momento. "Essa discussão deve ser feita dentro do Conselho Presidenial do BCE", afirmou.

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