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entry Jan 19 2019, 09:05 PM
Localiza anuncia venda de 46 milhões de ações e pode levar R$ 1,4 bilhão

* por FolhaOnline | São Paulo

A empresa de aluguel de veículos e gestão de frota, Localiza Hertz, anunciou na noite desta sexta-feira (18) que o seu conselho de administração aprovou a realização de uma oferta pública primária de 46 milhões de novas ações ordinárias.

A venda de ações permitirá que a Localiza levante cerca de R$ 1,4 bilhão. Nesta sexta-feira, as ações da empresa fecharam em R$ 31,18.

Já haviam circulado nos últimos dias rumores de que a Localiza vinha estudando a possibilidade de realização de uma oferta pública de distribuição primária de ações. Na ocasião, a empresa divulgou comunicado ao mercado afirmando que ainda não havia aprovação do conselho.

No pregão desta sexta, as ações da empresa avançaram 6,27%, após a empresa afirmar que estava interessada em fazer a oferta pública.

Até o mês passado, a Localiza tinha na presidência de seu conselho de administração o empresário Salim Mattar, que deixou o cargo para assumir a secretaria-geral de Desestatização e Desimobilização do governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL). Ele foi substituído por Oscar Bernardes, que faz parte do conselho como membro independente desde 2007.

entry Jan 18 2019, 08:07 PM
China oferece aumentar importação de produtos dos EUA, diz Bloomberg

* por Rishika Chatterjee | Reuters | Bangalore

(Reuters) - A China apresentou um plano de compras de seis anos para incrementar as importações dos Estados Unidos, com o objetivo de reconfigurar as relações entre os dois países, segundo uma fonte familiarizada com o assunto citada pela Bloomberg nesta sexta-feira.

Com um aumento de mais de 1 trilhão de dólares nas importações dos Estados Unidos, a China reduziria o saldo positivo de sua balança comercial, que no ano passado foi de 323 bilhões de dólares, para zero até 2024, segundo uma das fontes ouvidas pela Bloomberg.

Não estava clara a diferença entre esta oferta e a que foi feita pela China quando o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o presidente da China, Xi Jiping, se encontraram em Buenos Aires, em dezembro. Naquela reunião, a China ofereceu o compromisso de mais 1,2 trilhão de dólares em compras, segundo o secretário do Tesouro dos EUA, Steve Mnuchin.

Em 9 de janeiro, a Reuters noticiou que os representantes dos EUA aproveitaram três dias de negociações com seus pares chineses em Pequim para exigir mais detalhes sobre a promessa da China de fazer grandes compras de produtos norte-americanos. A China ofereceu compromissos similares, embora em menor escala, durante conversas em Washington em maio do ano passado.

A reportagem publicada pela Bloomberg nesta sexta-feira provocou um rali em Wall Street, onde os principais índices de ações se encaminhavam para uma quarta semana de ganhos, em parte devido ao otimismo de que os EUA e a China cheguem a um acordo para resolver a guerra comercial entre as duas maiores economias do mundo. Os dois lados têm imposto tarifas recíprocas que prejudicam o comércio na ordem de centenas de bilhões de dólares.

Enquanto uma compra maior de produtos dos EUA tem dominado parte das conversas, os negociadores norte-americanos também focam em questões que demandariam mudanças mais estruturais na China. Isso incluiria a implementação de medidas para interromper a apropriação indevida da propriedade intelectual de empresas norte-americanas e o corte em subsídios industriais.

Com a aproximação da metade dos 90 dias de trégua na guerra comercial entre China e EUA, iniciada com o encontro de Trump e Xi na reunião do G20 na Argentina em 1 de dezembro, ainda há poucos detalhes que indiquem a realização de qualquer progresso. Na terça-feira, um senador republicano disse que Robert Lighthizer, um dos representantes dos EUA nas negociações comerciais, havia lhe relatado ter visto pouco progresso sobre as questões estruturais.

Dados divulgados na segunda-feira mostraram que as exportações chinesas tiveram a maior queda em dois anos para o mês de dezembro, e que as importações também se retraíram, indicando menos vigor em 2019 para a segunda maior economia do mundo e uma maior deterioração na demanda global.

entry Jan 17 2019, 07:59 PM
Vodafone e IBM se juntam em computação em nuvem

* por Forbes
com Reuters

A Vodafone está se unindo à IBM para oferecer às empresas um modo de vincular sistemas de computação em nuvem para apoiar a próxima onda de avanços digitais, como machine learning, em redes de telecomunicações sem fio baseadas em tecnologia 5G.

Como parte do acordo, a operadora britânica pagará US$ 550 milhões à IBM sob um acordo de serviços de oito anos que oferecerá ferramentas, como inteligência artificial e automação para negócios conectados à rede.

As duas companhias estão lançando a iniciativa como uma combinação de computação em nuvem e conectividade que permitirá, por exemplo, comunicação veloz entre robôs em uma fábrica sem a necessidade de cabos conectados a uma central de processamento de dados.

E, com cerca de 70% das organizações usando até 15 diferentes sistemas de computação em nuvem, a capacidade de vinculá-los deve facilitar para as empresas se adaptarem e inovarem sem ter que redesenharem suas redes.

“Os negócios estão começando a adotar o digital. Conforme o fazem, deparam-se com muita complexidade”, afirmou Greg Hyttenrauch da Vodafone, um dos colíderes do projeto.

A Vodafone construiu uma forte posição em serviços móveis para empresas, colocando-se como uma das principais provedoras no Reino Unido, na Alemanha, na Itália e na Espanha, e está acirrando a disputa contra BT, Deutsche Telekom, Telecom Italia e Telefônica no mercado de linhas fixas.

A operadora britânica planeja crescer em receita de serviços para empresas, que atualmente contabiliza 30% do total, ao combinar serviços móveis e linha fixa com nova tecnologia em áreas como inteligência artificial e Internet das Coisas.

entry Jan 16 2019, 08:15 PM
Enel vende usinas de energia renovável no Brasil à chinesa CGN Energy por R$2,9 bi

* por Luciano Costa | Reuters

SÃO PAULO (Reuters) - A elétrica italiana Enel assinou por meio da subsidiária Enel Green Power contrato para a venda de 540 megawatts em usinas eólicas e solares no Brasil à chinesa CGN Energy International Holdings em uma transação avaliada num total de 2,9 bilhões de reais, ou 700 milhões de euros.

O negócio envolve 100 por cento dos ativos, que já estão operacionais, com pagamento no momento do fechamento.

Os ativos negociados com a chinesa foram as usinas solares de Nova Olinda, com 292 megawatts, no Piauí, e Lapa, de 158 megawatts, na Bahia, além do parque eólico Cristalândia, de 90 megawatts, também na Bahia.

"Com a venda desses ativos, nós estamos capturando valor para um crescimento maior no Brasil, onde estamos implementando um grande 'pipeline' de projetos renováveis. Nós seguimos focados nas oportunidades oferecidas pelo mercado renovável brasileiro e vamos continuar a investir no país", disse o chefe da Enel Green Power, Antonio Cammisecra, em nota.

Segundo a Enel, o negócio está em linha com o plano estratégico do grupo para o período 2019-2021, que prevê maximizar a acelerar a criação de valor por meio da venda de ativos para liberar recursos a serem investidos em novos projetos.

O modelo de negócios é conhecido como "construir, vender e operar" (BSO, na sigla em inglês).

O fechamento da transação é esperado para o terceiro trimestre de 2019, e ela está sujeita a condições precedentes incluindo a aprovação de autoridades antitruste, segundo a Enel.

A CGN Energy International é um braço de investimentos em ativos não nucleares no exterior da China General Nuclear Power Corporation (CGN), fundada em 1994, que é a maior operadora de ativos nucleares da China, segundo informações do site do grupo.

entry Jan 15 2019, 08:41 PM
Argentina fecha 2018 com segunda inflação mais alta do continente

* por AFP

Buenos Aires, 15 Jan 2019 (AFP) - A Argentina fechou 2018 com inflação de 47,6%, a segunda mais alta da América Latina, depois da Venezuela, e na contramão da maior parte dos países do mundo, que controlaram este mal há anos.

O índice de preços ao consumidor também foi o mais alto registrado no país desde 1991 --quando foi adotada a paridade entre peso e dólar.

Em dezembro, a inflação foi de 2,6%, mostrando uma desaceleração em relação aos meses anteriores, informou nesta terça-feira (15) o estatal Instituto de Estatísticas. Em novembro, tinha alcançado 3,2%, em outubro 5,4% e em setembro 6,5%.

"Claramente a Argentina está entre os cinco maiores países com a inflação mais alta", disse à AFP o economista Martín Vauthier, da Eco Go consultores.

"É uma inflação muito alta. A Argentina é um caso surpreendente de uma sociedade que se acostumou a viver com inflação. Há vários anos que a inflação não é um problema no mundo, nem nos países desenvolvidos, nem nos emergentes", acrescentou.

A Argentina sofreu com uma crise econômica em 2018 que levou o país a pegar um empréstimo de US$ 56 bilhões com o Fundo Monetário Internacional (FMI).

Prevê-se que, em 2018, o Produto Interno Bruto (PIB) caia 2,6%. A desvalorização da moeda ao longo do ano foi de 51%.

Alimentos, transporte e serviços
Os aumentos de preços mais significativos em 2018 foram dos setores de transporte (66,8%), alimentação (51,2%) e habitação e serviços de água, eletricidade e gás (45,7%).

Como os preços subiram, a pobreza aumentou, atingindo 27,3% até o primeiro semestre do ano passado, seu registro mais recente.

"Os insumos estão muito mais caros, 40%, 50%, até 100%, podemos dizer, e a venda é a mesma, os consumidores são os mesmos de todos os dias. Não posso transferir o aumento para os comensais", queixou-se Guillermo Fegan, dono de um restaurante em Buenos Aires.

Para conter a espiral de inflação e desvalorização, o Banco Central decidiu zerar o crescimento da oferta monetária e o governo do presidente liberal Mauricio Macri comprometeu-se a alcançar o equilíbrio fiscal em 2019.

O déficit fiscal foi de 3,9% em 2017 e projetado em 2,7% para 2018, embora provavelmente seja menor.

Segundo Vauthier, o índice de inflação "não foi maior porque o Banco Central aumentou muito a taxa de juros, mas isso levou a economia à recessão".

Com taxas de juros que atingiram 80% ao ano e atualmente estão em 58%, o consumo caiu. Segundo a Confederação da Média Empresa, as vendas no varejo caíram 15,6% em novembro passado em relação ao mesmo mês de 2017.

Desaceleração lenta
No Orçamento de 2019, o governo de Macri projetou inflação anual de 23%. Mas os primeiros meses do ano já verão fortes altas das tarifas de serviços públicos e do transporte.

"O processo de deflação vai ser muito lento. Nossa projeção para 2019 é de 34%. Se o mercado cambial acabar de estabilizar, pode diminuir. Fechar 2019 com 30% seria um sucesso. Mas é muito difícil após tantos anos de inércia inflacionária", afirmou Vauthier.

O ano promete ser tenso com eleições presidenciais em outubro, nas quais Macri buscará um novo mandato, enquanto os sindicatos pressionam por aumentos salariais.

"É um assunto muito complicado, vivemos isso todos os dias aqui. Hoje, você vai comprar no supermercado, e os preços são diferentes dos de ontem. Então, fica muito complicado para o povo, sobretudo com os salários baixos que você tem no país", comentou Gabriel Rodríguez, bancário de 40 anos.

entry Jan 14 2019, 07:32 PM
Dinamarquesa Orsted suspende venda de negócio de distribuição de energia

* por Jacob Gronholt-Pedersen | Reuters

COPENHAGUE (Reuters) - O grupo de energia Orsted disse nesta segunda-feira que vai suspender o processo de venda de seu negócio de distribuição de energia na Dinamarca, após ficar claro que não havia mais apoio político para o desinvestimento.

A Orsted, que tem o governo dinamarquês como acionista com uma fatia de 50,1 por cento, disse no domingo que o Ministério de Finanças disse que não haveria apoio político para dar prosseguimento à venda de seus negócios de distribuição de energia e atendimento a clientes residenciais.

"Consequentemente, o conselho de administração da Orsted decidiu descontinuar o processo", afirmou a companhia em um comunicado nesta segunda-feira.

A Orsted contava com os recursos gerados pelo desinvestimento para ajudar a financiar seu massivo plano de investimentos de 30,75 bilhões de dólares até 2025.

Mas a venda do negócio de distribuição da empresa foi bloqueada por partidos de oposição, incluindo o maior do país, o Social Democratas.

"Não é uma questão de se ele deve ser vendido ou não. É uma questão sobre para quem ele deveria ser vendido", disse a presidente do Social Democratas, Mette Frederiksen, nesta segunda-feira.

A italiana Enel e a dinamarquesa SEAS-NVE estavam entre os ao menos quatro interessados na unidade da Orsted, avaliada em cerca de 2,9 bilhões de dólares, conforme publicado pela Reuters na sexta-feira.

A Orsted, antes chamada DONG Energy, foi listada na bolsa de Copenhague em 2016, quando o Estado dinamarquês e um consórcio de investidores liderado pelo Goldman Sachs venderam ações.

A venda na época levou o banco de Wall Street a dobrar um investimento de 8 bilhões de coroas dinamarquesas feito apenas dois anos e meio antes, o que levantou críticas na Dinamarca de que o governo anterior havia vendido uma fatia de 18 por cento da empresa ao consórcio do Goldman por um preço baixo demais.

A Dinamarca terá eleições parlamentares no primeiro semestre deste ano.

entry Jan 13 2019, 07:57 PM
Volkswagen pode ter recall de mais carros por conta de emissões, diz jornal

* por Reuters | Berlin

A Autoridade Federal de Transportes Motorizados da Alemanha (KBA) está considerando a possibilidade de fazer recall de mais carros da Volkswagen devido ao escândalo de emissões, informou o jornal Bild am Sonntag neste domingo.

A KBA abriu uma investigação sobre a atualização de software para carros de motores de 1,2 litro, incluindo o popular Polo. O órgão investiga se o programa permitiu que eles enganassem os testes de emissões, disse o jornal.​

O Bild am Sonntag disse que os promotores estavam preparando acusações contra gerentes não identificados da Volkswagen por suspeita de fraude. A empresa deu garantias em 2016 de que os motores de 1,2 litro não usavam dispositivos que davam falsas informações sobre a emissões de poluentes.

A VW teve de fazer recall de centenas de milhares de carros em todo o mundo desde que admitiu em setembro de 2015 ter instalado um software ilegal em motores a diesel para enganar os rigorosos testes antipoluição dos EUA.

A KBA estava considerando forçar a saída das ruas de 30 mil carros afetados da Alemanha, embora fosse mais provável que apenas pedissem mais medidas corretivas, disse o jornal. Existem 370 mil dos modelos sob investigação no total na Europa.

O Ministério dos Transportes da Alemanha, que supervisiona a KBA, disse estar ciente das alegações, mas observou que a investigação da KBA ainda não havia sido concluída.

Um porta-voz da Volkswagen disse que controles internos de qualidade para carros a diesel com motores de 1,2 litro, modelo EA189, revelaram irregularidades que agora estão sendo analisadas.

Ele disse ainda que a Volkswagen havia informado as autoridades e a empresa estava em diálogo contínuo com elas.

entry Jan 12 2019, 08:15 PM
AB InBev considera IPO parcial de seus negócios na Ásia

* por Philip Blenkinsop e Julia Fioretti | Reuters
reportagem adicional de Martinne Geller | Londres

BRUXELAS/HONG KONG (Reuters) - A Anheuser-Busch InBev, maior cervejaria do mundo, está considerando levantar bilhões de dólares em uma listagem parcial das suas operações na Ásia, disseram duas fontes de bancos de investimentos asiáticas, em um negócio que ajudaria a reduzir a sua dívida.

A empresa baseada na Bélgica, fabricante da Budweiser, Corona e Stella Artois, vem discutindo uma possível listagem multibilionária em Hong Kong, disse um banqueiro, na sexta-feira.
A AB inBev recusou-se a comentar o assunto.

"Em linha com nossa cultura, nós sempre procuramos oportunidades para otimizar nossos negócios e conduzir crescimento em longo prazo, e estamos muito comprometidos com nossos negócios na região Ásia-Pacífico e animados com o potencial crescimento dessa geografia", disse uma porta-voz da AB InBev.

A Bloomberg noticiou, na sexta-feira, que a AB InBev estava considerando uma oferta pública inicial (IPO) que poderia levantar mais de 5 bilhões de dólares, com toda a operação da Ásia avaliada em 70 bilhões de dólares.

Um segundo banqueiro contatado pela Reuters previu uma emissão de 2 bilhões a 3 bilhões de dólares.

As ações da AB InBev, que caíram 38 por cento no último ano, fecharam com 3,7 por cento de alta na sexta-feira.

entry Jan 11 2019, 09:12 PM
Xiaomi faz aposta de US$ 1,5 bi em IA e aparelhos inteligentes

* por Bloomberg News

(Bloomberg) -- A Xiaomi investirá pelo menos 10 bilhões de yuans (US$ 1,5 bilhão) em inteligência artificial e aparelhos inteligentes nos próximos cinco anos em um momento em que a fabricante de smartphones atravessa uma desaceleração no setor e incertezas econômicas decorrentes da tensão entre os EUA e a China.

O investimento faz parte da estratégia da empresa com sede em Pequim para extrair mais receita de serviços de alto valor e da Internet das Coisas, afirmou o bilionário cofundador da empresa, Lei Jun, em comunicado. A empresa também está se concentrando no mercado de luxo e na expansão na Europa, disse Lei à Bloomberg Television, na quinta-feira. A Xiaomi está tomando medidas diante do cenário de guerra comercial latente que está gerando uma incerteza econômica global, acrescentou.

"Agora é a hora da ação. Estamos apostando tudo em AIoT", disse Lei, em referência à combinação de inteligência artificial com o ecossistema de dispositivos conectados conhecido como Internet das Coisas. Ele não deu mais detalhes sobre o plano de investimento.

A Xiaomi busca diversificar sua receita em um momento de estabilização da demanda por smartphones em todo o mundo, mas espera uma recuperação da demanda com o advento da conexão sem fio super-rápida de quinta geração. Antes apontada como uma empresa digital capaz de alcançar um valor de até US$ 100 bilhões, a Xiaomi atualmente vale cerca de um terço disso. Suas ações caíram cerca de 40 por cento desde a oferta pública inicial de julho.

entry Jan 10 2019, 07:41 PM
Chile avalia imposto de 19% sobre empresas multinacionais de tecnologia

* por Marion Giraldo | Reuters

(Reuters) - O Chile está avaliando propostas para a criação de um imposto de até 19% sobre companhias multinacionais que oferecem serviços pela internet que tenham operações no país, afirmou o ministro das Finanças, Felipe Larrain, nesta quinta-feira (10). A taxa é quase o dobro do nível proposto originalmente.

A Câmara Chilena de Comércio, a Confederação da Produção e Comércio e a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) apoiam a taxa de 19%, que se equipara ao atual imposto de valor adicionado (VAT) já pago pelas companhias chilenas.

O novo imposto tem como alvo companhias internacionais como Amazon, Netflix, Spotify e Uber, que estão baseadas fora do Chile mas estão ampliando oferta de serviços no país.

O governo do presidente chileno, Sebastián Piñera, de centro-direita, propôs uma taxa de 10% sobre tais companhias, parte de uma ampla reforma tributária a ser apresentada ao Congresso.

Larrain confirmou que a OCDE sugeriu a taxa de 19% e que o governo estava avaliando ela junto com outras propostas. "Vamos discutir com membros da comissão de finanças do Congresso e estamos abertos ao diálogo", disse Larrain a jornalistas.

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