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entry Nov 24 2019, 09:18 PM
Bitcoin afunda para menor nível em 6 meses com anúncio de fiscalização na China

* por Tom Wilson | Reuters

LONDRES (Reuters) - O bitcoin despencou para o menor nível em seis meses nesta sexta-feira depois que o banco central da China lançou uma nova operação de fiscalização sobre operações com criptomoedas, alertando sobre riscos ligados a emissão ou negociação delas.

Às 11h44, o bitcoin, maior moeda digital do mundo, tinha queda de cerca de 9%, para 6.946 dólares, perto do menor nível desde maio.

O banco central da China em Xangai afirmou que vai combater crescentes casos de ilegalidades envolvendo moedas digitais. A autoridade monetária também alertou investidores a não confundirem criptomoedas com tecnologia blockchain.

O anúncio foi feito um dia depois que reguladores em Shenzhen lançaram uma campanha similar e acontece em um momento em que o banco central chinês se prepara para lançar sua própria moeda digital.

O presidente chinês, Xi Jinping, afirmou no mês passado que a segunda maior economia do mundo deve acelerar o desenvolvimento da tecnologia blockchain.

O bitcoin, que costuma passar por fortes oscilações de preço, disparou mais de 40% nos dois dias após os comentários de Xi, com investidores apostando que o apoio de Pequim à tecnologia blockchain e os planos do governo chinês para criar uma moeda nacional digital iriam acelerar o ingresso das criptomoedas no mercado de massa.

Mas desde o final de outubro, o bitcoin acumula desvalorização de quase 30%.

Jamie Farquhar, gestor de portfólio na empresa britânica de criptomoedas NKB Group, afirmou que o comunicado do banco central chinês cristalizou a tese crescente de investidores de que o apoio da China à tecnologia blockchain provavelmente não vai incluir criptomoedas como o bitcoin.

“É a realização de que o otimismo sobre o anúncio de Xi sobre blockchain foi exagerado”, disse Farquhar.

entry Nov 23 2019, 09:40 PM
SoftBank, Gávea e Constellation aportam R$580 mi na Vtex

* por Tatiana Bautzer | Reuters

SÃO PAULO (Reuters) - A companhia brasileira de tecnologia para varejo Vtex recebeu investimento de 580 milhões de reais aportado por SoftBank, Gávea e Constellation Asset Management e usará os recursos para pesquisa e desenvolvimento e acelerar expansão global.

A empresa afirma ter clientes em 28 países, atendendo 2.500 marcas globais, e crescimento orgânico de 43% nos últimos cinco anos.

O fundo Riverwood Capital, que investiu na VTEX em 2014, continua sendo um acionista relevante, afirmou a companhia em comunicado à imprensa.

“A Vtex possui três atributos que, acreditamos, sustentarão o sucesso da empresa: uma forte cultura de equipe, um produto de primeira classe e empreendedores com mentalidade de rentabilidade”, disse Paulo Passoni, sócio gerente de investimentos do fundo da SoftBank na América Latina, no comunicado.

O acordo para o aporte ocorreu dias depois que o braço de serviços financeiros do grupo Lojas Americanas, Ame, fechou contrato com a Vtex para integração das plataformas de pagamentos.

Em junho, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou sem restrições a criação de uma joint-venture da Vtex com a produtora de software corporativo Totvs.

entry Nov 22 2019, 10:20 PM
Índice europeu fecha sessão em alta com notícias comerciais, mas acumula queda na semana

* por Sruthi Shankar e Sagarika Jaisinghani | Reuters

(Reuters) - As ações europeias registraram seu melhor dia em três semanas nesta sexta-feira, após dados positivos das principais economias da zona do euro e na esteira ainda de uma retórica favorável sobre um acordo comercial EUA-China.

Essa combinação ajudou o mercado a encerrar uma semana fraca em tom benigno.

As mineradoras europeias --sensíveis a questões comerciais-- saltaram quase 2%, apagando quase todas as perdas do início desta semana. Todos, exceto um dos subsetores europeus, terminaram em alta.

O presidente dos EUA, Donald Trump, disse que um acordo comercial com a China está "potencialmente muito próximo". Pequim havia dito anteriormente que queria elaborar um acordo inicial com Washington, após relatos de que uma trégua poderia ser adiada para 2020.

O índice pan-europeu STOXX 600 terminou a sessão em alta de 0,4%. Ainda assim, o índice caiu 0,5% na semana, interrompendo uma série de seis semanas de valorização, conforme recentes sinais mistos sobre o comércio afetando o sentimento.

Mais cedo na sessão, pesquisas mostraram crescimento na atividade empresarial na França este mês, enquanto as condições na Alemanha continuaram a se deteriorar em novembro, embora mais lentamente.

Os números de ambas as economias foram um alívio para investidores, mesmo quando outra pesquisa mostrou que o PMI europeu caiu em novembro, por pouco não registrando contração.

O índice FTSEurofirst 300 fechou em alta de 0,46%, a 1.582 pontos.

Em LONDRES, o índice Financial Times avançou 1,22%, a 7.326 pontos.

Em FRANKFURT, o índice DAX subiu 0,20%, a 13.163 pontos.

Em PARIS, o índice CAC-40 ganhou 0,20%, a 5.893 pontos.

Em MILÃO, o índice Ftse/Mib teve desvalorização de 0,09%, a 23.259 pontos.

Em MADRI, o índice Ibex-35 registrou alta de 0,44%, a 9.254 pontos.

Em LISBOA, o índice PSI20 valorizou-se 0,15%, a 5.180 pontos.

entry Nov 21 2019, 09:25 PM
Carros elétricos são um desafio para supermercados e postos de gasolina

* por AFP

Los Angeles, 21 Nov 2019 (AFP) - A ascensão dos carros elétricos está se mostrando um desafio não apenas para as montadoras, mas também para os postos de gasolina, supermercados e shoppings obrigados a se adaptar à medida que cada vez mais veículos desse tipo entram em circulação, dizem os especialistas.

"Trabalho com o negócio de varejo de combustível há 20 anos, e há três anos não havia nenhum interesse em carregar veículos elétricos", disse John Eichberger, diretor executivo do Fuels Institute, um 'think tank' orientado para a pesquisa.

"Eles pensavam que isso era a maior ameaça ao seu modelo de negócios. Mas agora eles perceberam que são seus clientes", acrescentou Eichberger durante um painel de discussão esta semana no Los Angeles Auto Show.

Um grande problema para os postos de gasolina tradicionais é o mínimo de 20 a 30 minutos necessários para carregar um veículo elétrico, em oposição à média de três minutos e meio que os clientes normalmente gastam enchendo o tanque de seus carros com gasolina. Esse tempo inclui as compras que com frequência são feitas na loja de conveniência, observou Eichberger.

Ele disse que embora a maioria das pessoas hoje carregue seus veículos elétricos em casa ou no trabalho, os postos de gasolina tradicionais - cerca de 145.000 nos EUA - poderiam instalar carregadores elétricos rápidos para atender ao crescente número de proprietários de veículos elétricos.

"Junto com as ofertas de serviços de alimentação e o Wi-Fi gratuito, isso poderia dar a oportunidade de desenvolver um modelo de negócios em torno dessa base de clientes que pode ser adicionado ao modo de negócios existente", disse. "Estamos vendo muitos deles começarem a fazer isso e descobrir o que faz sentido para seus clientes".

O mesmo desafio aparece nos supermercados que estão oferecendo cada vez mais estações de carregamento.

"Os dados que vejo sugerem que, em 20 anos, mais de 30% dos veículos em circulação serão algum tipo de carro elétrico que requer alguma forma de carregamento", disse Ed Hudson, diretor sênior de pesquisa corporativa da Kroger, uma das maiores redes de supermercados dos EUA.

Mudança nos estacionamentos
"Isso vai mudar os estacionamentos", disse Hudson.

"Onde colocaremos todos esses carregadores de veículos elétricos? Quantas empresas diferentes tentam criar seu próprio sistema proprietário, como a Tesla? Isso vai tornar tudo muito complicado", acrescentou, apontando o alto custo da instalação de estações de carregamento em estacionamentos.

Um desafio, dizem os especialistas, é o fato de que a maioria das vendas de veículos elétricos nos Estados Unidos - o segundo maior mercado depois da China - está concentrada na costa oeste e na costa leste, onde as redes de supermercados estão em pequenos terrenos e onde os imóveis são muito caros.

O mesmo se aplica aos shopping centers, que muitas vezes precisam obedecer a regulamentos estritos.

"Existem inúmeras restrições nos contratos de aluguel que restringem nossa capacidade de trabalhar em determinados locais", disse Daniel Segal, vice-presidente de desenvolvimento de negócios do Simon Property Group, líder global na propriedade de shopping centers.

"Não somos limitados apenas pelo que fazemos com o carregamento de veículos elétricos", disse Segal. "Ainda temos essa coisa chamada compras e construção de lojas de varejo (...) pressionando ainda mais nossas próprias estruturas de estacionamento".

De acordo com o Edison Electric Institute, havia quase 1,2 milhão de veículos elétricos nas estradas dos EUA no final de março, e as vendas aumentaram 81% em 2018 em relação ao ano anterior.

Esse número de veículos elétricos nos EUA deve atingir 18,7 milhões em 2030.

entry Nov 21 2019, 09:17 PM
Fed rejeita por unanimidade aplicar juros negativos

* por AFP

Washington, 20 Nov 2019 (AFP) - O Federal Reserve (Fed) dos Estados Unidos descartou por unanimidade instaurar taxas negativas de juros, algo que o presidente do país, Donald Trump, pediu reiteradamente, segundo um documento da entidade divulgado nesta quarta-feira.

Em suas reuniões de 29 e 30 de outubro, os membros do Fed disseram que a maior economia do mundo foi "resistente" diante das persistentes dificuldades mundiais, mas os riscos, incluindo as guerras comerciais de Trump, continuam sendo "elevados".

Nessa reunião, o comitê de política monetária do Fed cortou pela terceira vez no ano as taxas de juros, para situá-las em uma faixa entre 1,5% e 1,75%.

entry Nov 19 2019, 08:00 PM
Planos mundiais para imposto digital vão fracassar, diz conselho francês

Chris Giles | Financial Times | Londres

A proposta da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) para permitir que governos nacionais tributem parte dos lucros das multinacionais com base nas vendas que elas realizam em seus países não resultaria em muita arrecadação adicional, de acordo com uma avaliação independente conduzida a pedido do governo francês.

Uma simulação conduzida pelo Conselho Francês de Análise Econômica, que assessora o governo da França, constatou que a mudança na arrecadação de impostos empresariais não seria substancial na França, Alemanha, Estados Unidos e China, sob as propostas da OCDE para reformar radicalmente um século de regras internacionais de tributação de empresas. E as normas criariam complexidades burocráticas, o estudo apontou.

A França, por exemplo, ganharia por poder tributar parte das vendas de companhias como Facebook, Apple, Amazon, Netflix e Google em seu território, mas perderia alguns de seus direitos de tributar gigantes nacionais como o grupo de produtos de luxo LVMH, afirmou o conselho.

Qualquer imposto adicional arrecadado pelas economias avançadas viria não da primeira mas de uma segunda proposta da OCDE, para um acordo quanto a uma alíquota mínima efetiva para os impostos empresariais –um plano muito mais contencioso do que a primeira proposta.

Mathieu Parenti, professor assistente de economia na Universidade Livre de Bruxelas, disse que os resultados limitados das propostas da OCDE poderiam torna-las “politicamente viáveis, porque nada mudará”.

Os grandes ganhos em termos tributários, ele disse, viriam da segunda proposta quanto a um imposto mínimo mundial, que é “um pouco brutal” ao abocanhar “uma grande fatia do bolo e reduzir o incentivo para transferência de tributação a países de impostos baixos” como Irlanda, Holanda ou Luxemburgo. Mas a OCDE também teria mais dificuldade em obter um acordo internacional quanto a essa proposta.

A instituição sediada em Paris está envolvida em uma avaliação de impacto sobre as propostas e acredita que a mudança na localização dos direitos de tributação teria impacto significativamente maior do que o estudo do Conselho Francês de Análise Econômica sugere.

A análise independente estima que a França atualmente perde pelo menos US$ 5 bilhões ao ano por suas multinacionais transferirem lucros e a localização de ativos intangíveis, como marcas, para jurisdições de baixa tributação. Isso equivale a cerca de 10% da arrecadação anual do país com impostos empresariais.

O conselho estimou que haveria um aumento de apenas 0,3% na arrecadação tributária empresarial da França e Alemanha, sob um cenário que tenta reproduzir os planos da OCDE para impedir que as multinacionais transfiram lucros para diferentes partes do planeta a fim de evitar impostos.

Philippe Martin, presidente do Conselho Francês de Análise Econômica, disse que as baixas estimativas de arrecadação resultavam de propostas de tributar “apenas uma pequena proporção dos lucros mundiais das multinacionais” com base no local de venda e não na localização física da sede da empresa.

O plano da OCDE é dividir os lucros mundiais em lucros “de rotina”, tributados como agora, e lucros “residuais”, dos quais uma proporção seria tributada no país de venda. Dados os resultados fracos, o conselho sugeriu uma política muito mais radical de arrecadar com base em uma proporção dos lucros gerais no país de venda, em ugar de apenas os lucros residuais.

Os efeitos mínimos que o estudo independente determinou são questionados dentro da OCDE, no entanto. Esta ainda está trabalhando em sua análise da questão, e Pascal Saint Amans, diretor do Centro de Política e Administração Tributária da OCDE, antecipa que a mudança nos direitos de tributação tenha efeito maior e mais positivo sobre a arrecadação dos grandes países europeus, os Estados Unidos e a China, com perdas maiores para os paraísos fiscais.

Mas ele aceitou o direcionamento geral dos resultados do conselho francês; a primeira parte das propostas da OCDE sempre teve a intenção de corrigir a alocação de direitos de tributação entre países, o que traria menos dinheiro que a segunda parte, que garantiria que todas as multinacionais paguem um nível mínimo de imposto.

entry Nov 18 2019, 08:29 PM
SoftBank vai criar gigante de US$ 30 bi com fusão de Yahoo Japan com Line Corp

* Forbes
com Reuters

A SoftBank planeja fundir o Yahoo Japan com a operadora de aplicativo de mensagens Line Corp, criando um grupo de US$ 30 bilhões para competir de maneira mais eficiente com a rival japonesa Rakuten e gigantes norte-americanas.

O negócio, que vai combinar os dois principais provedores de serviço de pagamento via QR code do Japão, oferece ao Yahoo Japan acesso aos 164 milhões de usuários do Line e aos dados deles no Japão e no sudeste asiático em um momento em que a SoftBank se expande para serviços além de seu tradicional mercado de telecomunicações.

A SoftBank afirmou que o Yahoo Japan, que no mês passado mudou de nome para Z Holdings Corp, deverá completar a fusão com a Line, controlada pela sul-coreana Naver Corp, em outubro de 2020.

As companhias planejam alcançar um acordo definitivo no próximo mês, quando as empresas deverão formar uma joint-venture em partes iguais que vai controlar a Z Holdings, enquanto ela vai operar o Yahoo Japan e a Line.

A fusão é motivada pelo que as empresas chamam de “instinto de crise” diante da ascensão de gigantes de tecnologia dos Estados Unidos e da China, disse o presidente-executivo da Line, Takeshi Idezawa, a jornalistas.

A Line foi lançada para superar redes de telefonia interrompidas após o terremoto e tsunami de 2011. A empresa depois ergueu uma forte base de usuários e abriu capital em bolsa em 2016.

Mas o serviço de mensagens acabou enfrentando dificuldades para ingressar em países dominados por aplicativos como WhatsApp.

entry Nov 17 2019, 09:36 PM
Fundo 220 Capital compra locadora de infraestrutura de TI Agasus

* por Reuters

SÃO PAULO (Reuters) - O fundo de investimento em companhias brasileiras 220 Capital anunciou nesta quarta-feira aquisição da totalidade da locadora de infraestrutura de tecnologia da informação Agasus, pegando carona em um mercado que tem crescido no embalo da computação vendida como serviço.

A Agasus trabalha com locação de equipamentos desde computadores de mesa até smartphones, além de oferta de suporte, e tem projeção de elevar o faturamento neste ano em 30%, para cerca de 50 milhões de reais. A expectativa é acelerar o crescimento, atingindo 100 milhões de reais de faturamento em 2021, afirmaram as companhias em comunicado à imprensa.

O valor da operação não foi revelado.

A 220 Capital segue um modelo de conhecido como “search fund” em que empreendedores, apoiados por investidores brasileiros e internacionais, têm interesse em adquirir empresas com faturamento entre 30 milhões e 100 milhões de reais. O fundo afirma que tem interesse por empresas nacionais, com fluxo de caixa positivo e receitas recorrentes.

A aquisição da Agasus ocorreu em maio e só agora os grupos estão divulgando a operação. Desde então, a locadora de equipamentos de TI investiu 1 milhão de reais em infraestrutura e ampliação de sede, elevando a força de trabalho de 63 para 95 funcionários até o final deste ano.

Fundada em 2000, a Agasus acumula locação de mais de 30 mil notebooks, 25 mil desktops e servidores e 6 mil smartphones e tablets. A empresa ingressou no mercado de educação no início do ano.

entry Nov 16 2019, 08:46 PM
IBM lança sistema mais rápido de previsão do tempo com cobertura mundial

* por Nina Chestney | Reuters

LONDRES (Reuters) - A IBM anunciou nesta quinta-feira que lançará um novo sistema de meteorologia capaz de prever condições do tempo com até 12 horas de antecedência e cobrir partes do mundo que não possuíam acesso a dados detalhados.

A demanda por previsões meteorológicas muito precisas e mais rápidas aumentou à medida que as condições mais extremas do clima aumentam com o aquecimento global e à medida que cresce o percentual de utilização de energias renováveis, mais dependentes de fatores como chuva e vento.

O sistema, conhecido como IBM GRAF - Sistema Global de Previsão Atmosférica de Alta Resolução - será executado em um supercomputador e fornecerá previsões de qualidade mais detalhadas.

Anteriormente, esse tipo de previsão estava disponível apenas nos Estados Unidos, Japão e em alguns países da Europa Ocidental.

O novo sistema fornecerá dados para cobrir o mundo, incluindo Ásia, África e América do Sul, algumas das regiões mais vulneráveis aos efeitos das mudanças climáticas, informou a empresa.

“As previsões aprimoradas podem ser revolucionárias para algumas áreas do mundo, como para um agricultor rural na Índia ou no Quênia”, disse Cameron Clayton, chefe da The Weather Company, subsidiária da IBM.

“Se você nunca teve acesso a dados climáticos de alta resolução, agora poderá prever tempestades antes que se aproximem de seus campos, e pode planejar melhor o plantio ou a colheita”, acrescentou.

entry Nov 15 2019, 08:40 PM
Alibaba lança gigantesca operação na Bolsa de Hong Kong

* por AFP

Pequim, 15 Nov 2019 (AFP) - A gigante chinesa do comércio eletrônico Alibaba lançou, nesta sexta-feira (15), uma gigantesca operação na Bolsa de Hong Kong, com a expectativa de captar cerca de US$ 13,8 bilhões, em um sinal de confiança na ex-colônia britânica abalada pelo caos político.

O grupo fundado pelo excêntrico milionário Jack Ma, que em 2014 realizou o maior lançamento na bolsa de todos os tempos em Wall Street, escolheu a praça chinesa para captar fundos que lhe permitirão se desenvolver mundialmente.

"Para uma jovem empresa que tem apenas 20 anos, é um novo impulso", disse o presidente do grupo, Daniel Zhang, em uma carta aos investidores.

Ainda assim, pretende enviar um sinal de confiança a Hong Kong, palco há cinco meses de manifestações cada vez mais violentas contra o crescente controle do regime comunista de Pequim no território autônomo.

"Neste período de mudanças, continuamos acreditando que o futuro de Hong Kong continua a ser resplandecente. Esperamos contribuir, da nossa forma, para o futuro de Hong Kong", declarou.

Mais perto de Pequim
A Alibaba optou "com pesar" se lançar em Nova York, em vez Hong Kong, em 2014, lembrou Zhang. A gigante chinesa captou então 25 bilhões de dólares - um recorde mundial absoluto para um IPO.

Agora, a Alibaba ofereceu até 575 milhões de ações aos investidores ao preço unitário máximo de 188 dólares de Hong Kong, ou seja, ao todo, cerca de 13,8 bilhões de dólares.

O montante é inferior às últimas estimativas: o jornal de Hong Kong South China Morning Post, que pertence à Alibaba, anunciou na quarta que o grupo previa captar até 15 bilhões de dólares - o que representaria o maior lançamento na bolsa na ex-colônia britânica desde 2010.

O governo chinês estimula as gigantes tecnológicas locais a fazerem IPOs mais perto de Pequim, após a perda da Alibaba e da gigante de internet Baidu, que também preferiu Wall Street.

A Bolsa de Hong Kong mudou suas regras nos últimos anos para autorizar uma empresa a se lançar em duas praças diferentes.

2 bilhões de consumidores em 2036
Em cinco anos, o grupo espera contar com 1 bilhão de consumidores na China. Para 2036, o objetivo é chegar aos 2 bilhões de consumidores no mundo.

"Enquanto o mundo se transforma em uma economia digital (...) a globalização é o futuro do grupo Alibaba", disse Daniel Zhang em sua carta aos investidores.

A Alibaba esperou passar o tradicional "Dia dos Solteiros", maior data comercial global, para anunciar seu lançamento na bolsa: a gigante, cuja sede fica em Hangzhou (leste), registrou vendas recorde de cerca de 35 bilhões de euros em 24 horas, 26% mais que no ano passado.

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