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entry Aug 8 2019, 09:09 PM
EUA impõe tarifas sobre US$ 4,4 bilhões em móveis chineses

* por AFP

Washington, 8 Ago 2019 (AFP) - O Departamento de Comércio dos EUA anunciou nesta quinta-feira (8) a imposição de tarifas sobre US$ 4,4 bilhões em importações de móveis de cozinha e banheiro produzidos na China.

O governo americano, que adotou essa medida após uma denúncia da organização de fabricantes de armários de cozinha, estimou que os móveis de madeira fabricados na China são exportados a um preço baixo para os Estados Unidos porque se beneficiam dos subsídios do governo.

O departamento estima que os exportadores chineses deste tipo de mobiliário obtenham auxílios estatais entre 10,97% e 229,24% do seu valor.

Esta decisão vem à tona uma semana depois de Washington anunciar que vai impor novas tarifas sobre US$ 300 bilhões em mercadorias importadas da China a partir de 1º de setembro.

entry Aug 7 2019, 08:47 PM
Reino Unido tem poucos precedentes para lidar com pós-Brexit

* por Craig Stirling e Eddie Spence | Bloomberg

(Bloomberg) -- As autoridades britânicas que se perguntam como lidar com a saída do Reino Unido da União Europeia, caso realmente aconteça, poderiam concordar que não há um precedente de fato sobre quais seriam as consequências.

Esse foi o tema abordado pelo presidente do Banco da Inglaterra, Mark Carney, quando fez uma apresentação para parlamentares em 1º de novembro de 2018, exatamente um ano antes, ele estava defendendo a economia pós-Brexit.

A natureza única do desafio do Reino Unido caso o governo do primeiro-ministro Boris Johnson não chegue a um acordo com a UE dificulta o trabalho das autoridades financeiras, porque as obriga a confiar na imaginação para modelar resultados complexos enquanto preparam uma resposta. Embora a projetada queda na libra tenha ocorrido regularmente em resposta a choques do passado, o mesmo não pode ser dito para uma interrupção repentina no comércio.

"Você está completamente reordenando o comércio do Reino Unido da noite para o dia - nosso sistema de fornecimento e o próprio país", disse Cathal Kennedy, economista da RBC Capital Markets e ex-funcionário do Tesouro do Reino Unido. "No contexto da história econômica que conhecemos, após a Segunda Guerra Mundial, é quase único recuar em relação a isso, de uma maneira bastante dramática."

Essa falta de precedentes é digna de nota em uma economia global que sofreu vários períodos de turbulência no último século.

entry Aug 6 2019, 08:26 PM
Nokia diz que leilão de espectro para 5G no Brasil pode ser o maior do mundo

* por Reuters

A fabricante finlandesa de equipamentos para telecomunicações Nokia espera que o Brasil sedie no próximo ano o maior leilão de espectro para tecnologia 5G no mundo, figurando entre os primeiros países latino-americanos a implementarem a rede de ultrarrápida, disse um executivo de alto escalão da empresa à Reuters.

Depois de se aliar à operadora estatal uruguaia Antel para lançar a primeira rede comercial 5G da América Latina, a Nokia agora está mirando o Brasil, seu maior mercado na região.

“Vemos vontade política para realização de um grande leilão de espectro no primeiro trimestre de 2020. Eu acho plausível dizer que o grande presente de Natal no ano que vem deve ser um aparelho 5G”, afirmou Wilson Cardoso, diretor de soluções para América Latina, em entrevista ontem (5).

O órgão regulador de telecomunicações no Brasil, Anatel, ainda está definindo as regras do leilão, após decidir em maio que tanto a frequência 2,3 GHz quanto a 3,5 GHz serão alocadas ao 5G.

Outras bandas como a 26 GHz e a 700 MHz, que suportam comunicações de baixa latência adequadas para uso industrial, também podem ser adicionadas ao mesmo leilão, esperado para março, de acordo com a agência reguladora.

Se todas as quatro forem leiloadas conjuntamente, alertou Cardoso, será o maior leilão único de espectro para 5G no mundo. “As joias da coroa são certamente os blocos em 26GHz e 700 MHz, mas quanto mais espectro disponível menor deve ser a especulação de preço entre os participantes do leilão”, explicou o executivo.

A Nokia começou a testar as tecnologias para 5G no Brasil em fevereiro do ano passado em parceria com a TIM, subsidiária brasileira da Telecom Italia. Desde então, o grupo finlandês também conduziu testes com outras operadoras no país, mas Cardoso se recusou a identificá-las, uma vez que os projetos ainda são confidenciais.

Assim como a sueca Ericsson e a chinesa Huawei Technologies, a Nokia também vem colaborando com a Anatel antes do leilão, acrescentou o executivo.

Questionado se as preocupações de espionagem levantadas pelo presidente norte-americano, Donald Trump, contra a rival Huawei beneficiaram os negócios da Nokia no Brasil e no exterior, ele afirmou que a companhia finlandesa está “aproveitando todas as oportunidades que surgem”. “Somos a alternativa ocidental aos produtos da Huawei e o competidor direto dela, já que nossos portfólios de fim-a-fim são bem compatíveis”, comentou Cardoso.

A Nokia já assinou 45 contratos comerciais em 30 países em todo o mundo para fornecer equipamentos para redes 5G, dos quais dez se encontram em operação, de acordo com a empresa. Só na América, foram assinados três contratos, incluindo o firmado em abril com a uruguaia Antel.

Em 2018, a companhia investiu pouco mais de 20% da receita em pesquisa e desenvolvimento, incluindo tecnologias para 5G.

entry Aug 5 2019, 08:42 PM
Foxconn quer vender fábrica na China de US$8,8 bi, dizem fontes

* por Yimou Lee | Reuters

TAIPÉ (Reuters) - A taiwanesa Foxconn está avaliando vender sua nova fábrica de painéis de LCD de 8,8 bilhões de dólares na China, disseram fontes familiarizadas ao assunto à Reuters, enquanto a demanda pelo produto diminui em meio à intensificação da guerra comercial EUA-China.

A Foxconn, formalmente conhecida como Hon Hai Precision Industry, está em negociações para nomear bancos para encontrar um comprador para sua fábrica de telas de cristal líquido (LCD) que está sendo construída na cidade de Guangzhou, no sul da China, disseram duas pessoas com conhecimento direto da questão.

A venda ocorreria em um momento delicado para a Foxconn, que tem grandes investimentos na China, uma grande lista de clientes dos EUA, que inclui Apple, e está navegando em uma rota complicada em meio a prolongada guerra comercial entre Washington e Pequim. Isso marcaria um dos seus maiores desinvestimentos da China.

“Não é uma venda fácil e pode demorar um pouco”, disse uma das fontes, citando a fraca demanda global por LCDs de tamanho grande.

A Foxconn, em uma declaração por escrito à Reuters, disse: “Por uma questão de política da empresa, a Foxconn não responde a rumores de mercado ou especulação”. As fontes pediram anonimato porque as deliberações são confidenciais.

A guerra comercial interrompeu as cadeias de fornecimento globais de tecnologia de maneira significativa, forçando a Foxconn a revisar a sua própria cadeia. Isso e a desaceleração da demanda por televisões e monitores de tela grande levaram a administração da Foxconn a procurar um comprador para a fábrica de LCD, disse uma das fontes familiarizadas com o pensamento da administração.

Também estavam sendo levantadas questões dentro da Foxconn sobre a necessidade do projeto de Guangzhou. “As fábricas existentes já não estão operando em capacidade total... por que precisam de outra?”, Disse a fonte.

A segunda fonte disse que a nova fábrica não começará a produção até o início de outubro, o que a torna menos atraente para os compradores por causa dos riscos adicionais em comparação a uma fábrica já em operação.

entry Aug 4 2019, 07:53 PM
Amazon diz que imposto digital da França atingirá consumidores e pequenas empresas

* por Por Laurence Frost | Reuters

PARIS (Reuters) - A Amazon disse nesta sexta-feira que repassará o custo de um novo imposto digital na França a consumidores e parceiros comerciais, alertando que a medida pode dificultar a concorrência de algumas pequenas empresas francesas contra rivais estrangeiros.

O Senado francês aprovou no mês passado uma taxa de 3% sobre as receitas obtidas na França das gigantes de serviços digitais o que fez o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçar impor tarifas de retaliação sobre o vinho francês.

“Não estamos em condições de absorver um imposto adicional baseado em receita, em vez de lucro”, disse a Amazon em comunicado, citando a dura concorrência no “setor varejista de baixa margem” e seu investimento significativo em ferramentas e serviços digitais.

“Não temos outra opção senão repassá-lo”, disse a Amazon. “Nós reconhecemos que isso pode colocar pequenas empresas francesas em desvantagem competitiva com seus concorrentes em outros países.”

O ministro das Finanças da França disse no sábado que o país levará adiante o imposto digital, ao mesmo tempo em que apóia os esforços para chegar a um acordo sobre uma taxa internacional por meio da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

Outros países da União Europeia, incluindo Áustria, Reino Unido, Espanha e Itália, também anunciaram planos para seus próprios impostos sobre serviços digitais.

entry Aug 3 2019, 09:05 PM
Nissan e Renault podem reformular aliança global

* por Dow Jones Newswires | Washington

Executivos da Nissan e da Renault estão tentando fechar um acordo para reformular sua aliança global, com líderes da montadora francesa buscando abrir caminhos para retomar negociações de fusão com a Fiat Chrysler Automobiles.

A Nissan quer que a Renault reduza sua participação de 43,4% na empresa automobilística japonesa, visando resolver antigas tensões entre as duas montadoras sobre a estrutura de sua aliança global. Com tal questão resolvida, a Renault poderia retomar conversas com a Fiat.

entry Aug 2 2019, 09:19 PM
Diretora do BM vence disputa por direção do FMI, mas sem apoios suficientes

* por EFE

Paris, 2 ago (EFE).- A búlgara Kristalina Georgieva, atual diretora-executiva do Banco Mundial (BM), foi a candidata que mais recebeu votos para ser a candidata europeia à direção do Fundo Monetário Internacional (FMI), mas sem os apoios suficientes para conseguir o respaldo da União Europeia (UE).

A candidata búlgara, que chegou à rodada final de votações junto com o ex-presidente do Eurogrupo, o holandês Jeroen Dijsselbloem, obteve o apoio de 56% dos países, mas estes representam menos de 65% da população, como exigia o critério de maioria qualificada.

Desta forma, a indicação do candidato europeu a substituir a francesa Christine Lagarde à frente do FMI fica adiada e pendente de novas negociações entre os 28 membros da UE. EFE

entry Aug 1 2019, 09:01 PM
EUA assina com Brasil acordo para cooperação em projetos de infraestrutura

* por Anthony Boadle | Reuters

BRASÍLIA, 1 Ago (Reuters) - Os governos dos Estados Unidos e do Brasil assinaram nesta quinta-feira acordo de cooperação no financiamento de projetos de infraestrutura prioritárias no Brasil.

A assinatura do acordo ocorreu na presença do secretário de Comércio dos EUA, Wilbur Ross, durante uma conferência internacional sobre infraestrutura que contou com participação de executivos de multinacionais em Brasília.

Ross encorajou investimento de empresas no Brasil e se disse impressionado com a lista de projetos de infraestrutura que vão ser leiloados à iniciativa privada no país nos próximos meses.

"Eu ficaria menos nervoso de investir aqui do que em outros países", disse Ross, depois de comentar sobre a reticência de empresas norte-americanas em investir na América Latina diante de obstáculos que incluem travas burocráticas e alfandegárias e problemas de corrupção.

O acordo foi assinado pela chefe para o hemisfério da OPIC (Corporação de Investimento Privado no Exterior, na sigla em inglês), do governo dos EUA, Kristie Pellecchia. Do lado brasileiro, o documento foi assinado por Veronica Sanchez, secretária de coordenação de obras estratégicas e fomento do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI).

A OPIC dispõe de 60 bilhões de dólares em fundos para financiamento de projetos em mercados emergentes.

entry Jul 31 2019, 08:45 PM
JPMorgan diz que Europa nem sempre pode ser comparada ao Japão

* por Ksenia Galouchko | Bloomberg
com a colaboração de Michael Msika

(Bloomberg) -- Investidores costumam comparar a Europa ao Japão hoje em dia, mas, de acordo com o JPMorgan, seus ativos enviam sinais muito diferentes, na maioria das vezes.

Embora a queda dos rendimentos dos títulos de dívida da Alemanha, o encolhimento da população europeia e o desempenho das ações do setor financeiro na Europa sejam semelhantes à situação no Japão, o JPMorgan diz que outros indicadores - de ações a níveis de endividamento - colocam o continente europeu em uma posição mais favorável.

John Normand, chefe de estratégia de ativos cruzados do JPMorgan, destaca que a expansão econômica e a inflação da zona do euro podem estar desaceleradas, mas o crescimento nominal e o núcleo da inflação superam a deflação do Japão. Após uma década da crise de dívida europeia, os níveis de alavancagem no setor privado da região se estabilizaram. Por outro lado, famílias e empresas japonesas passaram 20 anos a partir de meados da década de 1990 reduzindo suas dívidas, alimentando o que o JPMorgan chama de recessão de balanço.

Em nota, Normand disse que, embora a zona do euro muitas vezes seja citada como exemplo de japanização, "este termo só se ajusta à região em alguns critérios". "A posição da Europa parece mais favorável do que a do Japão em estágios semelhantes."

E, considerando que a Europa lembra o Japão devido aos baixos rendimentos dos títulos, as ações da região não poderiam ser diferentes, já que "nunca" enfrentaram a recessão de vários anos do Japão ou a forte queda do índice preço-lucro, disse o estrategista.

"A depreciação do P/L de ações do Japão foi única porque a sobrevalorização pré-crise era muito extrema", disse Normand.

O Índice Stoxx Europe 600 subiu 33% em dólares nos últimos 20 anos, comparado à alta de 12% do Topix no período.

Mas Normand alerta que embora a região tenha conseguido escapar do destino do Japão, mais indicadores europeus ainda podem começar a espelhar o desempenho japonês devido ao crescimento lento, à baixa probabilidade de estímulos fiscais significativos em países como a Alemanha e menores retornos em compras de ativos realizadas pelo Banco Central Europeu.

entry Jul 30 2019, 07:50 PM
Leilão português de energia solar quebra recorde mundial, diz secretário

* por Sergio Gonçalves | Reuters

LISBOA (Reuters) - O enorme leilão de energia solar de Portugal quebrou um recorde mundial, com uma das 24 licenças ofertadas sendo vendida por 14,76 euros por megawatt-hora (MWh), disse nesta terça-feira o secretário de Estado de Energia do país, João Galamba.

Entre as entidades que inicialmente competiam pelo leilão de 1.150 megawatts (MW), houve 13 vencedores, disse Galamba, sem fornecer quaisquer nomes.

Uma fonte familiarizada ao assunto afirmou que houve vários agentes europeus entre os vencedores, mas que as portuguesas EDP e Galp não estão entre eles.

O diário português Jornal de Negócios noticiou que a espanhola Iberdrola venceu sete das 24 licenças disponíveis, enquanto a francesa Akuo arrematou 370 MW.

Com base nas localizações onde as usinas solares serão instaladas, foram realizados leilões em que os vencedores seriam aqueles que oferecessem os maiores descontos à tarifa de 45 euros/MWh.

"O primeiro leilão em Portugal foi um sucesso", disse Galamba à Reuters. "Houve descontos brutais e, além de recebermos os menores preços na Europa, batemos novas mínimas mundiais."

No ano passado, a Solar Power Europe afirmou em um relatório que as menores ofertas em energia solar no mundo haviam ocorrido na Índia, a uma taxa de 16,70 euros/MWh.

Este é o maior leilão de licenciamento de qualquer forma de energia lançado em Portugal, e representa mais que o dobro da atual capacidade de energia solar instalada no país.

"Este leilão mostra que a transição energética, com a qual o governo está comprometido, não apenas pode acelerar fortemente o investimento e a penetração das renováveis em Portugal, mas também fazê-lo a preços muito baixos", acrescentou Galamba.

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