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entry Jan 2 2007, 10:43 PM
Comércio exterior chinês bate recorde com US$ 1,75 trilhão

* por EFE

Pequim, 2 jan (EFE).- O comércio exterior da China vai atingir um novo recorde, de US$ 1,75 trilhão, no fechamento de 2006, 24% a mais que em 2005, segundo os primeiros cálculos do Ministério de Comércio publicados hoje.

O número está próximo das previsões do Ministério, que anunciavam um valor total das importações e exportações chinesas de US$ 1,758 trilhão.

O Ministério ainda não revelou os dados de dezembro. Mas anunciou anteriormente que as exportações em 2006 alcançariam os US$ 963 bilhões, 27% acima do ano anterior. As importações chegarão a US$ 795 bilhões, com um aumento de 20%.

O superávit comercial agregado alcançou o recorde de US$ 156,521 bilhões em novembro, eclipsando os US$ 102 bilhões de superávit registrados em todo o ano de 2005.

Na semana passada o Ministério de Comércio afirmou que as limitações impostas às exportações de alguns produtos chineses por países como Estados Unidos, União Européia, Japão e Coréia do Sul provocaram perdas de US$ 69,1 bilhões para alguns setores chineses em 2006.

O mais afetado foi o têxtil, com 43% das perdas. Desde o início de ano os exportadores chineses enfrentam limites nos EUA e na Europa, que reagem à inundação de têxteis baratos da China.

Outros setores exportadores afetados por medidas protecionistas de países compradores foram o madeireiro, o eletrônico e o de maquinaria.

entry Jan 1 2007, 01:58 PM
Chile amplia TLC com Estados Unidos e União Européia

* por AFP

SANTIAGO, 1º jan (AFP) - O Chile ampliou nesta segunda-feira os Tratados de Livre Comércio (TLC) vigentes com Estados Unidos e União Européia (UE), com a inclusão de novos produtos na lista de exportações com taxa alfandegária zero.

Com os Estados Unidos são 154 novos produtos - que representavam 25 milhões de dólares em comércio anual - liberados de impostos a partir de 1º janeiro de 2007.

Com a UE, a lista ganha 330 novos produtos chilenos.

entry Dec 31 2006, 08:39 PM
Entidades querem metas de crescimento para o País

* por Invertia

Num País em que desde 1999 o termo "meta" em economia remete logo à inflação, os setores produtivos e sindicatos querem fazer valer outra, a que fixa um parâmetro formal para o crescimento a longo prazo. O momento é oportuno, já que a inflação está controlada.
A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) junto com o Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi) e a Central Única dos Trabalhadores (CUT), em movimentos independentes, defendem que a expansão econômica tenha uma taxa anual a ser perseguida.

O objetivo seria saltar do crescimento inferior a 3% para ao menos 5% ou 6% ao ano, constantes para os próximos anos. As taxas são mais claras para a indústria, enquanto os sindicatos ainda estudam os números.

No primeiro governo Lula, consideradas as projeções do mercado para 2006, a expansão anual média foi de 2,7%.

"Devemos ter uma meta mínima, porque a meta ideal é o potencial do País", disse o presidente da Fiesp, Paulo Skaf.

Projeções da entidade indicam parâmetros mínimos para o crescimento, incluindo redução do gasto público, corte nos juros e desvalorização do real. Para a Fiesp, essa é a lição de casa a ser feita pelo governo para gerar mais recursos para investir.

Se cumpridas, as recomendações da Fiesp levariam a um crescimento em 2007 de 4,5%. Sem elas, a federação estima que a expansão da economia ficará na casa de 3%.

Crescimento
A política de metas inflacionárias entrou em vigor em 1999, no governo Fernando Henrique Cardoso, junto com o câmbio flutuante. Agora, com a inflação sob controle, Francini recomenda trocar de desejo, pelo de crescimento. "Absurdo é não ter meta", responde ele aos críticos.

O presidente da CUT, Artur Henrique da Silva Santos, recomenda que, "com a mesma obsessão que se persegue a meta de inflação, que se persiga a meta de crescimento, com distribuição de renda".

Mas, enquanto os industriais falam em corte de gastos públicos, a CUT defende a realização de concursos para ampliar o funcionalismo. A entidade, que representa 22 milhões de trabalhadores, quer ainda a fixação de uma meta de emprego, citando algo como 2 milhões de vagas por ano para um crescimento de 5% ou 6%.

A meta de emprego não agrada o setor produtivo, que argumenta que crescer gera emprego por si, mas os dois lados concordam com mudanças no Conselho Monetário Nacional (CMN). Composto apenas pelos ministros da Fazenda e do Planejamento, além do presidente do Banco Central, o órgão que define a meta de inflação poderia receber a companhia de representantes dos dois setores.

"O CMN é muito fechado, é sadio mudar", disse Francini, da Fiesp, esclarecendo que ainda não há conversas diretas entre trabalhadores e empresários sobre as sugestões.

Divergências
A adoção de uma meta de crescimento da economia conta com o apoio do ministro Luiz Fernando Furlan (Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior), que levou a público a idéia ainda antes da reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

A proposta, no entanto, não ganhou força dentro do governo. Teria a simpatia de desenvolvimentistas como Dilma Rousseff (Casa Civil), mas encontra obstáculo no Banco Central, uma vez que a fixação de uma meta formal de crescimento afetaria a condução da política monetária.

O presidente Lula, por sua vez, prometeu expansão de 5% no ano que vem, mas não há compromisso firmado para isso.

Entre os contrários à meta de crescimento está o ex-diretor do Banco Central e atual economista-chefe da Confederação Nacional do Comércio (CNC), Carlos Thadeu de Freitas. Ele aponta um argumento técnico contra a meta: os dados que mostram a expansão ou a retração do país são voláteis e de difícil coleta.

"Dados de preços se coletam com facilidade, quase em tempo real. Já para produção, indústria, comércio e emprego é mais difícil de apurar", acredita.

O economista e professor da Unicamp Ricardo Carneiro concorda com a volatilidade dos levantamentos e prefere um compromisso mais geral com a expansão econômica do que um número específico.

"Acho a proposta simpática, mas não vejo operacionalidade. Talvez a idéia seja boa não exatamente para conseguir alcançá-la, mas para diminuir o compromisso com a inflação."

Nos Estados Unidos, o Federal Reserve não segue metas, mas fixa a taxa de juro de olho na inflação e no crescimento. No campo oposto, a China se compromete apenas com o crescimento.

entry Dec 30 2006, 10:18 PM
Nordeste é a mais prejudicada por crise aérea, diz Ministério do Turismo

* por Invertia

Os Estados do Nordeste são os mais prejudicados com a queda do número de turistas durante a alta temporada de verão, motivada pela crise da aviação no País. Na avaliação do Ministério do Turismo, isso acontece porque o acesso aos principais cartões postais nessa região depende exclusivamente das rotas aéreas.

Para justificar esse recuo, o secretário-executivo do Ministério, Márcio Favilla, afirma que grande parte dos turistas brasileiros vem de São Paulo e depende das viagens aéreas para se deslocar ao destino desejado. No entanto, ele não mensurou de quanto foi essa queda no movimento de freqüentadores ao Nordeste.

"O impacto negativo poderia ser ainda pior se não fosse o fluxo de turistas estrangeiros que desembarcam direto nos aeroportos nordestinos", explica Favilla. Os dados do Ministério do Turismo confirmam o levantamento feito pela Associação Nacional da Indúistria de Hotéis, que apontou uma baixa de até 35% no movimento, em especial no Nordeste.

Favilla acrescentou ainda que a crise aérea também fez as pessoas mudarem seus destinos. Quem antes ia às praias do Nordeste, passou a se dirigir ao litoral paulista e fluminense, além das praias de Santa Catarina. "O comportamento é esse porque esses locais são de fácil acesso rodoviário".

Sobre as medidas para evitar a fuga de turistas por conta da crise aérea, o secretário diz que o governo montou um esquema especial nos aeroportos brasileiros, através do Ministério da Defesa e a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), junto às empresas aéreas para evitar os constantes atrasos.

"Esse final de semana será crucial para definir o movimento do turismo no País. Se tudo funcionar bem, o fluxo poderá ser retomado, principalmente para o Nordeste", completa Favilla.

entry Dec 29 2006, 10:01 PM
Natura pretende se expandir na Europa, EUA e Rússia

* por Invertia

A empresa brasileira Natura está tentando se expandir internacionalmente como fez sua concorrente britânica Body Shop nas últimas décadas.

Segundo o jornal Financial Times, a empresa de cosméticos e produtos de beleza não está para brincadeira: já escolheu a França como o primeiro país fora da América Latina para implantar seus produtos.

"Queríamos escolher um mercado sofisticado, onde as pessoas entendem de cosmética e têm altas expectativas", afirmou ao jornal Alessandro Carlucci, executivo da Natura. Segundo ele, a empresa buscava um "teste duro" e até agora a experiência deu certo. O executivo afirma estar contente com o nível de negócios de uma loja de produtos da empresa no centro de Paris, montada em 2005. A companhia já conta com uma revendedora no país europeu, que comercializa cosméticos principalmente pela Internet.

Carlucci explica que a expectativa da empresa é ter pelo menos 10% da receita originada fora do País, porcentagem que atualmente está em 3%. Os alvos da companhia são Reino Unido, Estados Unidos e Rússia.

Atualmente, a Natura já vende para Argentina, Peru, México e Chile. "Estou confiante que temos uma base para transferir o que fazemos no Brasil para outros países", afirmou o executivo, segundo o Financial Times.

entry Dec 28 2006, 10:07 PM
Shell diz que petróleo encontrado na bacia de Santos é comercial

* por Reuters

A Royal Dutch Shell declarou nesta quinta-feira comercialmente viáveis duas descobertas no bloco BS-4 na bacia de Santos.

A Shell tinha até o fim do ano para decidir se devolveria o bloco à Agência Nacional de Petróleo (ANP) ou ficaria com ele. Agora a empresa continuará com as avaliações das descobertas e vai definir o conceito de desenvolvimento do bloco de águas profundas nos próximos meses.

"Mais trabalho é necessário para avaliar ainda mais as descobertas e definir um conceito de desenvolvimento do campo que seja considerado econômico", disse John Haney, vice-presidente de exploração e produção da Shell Brasil, em um comunicado.

O bloco BS-4 mostrou total de 1,6 bilhão de barris em reservas de petróleo bruto. O petróleo tem grau de 14 API e a cabeça do poço está em uma profundidade de 1.550 metros.

A maior parte do petróleo encontrado no Brasil é bruto e se localiza em grandes profundidades, o que torna mais cara a extração.

A petrolífera afirmou ser cedo demais para dizer quando o projeto começaria a produzir.

A Shell é a operadora, com participação de 40%, enquanto a Petrobras é dona de outros 40% da concessão. A norte-americana Chevron tem uma fatia de 20%.

A Shell é uma das poucas empresas estrangeiras que produzem petróleo no Brasil e está em fase de desenvolvimento de outro bloco na bacia de Campos. A empresa também produz gás natural no campo de Merluza, junto da Petrobras.

entry Dec 27 2006, 10:13 PM
Comércio faz liquidação pós-Natal com descontos de até 80%

* por FolhaOnline

Diversas redes varejistas já deram início às liquidações pós-Natal com descontos que podem chegar a até 80%.

É o caso, por exemplo, do portal de vendas Submarino, que colocou em liquidação 5.000 itens com descontos de até 80%, como eletrônicos, ferramentas, celulares, entre outros. A promoção é válida de 26 de dezembro de 2006 a 07 de janeiro de 2007 ou enquanto durar o estoque --o que ocorrer primeiro.

As promoções dos hipermercados Extra e Extra Eletro começaram na terça-feira (26), um dia após o Natal, com descontos de até 70% sobre seus produtos.

A rede anunciou ofertas em todos os departamentos, incluindo eletrodomésticos, eletroeletrônicos, informática, CDs, DVDs, vestuário, acessórios, cama, mesa e banho e artigos para casa. Essa é a 9ª edição da liquidação e acontece até o dia 31 de dezembro.

As promoções do Ponto Frio também começaram ontem e vão até amanhã, com descontos de até 40%. Essa liquidação, entretanto, é válida apenas para as compras no site ou pelo televendas (0800 286 1855), enquanto durarem os estoques.

Parte dos lotes colocados em oferta pelas redes, entretanto, não são sobras de Natal. Grandes redes de varejo fecharam este ano acordos de compra de produtos com a indústria apenas para essa "queima" de mercadorias.

entry Dec 26 2006, 10:10 PM
Aliança entre MPEs garante sobrevivência contra as grandes organizações

* por InfoMoney

SÃO PAULO - A fim de sobreviver na guerra contra as grandes corporações, as micro e pequenas empresas têm aliado suas estratégias comerciais. E os resultados que apontam as MPEs como as maiores participantes da economia brasileira mostram que as parcerias dão certo.

Redução de custos e mais competitividade
Para facilitar a vida dos pequenos empreendedores, o Sebrae criou as Centrais de Negócios, parcerias entre empresários que proporcionam redução de custos na hora da compra de matérias-primas e insumos e melhores oportunidades de comercialização dos produtos.

E o sistema de inteligência competitiva, aplicado por grupos de empresas e pequenos produtores de várias regiões do País, já apresenta resultados bastante expressivos.

Supermercados
Para se ter uma idéia, a força da união entre empresários está sendo capaz até mesmo de driblar a alta carga tributária que ronda os empreendedores brasileiros.

Uma das maiores vitórias alcançadas foi a da Associação dos Supermercados do Vale do Itajaí, de Santa Catarina, que conseguiu um regime de tributação especial que beneficia diretamente 18 associados, com 25 lojas no Estado.

Numa outra iniciativa, a associação Mastervale de supermercados estabeleceu compras conjuntas e a divisão das despesas em marketing, a fim de garantir a sobrevivência dos pequenos negócios, que sofriam com a concorrência dos hipermercados.

Força maior
"O poder de barganha torna-se muito maior para empresários unidos, com vantagens financeiras, acesso a tecnologias, missões no exterior e acesso a créditos", ressalta André Schelini, do Sebrae do Mato Grosso. Além disso, as centrais de negócios proporcionam cursos e treinamentos técnicos e gerenciais em conjunto, visando o beneficiamento coletivo.

Para o diretor de Marketing e Comunicação da Associação dos Supermercados do Estado do Rio de Janeiro, João Luiz Alevatto Junior, não existem mais dúvidas de que o conceito de associativismo é a solução mais eficaz para as pequenas empresas ganharem espaço e conquistarem novos clientes.

"Os empresários que passam a integrar essa prática, trabalhando em conjunto, conquistam novos horizontes operacionais e no mercado. O associativismo é essencial para dar chances de sobrevivência e sustentabilidade às pequenas empresas. Quando estão sozinhas, são frágeis, e juntas são uma organização de forças", afirma Alevatto Junior.

Concorrente não é inimigo
Ainda hoje, no Brasil, muitos empresários desenvolvem resistência a parcerias com empreendedores do mesmo setor. Isso porque alguns empreendedores vêem no concorrente a figura de um inimigo e decidem que qualquer informação sobre mercado deve ser escondida a sete chaves.

De acordo com a coordenadora nacional do programa pelo Sebrae, Patrícia Mayana, a oposição à cooperação é uma questão cultural e bem distorcida em todo o País.

"Formando parceria, o empresário lucra com custos menores e outras oportunidades. Já na hora da concorrência, o que sobressai são outras coisas, como atendimento, preço ou layout da loja. No final, cada empresa tem a própria política para atrair o cliente", concluiu a coordenadora.

entry Dec 25 2006, 03:49 PM
Aeroportos brasileiros operam em calma após cinco dias de caos

* por EFE

São Paulo, 25 dez (EFE).- A calma voltou hoje aos aeroportos brasileiros após cinco dias de caos devido aos cancelamentos e demoras de vários vôos, na maioria da companhia aérea TAM, que deixaram milhares de passageiros em terra na véspera do Natal.

Nos principais aeroportos do país, foi registrado pouco movimento hoje de manhã e, segundo a Infraero, o número de vôos atrasados ou cancelados diminuiu consideravelmente.

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) informou que 79 dos 635 vôos programados para esta manhã, ou seja, 12,4%, tiveram demoras de mais de uma hora.

Essa porcentagem é inferior a dos últimos dias, quando as demoras afetaram em média quase 50% dos vôos, devido a problemas operacionais da TAM, empresa líder do mercado nacional, o que gerou tumultos nos terminais aéreos.

Entre na quarta-feira e sábado, a maioria dos vôos da TAM registrou demoras de três horas em média e, em alguns casos, a demora chegou a doze horas, além de vários vôos terem sido cancelados.

Segundo as autoridades, hoje houve demoras menores nos dois aeroportos de São Paulo e do Rio de Janeiro, enquanto no de Brasília os passageiros tiveram que enfrentar longas filas para embarcar nos vôos da TAM, mas praticamente não houve demoras nas decolagens e aterrissagens.

A Anac também informou que hoje foram cancelados 143 vôos no país, devido a uma "reorganização da rede aérea e dos horários dos vôos".

O caos nos aeroportos brasileiros começou em outubro passado, com protestos dos controladores de vôo por melhores salários e condições trabalhistas, que trouxeram à tona as deficiências técnicas do transporte aéreo no país.

A confusão agravou-se nos dias prévios ao Natal, devido aos problemas da TAM, que deixaram os principais aeroportos do país lotados de passageiros indignados, em alguns dos quais a Polícia teve que intervir para acabar os protestos de passageiros e as discussões com funcionários da companhia aérea.

A TAM atribuiu os problemas dos últimos dias à manutenção não programada de seis aviões e a falhas em seu sistema de informática, mas o Governo investiga se a companhia incorreu na prática de "overbooking" - venda de passagens superior aos lugares disponíveis.

As autoridades também investigarão denúncias de que a TAM teria destinado nos últimos dias parte de sua frota para vôos charter e ficou sem aviões suficientes para operar suas rotas regulares, segundo a imprensa.

Na sexta-feira passada, a Anac proibiu a TAM de vender passagens até que tivesse embarcado todos os passageiros presos nos aeroportos, sanção que está vigente até hoje.

Para diminuir o caos aeroportuário, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva determinou na sexta-feira que oito aviões da Força Aérea Brasileira (FAB) fossem usados para o transporte de passageiros da TAM.

A companhia aérea também teve a ajuda da Varig e da Gol, que durante o fim de semana passado cederam aviões e tripulantes para algumas das rotas que a TAM teve dificuldades em atender.

entry Dec 24 2006, 03:48 PM
Brasil é principal importador do vinho luso do Alentejo

* por Lusa

Évora, 24 Dez (Lusa) - Entre os 76 países que importam o vinho da região lusa do Alentejo (centro-sul), o Brasil é o principal mercado, tendo "crescido significativamente", disse neste domingo Joaquim Madeira, presidente da Comissão Vitivinícola Regional Alentejana (CVRA).

As exportações de vinho alentejano devem atingir este ano 11% do volume comercializado, com aumentos significativos para os mercados de Angola e Estados Unidos, além do Brasil.

O responsável da CVRA disse à Agência Lusa que os vinhos da região estão também sendo "muito bem acolhidos" em mercados como França, Alemanha, Suiça e Canadá.

Para Joaquim Madeira, Angola e China são dois mercados com "boas perspectivas", sobretudo o país africano, que tem registado "o maior crescimento".

Quanto à China, o mercado "começou a abrir e está crescendo", afirmou o responsável da CVRA, acrescentando: "acredito no mercado chinês enquanto o vinho não for um produto importante para a economia da China, pois no dia em que isso acontecer, os chineses começam a plantar vinha e a produzir vinho".

Bélgica, Luxemburgo e Holanda são outros mercados que compram os vinhos da região, que são também exportados para países como o Japão, Vietnã e Tailândia.

O responsável explicou que os vinhos do Alentejo enfrentam, no mercado europeu, a forte concorrência dos vinhos da Austrália, Nova Zelândia, África do Sul, Chile, Argentina e Estados Unidos, países que produzem também vinhos de "grande qualidade".

Os vinhos alentejanos têm ainda como competidores mais diretos os vinhos dos principais países produtores da Europa, como Espanha, Itália e França.

Joaquim Madeira realçou que os produtores de vinho do Alentejo têm conquistado espaço em Portugal, atingindo atualmente 45% do mercado português de vinhos de qualidade.

A produção de vinho na região alentejana atingiu este ano 94 milhões de litros, em suas oito sub-regiões vitivinícolas: Portalegre, Borba, Redondo, Reguengos, Vidigueira, Moura, Évora e Granja/Amareleja.

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