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entry Oct 7 2018, 07:30 PM
Premiê da Escócia diz que seu partido apoia novo referendo sobre Brexit

* por Associated Press | Londres

O primeiro-ministro da Escócia, Nicola Sturgeon, disse neste domingo que seu partido nacionalista irá apoiar um novo referendo sobre a saída do Reino Unido da União Europeia se o Parlamento receber uma votação sobre o assunto.

Sturgeon disse que o Partido Nacional Escocês "não impedirá um segundo referendo".

Sturgeon disse à BBC que os legisladores do partido em Londres "sem dúvida votariam também a favor".

O Reino Unido como um todo votou em 2016 para deixar a UE, mas os eleitores escoceses apoiaram a permanência no bloco.

entry Oct 6 2018, 09:04 PM
Famoso mercado de peixes de Tóquio fecha após 83 anos de funcionamento

* por EFE

Tóquio, 6 out (EFE).- O popular mercado de peixes e frutos do mar de Tsukiji, em Tóquio, fechou neste sábado as suas portas depois de 83 anos de atividade e antes de sua transferência na próxima semana para novas instalações na baía que banha a capital do Japão.

O novo mercado, que estará situado na ilha artificial de Toyosu e contará com uma área de 407 mil metros quadrados, que é praticamente o dobro da de Tsukiji, abrirá suas portas ao público na próxima quinta-feira.

A mudança do famoso mercado de peixes e frutos do mar, que faz parte da renovação urbanística de Tóquio para os Jogos Olímpicos de 2020, acabou sendo adiada várias vezes devido a um problema de contaminação do subsolo nas novas instalações e à revisão do projeto.

Enquanto o mercado de peixes que é considerado o maior do mundo se situará em Toyosu, a região de Tsukiji será revitalizada para se transformar em um "parque gastronômico", segundo o Governo Metropolitano de Tóquio.

Assim, as autoridades locais pretendem continuar explorando a atração que o mercado exerce entre japoneses e turistas, que compareceram hoje pela última vez à sua tradicional localização.

"Finalmente chegou o dia. Agora devemos levar as técnicas e conhecimentos desenvolvidos em Tsukiji para o novo mercado", disse Yutaka Hayama, chefe de uma das cooperativas que administram a feira durante uma cerimônia organizada por ocasião de seu fechamento, segundo a agência local "Kyodo".

"Tentaremos criar uma nova marca em Toyosu e também transformá-lo em um mercado de referência", afirmou a governadora da Região Metropolitana de Tóquio, Yuriko Koike, em declarações durante sua participação em outro evento realizado em Tóquio.

entry Oct 5 2018, 09:16 PM
Ajustes finais no acordo comercial da América do Norte mantêm trava para comércio eletrônico

* por Sharay Angulo e Daina Beth Solomon | Reuters

CIDADE DO MÉXICO (Reuters) - Mudanças de última hora no novo acordo comercial da América do Norte afundaram a esperança dos Estados Unidos de fazer o Canadá e o México permitirem embarques de alto valor para os países por varejistas online, como a Amazon.com, uma alta autoridade mexicana disse nesta sexta-feira.

O pacto revisado foi ajustado para dobrar o valor de produtos que podem ser importados sem tarifas alfandegárias ou taxas vindos dos EUA para o México.

Contudo, a adoção pelo Canadá de limites mais restritivos durante seus esforços no último mês para salvar o acordo trilateral, forçaram os negociadores mexicanos a seguirem o exemplo dos canadenses, disse o ministro da Economia do México Ildefonso Guajardo nesta sexta-feira.

A versão final do tratado comercial vai evitar que varejistas nos dois países de enfrentem uma competição maior de concorrentes de comércio eletrônico como a Amazon.com Inc e o eBay Inc.

"Essa foi a solução que os empresários mexicanos gostaram mais", disse Guajardo para uma emissora de TV local.

A mudança veio tão nos últimos minutos que não foi escrita no acordo publicado no último fim de semana.

O novo tratado, chamado de Acordo Estados Unidos-México-Canadá (USMCA, na sigla em inglês), foi pensado pelo presidente dos EUA, Donald Trump, para criar mais empregos em seu país. Trump foi altamente crítico em relação ao Nafta, acordo anterior.

entry Oct 4 2018, 09:20 PM
China prepara rara oferta de US$3 bi em títulos e busca voto de confiança global em meio à guerra comercial

* por Noah Sin | Reuters

HONG KONG (Reuters) - A China está testando o apetite dos investidores globais com planos para uma rara emissão de títulos soberanos neste mês, mesmo com as tarifas dos Estados Unidos ameaçando colocar mais pressão sobre a economia.

A oferta de 3 bilhões de dólares seria apenas a terceira emissão de títulos denominados em dólares pela China nos últimos 14 anos. O país voltou aos mercados globais de títulos em outubro do ano passado pela primeira vez desde 2004.

A venda de títulos ocorre em um momento em que a China e os EUA estão presos em uma disputa comercial intensa, sem sinais de recuo por nenhum dos dois lados.

Duas fontes com conhecimento direto do acordo disseram que a China provavelmente fará uma oferta de títulos de 5, 10 e 30 anos na próxima semana. Uma teleconferência com investidores está agendada para 9 de outubro.
"No ano passado, a China vendeu títulos denominados em dólar sem um rating (depois de ter sido rebaixada pela Moody's e pela S&P)", disse um analista de crédito de uma corretora de Hong Kong.

"Este ano, novamente, eles estão tentando mostrar que o crédito (soberano) é realmente forte, mesmo com a disputa comercial acontecendo."

Dada a sua raridade, a demanda pela dívida chinesa pode ser taõ forte quanto a do ano passado, presumindo que cada vencimento receba 1 bilhão de dólares em oferta, disse um banqueiro para Ásia em um banco internacional que não está envolvido no acordo.

Os títulos de vencimento de 30 anos, que não foram ofertados em 2017, será o mais observados, disse o banqueiro.

entry Oct 3 2018, 08:46 PM
OMC vê tecnologia dando força a crescimento de comércio mundial até 2030

* por Tom Miles | Reuters

GENEBRA (Reuters) - A tecnologia e a inovação vão aumentar o comércio global entre 1,8 e 2 pontos percentuais anualmente até 2030, escreveu o chefe da Organização Mundial do Comércio (OMC) em relatório publicado na quarta-feira.

Blockchain, inteligência artificial, internet das coisas e outros avanços mudariam fundamentalmente o comércio, disse o diretor geral da OMC, Roberto Azevêdo, ao lançar o documento.

"Isso é estrutural, veio para ficar... é uma revolução", disse ele em uma conferência na sede da OMC em Genebra.

"A despeito das recentes tensões comerciais, nós prevemos que o comércio pode crescer entre 1,8 e 2 pontos percentuais a mais até 2030 como resultado da queda dos custos de comércio, levando a um crescimento acumulado de 31 a 34 pontos percentuais ao longo de 15 anos", escreveu em apresentação sobre o Relatório de Comércio Mundial 2018 da OMC.

Isso se compara à queda nos custos de comércio global de 15 por cento entre 1996 e 2014, diz o relatório.
Transações de comércio eletrônico globais foram avaliadas em 27,7 trilhões de dólares em 2016. Do total, 23,9 bilhões de dólares foram entre empresas (B2B), disse o relatório.

entry Oct 2 2018, 08:46 PM
Governo reconhece que Argentina ficará em recessão "durante um tempo"

* por EFE

Buenos Aires, 2 out (EFE).- O ministro da Economia da Argentina, Nicolás Dujovne, reconheceu nesta terça-feira que a economia do país ficará em recessão "durante um tempo", mas que as políticas do presidente Mauricio Macri conseguiram "evitar uma crise".

"Sabemos que temos meses difíceis pela frente. Mas também sabemos que, sem essas medidas, teria sido muito pior. Conseguimos evitar uma crise", declarou o ministro à rádio "La Red".

"A economia argentina está em recessão, ficará em recessão por um tempo. O importante é que temos um 'piloto de tempestades', o presidente, que realmente, com muita coragem, decidiu avançar nas medidas que eram necessárias para estabilizar a situação", alegou Dujovne.

Praa o ministro, essa solução passa por "acelerar o caminho para o equilíbrio fiscal", razão pela qual o governo enviou ao Congresso um projeto de lei de orçamento para o próximo ano com equilíbrio fiscal primário.

"Agora temos uma política monetária muito restritiva, por muitos meses, de tal maneira a estabilizar a moeda, que estava muito enfraquecida nos últimos meses", afirmou.

O ministro reiterou que a Argentina teve em 2018 um conjunto de eventos como a seca - que afetou fortemente a produção agrícola - e a volatilidade internacional, o que foi "muito duro" para o país, já que não tinha terminado de "corrigir os desequilíbrios" econômicos.

Dujovne também ressaltou que os escândalos de corrupção envolvendo grandes empresários e funcionários dos governos de Néstor e Cristina Kirchner afetaram a confiança dos investidores.

A "tempestade" econômica vivida pela Argentina provocou no segundo semestre deste ano uma queda anualizada de 4,2% no Produto Interno Bruto (PIB), o que interrompeu uma sequência positiva de quase um ano.

No final de abril, com o começo da desvalorização do peso em relação ao dólar e ao euro, o governo decidiu pedir ajuda financeira ao Fundo Monetário Internacional (FMI) para acelerar as reformas e tentar acabar com o déficit.

entry Oct 1 2018, 09:44 PM
Thomson Reuters conclui acordo com Blackstone

* por Matt Scuffham | Reuters

TORONTO (Reuters) - A Thomson Reuters informou nesta segunda-feira que concluiu a venda de participação majoritária em sua divisão Financial & Risk (F&R) para a empresa de private equity Blackstone.

A provedora de notícias e informações concordou em janeiro em vender 55 por cento no negócio, que fornece dados e notícias principalmente para clientes financeiros, em um acordo que avalia o negócio total de F&R em cerca de 20 bilhões de dólares.

A transação é a maior aposta da Blackstone desde a crise financeira de 2008 e coloca o co-fundador Stephen Schwarzman contra o bilionário e ex-prefeito de Nova York Michael Bloomberg.

Os terminais homônimos da Bloomberg são líderes de mercado no fornecimento de notícias, dados e análises a operadores, banqueiros e investidores.

Isso também dá à Thomson Reuters, controlada pela família Thomson, do Canadá, um aliado na tentativa de revigorar um negócio que enfrenta desafios de uma base de clientes preocupada com o orçamento.

A Thomson Reuters mantém participação de 45 por cento na F&R, que foi renomeada como Refinitiv, um nome derivado da marca de 160 anos da Reuters com o objetivo de permitir "ações definitivas nos mercados financeiros".

O negócio será liderado por David Craig, antes chefe da unidade de F&R e que se tornou presidente-executivo da Refinitiv após a conclusão do negócio.

A Thomson Reuters informou que recebeu 17 bilhões de dólares com a transação, dos quais planeja devolver 10 bilhões de dólares aos acionistas. Como parte desse processo, a empresa lançou uma recompra de ações de 9 bilhões de dólares em agosto. A oferta está agendada para se encerrar na terça-feira.

Do restante dos lucros, a companhia disse que resgatará 4 bilhões de dólares em dívidas, manterá 2 bilhões de dólares em caixa em seu balanço para financiar aquisições e usará 1 bilhão de dólares para cobrir as despesas relacionadas ao negócio.

Após o acordo, a Thomson Reuters afirmou que espera que seus serviços jurídicos respondam por 43 por cento de sua receita.

A Reuters continuará a ser uma unidade da Thomson Reuters. Segundo os termos do acordo, a Refinitiv fará pagamentos anuais mínimos de 325 milhões de dólares à Reuters por mais de 30 anos para garantir acesso a seu serviço de notícias, equivalente a quase 10 bilhões de dólares.

entry Oct 1 2018, 09:41 PM
BNDES aprova financiamento de R$ 619 mi para eólicas da Copel

* por Forbes
redação com Reuters

A diretoria do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou financiamento de R$ 619,4 milhões para parques eólicos da elétrica Copel no Rio Grande do Norte, informou a instituição financeira em nota hoje (1).

Os empreendimentos beneficiados somarão uma capacidade de cerca de 313 megawatts, sendo 180,6 megawatts do Complexo Eólico Cutia e 132,3 megawatts do Complexo Bento Miguel, que deverão estar em operação comercial plena e parcial em janeiro de 2019, respectivamente.

Segundo o BNDES, os empréstimos correspondem a cerca de 30% do investimento total previsto nos projetos. A Copel também deverá emitir debêntures de infraestrutura para obter recursos para os empreendimentos, adicionou o banco.

Os financiamentos serão liberados para a Cutia Empreendimentos Eólicos S.A., subsidiária integral da Copel responsável pelos parques.

entry Sep 30 2018, 08:53 PM
EUA e Canadá se aproximam de acordo para reformular Nafta, dizem fontes

* por DowJones Newswires | Washington

Autoridades dos Estados Unidos e do Canadá estavam se aproximando de um entendimento na tarde deste domingo para reformular o Tratado Norte-Americano de Livre Comércio (Nafta, na sigla em inglês), na esperança de firmar o entendimento até a meia-noite (pelo horário de Washington), que é o prazo imposto pelo governo americano, de acordo com fontes familiarizadas com as discussões.

Ao longo deste fim de semana, membros da Casa Branca de Donald Trump disseram a pessoas que acompanham com interesse os diálogos que as tratativas estavam se encaminhando para uma proposta de acordo trilateral entre os dois países e o México que pudesse ser publicada ainda neste domingo.

Negociadores alertaram para as discórdias que permanecem, especialmente em torno da demanda dos EUA por maior acesso ao potencialmente sensível mercado de laticínios do Canadá. As fontes familiarizadas com as discussões comentam ainda que não está claro se haverá tempo suficiente para fechar as lacunas até o fim do dia, especialmente em virtude de Washington e Ottawa não terem retomado negociações mais intensas até o fim de semana.

"Todo mundo está negociando de boa fé agora mesmo enquanto falamos", disse o diretor do Conselho de Comércio da Casa Branca, Peter Navarro, à Fox News nesta manhã. "O prazo é a meia-noite de hoje para enviar o texto ao Congresso para garantir que isso avance."

entry Sep 29 2018, 09:29 PM
China vai manter política monetária "prudente" em plena guerra comercial

* por AFP

Pequim, 29 Set 2018 (AFP) - O Banco Central da China indicou neste sábado que vai manter sua política monetária prudente e neutra, assim como um amplo nível de liquidez em plena guerra comercial com os Estados Unidos.

A estabilidade cambial do yuan e as expectativas do mercado permanecem firmes, o que dá à segunda maior economia mundial a capacidade para enfrentar eventuais choques externos, afirmou a instituição, após uma reunião de política monetária, segundo a agência oficial Xinhua.

Diante das advertências sobre a grande dívida chinesa china, o Banco Central anunciou que pretende manter um "crescimento razoável do crédito" e seguirá aprofundando as reformas financeiras.

O primeiro-ministro chinês, Li Keqiang, reconheceu na semana passada que seu país vive "dificuldades acentuadas" para manter um crescimento estável, ante tempestade que enfrenta, pelas repercussões da guerra comercial com Washington.

A China enfrenta um importante desafio: o governo de Donald Trump anunciou na segunda-feira tarifas de 10% sobre produtos chineses cuja importação aos Estados Unidos representam 200 bilhões de dólares por ano, o que se soma aos 50 bilhões de dólares em mercadorias que já são objeto de direitos de alfândega.

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