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entry Jun 7 2019, 09:08 PM
Europa se fortalece no setor de tecnologia com 3 novos supercomputadores

07/06/2019 15h23

Madri, 7 jun (EFE).- A Comissão Europeia (CE) selecionou nesta sexta-feira Espanha, Finlândia e Itália para abrigar três novos supercomputadores de alta capacidade, com os quais pretende garantir um posto destacado na corrida internacional da supercomputação, liderada por Estados Unidos, Japão e China.

Estes três supercomputadores (do tipo pré-exascale) fazem parte da iniciativa EuroHPC Joint Undertaking, que pretende colocar a Europa à frente da supercomputação.

Além destas três novas máquinas de alto rendimento outros cinco supercomputadores de menor capacidade serão abrigados em Bulgária, República Tcheca, Luxemburgo, Portugal e Eslovênia.

Estes supercomputadores apoiarão o desenvolvimento de aplicações importantes em âmbitos como medicina personalizada, design de remédios e materiais, bioengenharia, cibersegurança, previsão meteorológica e mudança climática.

Dos oito supercomputadores selecionados, três deles são máquinas exascales com uma potência de 150 Petaflops, capazes de executar 150 quatrilhões de operações por segundo, a mesma capacidade que os de ponta do mundo: dois nos EUA e um na China.

Com menor potência estão os outros cinco supercomputadores de 4 Petaflops e capazes de executar 4 quatrilhões de operações por segundo.

O da Espanha ficará no Barcelona Supercomputing Center-Centro Nacional de Supercomputação (BSC), criado em 2004 pelo Governo da Espanha, pela Generalitat da Catalunha e pela Universidade Politécnica da Catalunha (UPC), e comandado por um grupo de professores deste centro, liderados pelo pesquisador Mateo Valero.

O futuro computador do BSC, MareNostrum 5, terá uma potência máxima de 200 Petaflops (200 quatrilhões de operações por segundo) e será colocado em funcionamento em 31 de dezembro de 2020, informaram fontes do Governo.

A potência do futuro computador será 17 vezes superior à do atual MareNostrum 4 e 10 mil vezes maior que o MareNostrum 1 que iniciou a série em 2004.

"A Espanha demonstrou sua capacidade para liderar o futuro mapa europeu da supercomputação", afirmou o presidente do Governo espanhol interino, Pedro Sánchez, no Twitter.

entry Jun 6 2019, 08:51 PM
Santander Brasil diz que será 100% abastecido por energia renovável até 2025

* por EFE

São Paulo, 6 jun (EFE).- O Santander Brasil anunciou nesta quinta-feira que assumiu o compromisso de usar energias renováveis em 100% de suas operações até o ano de 2025.

A meta, anunciada na Semana Nacional do Meio Ambiente, deverá ser cumprida nas 2.286 unidades de atendimento, em todo o país, até o fim de 2021. Até 2025, o banco será renovável em todas as suas operações, o que inclui os prédios administrativos e o centro de processamento de dados Data Center, em Campinas (SP).

"Seremos 100% renováveis, e isso é parte de uma agenda de responsabilidade socioambiental ainda maior, que passa pela adoção de boas práticas em todas as nossas operações e relações com funcionários, clientes, fornecedores e a sociedade", afirmou o presidente do Santander Brasil, Sérgio Rial.

"Mais do que números, estamos comprometidos com princípios, que são inegociáveis, de atuar de forma sustentável", acrescentou.

Ainda neste ano, 30% das agências serão abastecidas por energia limpa, e o percentual será elevado para 70% já em 2020. O índice já chega a 100% na rede de atendimento de Minas Gerais, enquanto no Rio de Janeiro, é de cerca de 70%. Atualmente, apenas 17% deste consumo é suprido por fontes alternativas, como solar, eólica, pequenas hidrelétricas e biogás de aterros sanitários.

O Santander também informou ter reduzido em 25%, desde 2015, o consumo de energia, e em 79% o consumo de água, o que já colaborou para uma redução de 33% no volume de emissões de gases de efeito estufa da atividade. Estes indicadores impactam positivamente os custos e o resultado financeiro das agências.

entry Jun 5 2019, 09:12 PM
Fiat Chrysler desiste de oferta de fusão para Renault

* por Laurence Frost | Reuters

PARIS/MILÃO (Reuters) - A Fiat Chrysler anunciou nesta quarta-feira que está retirando sua oferta de fusão de 35 bilhões de dólares para a Renault.

Uma fonte próxima ao conselho da montadora francesa disse que a Fiat Chrysler tomou a decisão após a França tentar adiar a decisão sobre o negócio.

Diretores da Renault não conseguiram chegar a um veredicto sobre a proposta de fusão da Fiat Chrysler, feita em 27 de maio, em reunião do conselho que durou até a noite desta quarta-feira, disse a companhia.

O conselho foi "incapaz de tomar uma decisão devido ao pedido de representantes do governo francês para adiar a votação para uma reunião posterior", disse a Renault em comunicado.

entry Jun 4 2019, 09:22 PM
Renault decide continuar avaliando proposta de fusão da Fiat Chrysler

* por EFE

Paris, 4 jun (EFE).- O conselho de administração da Renault anunciou nesta terça-feira que decidiu continuar avaliando a proposta de fusão feita pela Fiat Chrysler.

"O conselho decidiu continuar estudando com interesse a oportunidade de tal aproximação e prolongar as conversas sobre esse tema. O órgão voltará a se reunir amanhã", disse a Renault em nota.

A possível fusão entre Fiat e Renault promoveria uma reviravolta no setor automobilístico. Unidas, as duas empresas seriam líderes mundiais em volume de vendas, com 15,5 milhões de veículos comercializados por ano.

No último dia 30 de maio, o conselho de administração da Renault já tinha antecipado o desejo de "estudar com interesse" a possibilidade dessa fusão. Para a empresa, a parceria com a Fiat a reforçaria industrialmente e contribuiria na aliança com Nissan e Mitsubishi.

A desconfiança das duas montadoras japonesas sobre o negócio, no entanto, é um dos fatores que o grupo francês avaliará melhor.

O presidente e diretor-executivo da Nissan Motor, Hiroto Saikawa, disse ontem que, embora a fusão tenha o potencial de criar novas oportunidades de negócio, seria obrigado a tentar revisar o acordo com a Renault porque a estrutura da companhia francesa seria "significativamente alterada" após a conclusão do negócio.

A Renault controla 43% da Nissan, enquanto o grupo japonês tem 15% das ações da aliança francesa, sem direito a voto. Já a Mitsubishi detém 34% dos papéis da Renault.

As relações entre as três montadoras estão em uma fase particularmente delicada desde novembro do ano passado, quando o brasileiro Carlos Ghosn, diretor-executivo da Renault e da Nissan, foi preso no Japão.

A Renault também deverá levar em consideração a opinião do governo da França, que controla 15% das ações da empresa e quer, entre outras coisas, garantias de que os empregos no país e as fábricas em funcionamento no país serão mantidos.

A proposta da Fiat Chrysler prevê que a empresa que surgir após a fusão tenha como domicílio a Holanda, um país neutro, mas, sobretudo, bastante favorável em termos fiscais.

A decisão de dar sequência à negociação deve ser tomada amanhã. Caso o conselho de administração da Renault opte por negociar a fusão, as empresas assinarão um memorando de entendimento para marcar o início formal das discussões sobre a parceria.

entry Jun 3 2019, 08:34 PM
BRF conclui venda de unidades na Europa e Tailândia para Tyson

* por Alberto Alerigi Jr. | Reuters

SÃO PAULO (Reuters) - A BRF concluiu nesta segunda-feira a venda de fábricas de processamento de alimentos e abate de aves na Europa e na Tailândia para a norte-americana Tyson Foods por 377 milhões de dólares.

O negócio havia sido anunciado em fevereiro e marca o final do programa de venda de ativos da BRF, destinado a ajudar a companhia a reduzir dívida e melhorar sua estrutura de capital.

"Com esta operação, a BRF conclui as alienações previstas no plano de reestruturação operacional e financeira anunciado em 29 de junho de 2018, cujo objetivo era acelerar o processo de desalavancagem financeira da companhia", afirmou a dona das marcas Sadia e Perdigão.

entry Jun 2 2019, 06:52 PM
Itália diz que não buscará combate com UE

* por Giselda Vagnoni e Silvia Aloisi | Reuters

ROMA (Reuters) - O governo italiano está confiante de que pode alcançar um compromisso com Bruxelas e evitar sanções devido à deterioração de suas contas públicas, disse o ministro da Economia no momento em que aumenta os rumores sobre uma crise do governo.

A Comissão Europeia escreveu à Itália na semana passada pedindo que explique porque sua dívida pública subiu em 2018 em vez de cair como exigido, medida que abriu caminho para um possível confronto legal com a coalizão governante eurocética em Roma.

Em sua resposta a Bruxelas, o ministro da Economia, Giovanni Tria, culpou uma contração econômica pelo aumento da dívida e prometeu respeitar as regras fiscais da UE no próximo Orçamento.

Mas uma matéria do La Repubblica deste domingo mostrou que a Comissão da UE achou a carta de Tria vaga demais e sem se comprometer, e que deve tomar as primeiras medidas de um procedimento disciplinar nesta semana.

Falando à Reuters durante uma cerimônia do palácio presidencial em Roma no sábado à noite, Tria disse acreditar que o governo ainda pode evitar as medidas punitivas.

"A Itália não quer entrar em conflito com a Comissão Europeia, e espero que o oposto também seja verdadeiro, quer dizer, que ninguém em Bruxelas pretende entrar em uma disputa conosco", disse ele.

"Nossa posição é razoável e acho que acabaremos chegando a um acordo com a Comissão", completou.

Ele também reiterou a promessa de que o déficit orçamentário de 2019 ficará abaixo da previsão do governo de 2,4% do Produto Interno Bruto --nível que a Comissão considera alto demais.

entry Jun 1 2019, 06:52 PM
Mundo está mais próximo de resolver tributação de empresas digitais

* por Leigh Thomas | Reuters

PARIS (Reuters) - Quase 130 países e territórios concordaram com um roteiro para reformar as regras tributárias internacionais, que foram superadas pelo desenvolvimento do comércio digital.

A Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) disse nesta sexta-feira que colocará o esboço do programa de trabalho para auxiliar os ministros do Grupo das 20 potências econômicas na próxima semana, a fim de obter apoio para as negociações altamente técnicas e sensíveis.

Empresas como Google, Facebook e Amazon contornam regras existentes e criaram tensões ao conseguirem pagar menos impostos ao registrarem lucros em países com menor carga tributária, não importando onde o consumidor final esteja.

“Há agora um consenso internacional reconhecendo que nossas regras tributárias não são mais adaptadas ao século 21”, disse em comunicado o ministro francês das Finanças, Bruno Le Maire, um forte defensor da reforma.

Um número crescente de países, incluindo França, Reino Unido e Itália, está criando novos impostos sobre empresas digitais que vendem produtos e serviços em seus mercados a partir de países com impostos baixos, como a Irlanda, enquanto Washington ameaça com retaliação.

Depois de concordar em princípio em reescrever as regras tributárias internacionais no início deste ano, a OCDE informou que 129 países e territórios endossaram um documento de 40 páginas que cria opções para renovar os direitos dos países de tributar empresas estrangeiras e estabelecer um imposto corporativo mínimo global.

O objetivo agora é reduzir as opções na mesa para ter o esboço de um acordo global até o final do ano ou janeiro de 2020, para que os detalhes restantes possam ser elaborados para um acordo definitivo no final do próximo ano.

O roteiro acordado na terça-feira e divulgado nesta sexta-feira estabelece duas opções com a primeira focada em como dividir os direitos de tributação sobre uma empresa onde o produto ou serviço é vendido mesmo que ela não tenha presença física no país.

Se as empresas ainda puderem encontrar uma maneira de contabilizar lucro em paraísos fiscais, os países poderiam então aplicar uma alíquota mínima global a ser acordada na segunda opção.

entry May 31 2019, 07:59 PM
Uber diz que concorrência da Lyft diminuiu

* por Financial Times | Nova York

A Uber anunciou na quinta-feira (30) que havia detectado um relaxamento da feroz concorrência que levou suas margens de lucro para o vermelho, ao revelar prejuízos para o primeiro trimestre mais de duas vezes superiores aos do período em 2018.

Os números são os primeiros anunciados pela Uber como companhia de capital aberto, ainda que ela já tivesse revelado a faixa prevista para sua receita, lucro e outros indicadores financeiros cruciais antes da sua turbulenta abertura de capital.

Os números confirmaram a severa erosão no desempenho da Uber da metade do ano passado para cá, já que a empresa se viu forçada a pagar incentivos maiores para atrair motoristas, o que resultou em estagnação no crescimento de suas receitas.

No entanto, Nelson Chai, o vice-presidente financeiro da companhia, disse que antes do final do primeiro trimestre a empresa de serviços de carros havia "começado a ver sinais de uma postura de preços menos agressiva por parte de alguns concorrentes nos serviços de passageiros, e essa tendência se manteve no segundo trimestre". No começo do ano, a Uber enfrentava concorrência mais feroz da rival americana Lyft, que estava ansiosa por mostrar crescimento firme antes de sua oferta pública inicial de ações.

Em conversa telefônica com investidores, Dara Khosrowshahi, o presidente-executivo da Uber, disse que comentários de executivos da Lyft durante o anúncio de resultados da empresa destacavam o fato de que a pressão de preços estava começando a se aliviar.

"Competir mais em termos de marca e produto é uma maneira mais saudável de concorrer do que tentar resolver os problemas injetando dinheiro", disse Khosrowshahi. A Lyft descreveu 2019 como seu ano de "pico de prejuízo", ao anunciar um prejuízo trimestral de mais de US$ 1 bilhão (R$ 3,93 bilhões), em maio.

Khosrowshahi acrescentou que as condições de competição também haviam se estabilizado na América Latina, depois que a rival chinesa Didi adotou preços agressivos para ingressar no mercado de serviços de carros da região. "Comparada à [posição] que tínhamos três meses atrás [...] acho que estamos mais no controle da situação, em termos de concorrência", ele disse.

Os comentários aliviaram algumas das preocupações com a recente deterioração nos negócios da Uber, e resultaram em alta de 2% em suas ações depois do fechamento do mercado e da conversa com investidores. Mas as ações continuam 8% abaixo de seu preço de oferta pública inicial, de US$ 45 (R$ 176). As ações da Lyft subiram em proporção semelhante, depois dos comentários da Uber, o que as deixa 22% abaixo de seu preço de oferta pública inicial.

entry May 30 2019, 07:26 PM
BRF e Marfrig iniciam discussões para fusão

* por Aluísio Alves | Reuters

SÃO PAULO (Reuters) - As empresas de alimentos BRF e Marfrig anunciaram nesta quinta-feira o início de discussões para uma possível fusão das duas, o que segundo elas pode criar uma líder mundial em proteína animal.

Por meio de fatos relevantes, ambas anunciaram que seus conselhos de administração aprovaram a assinatura de um memorando que prevê um período de exclusividade de 90 dias, prorrogáveis por outros 30, o que pode preceder a consolidação dos ativos das companhias em uma nova sociedade.

A relação de troca de ações entre ambas deve considerar a cotação média das ações das empresas nos últimos 45 dias e têm como base uma companhia unificada da qual atuais acionistas da BRF terão 84,98% do negócio, enquanto os 15,02% restantes serão dos sócios da Marfrig.

entry May 29 2019, 08:40 PM
Nordex investirá R$ 60 mi em turbinas eólicas

* por Forbes
com Reuters

A fabricante alemã de equipamentos de energia eólica Nordex Energy pretende investir cerca de R$ 60 milhões para a produção no Brasil de uma nova linha de turbinas, com capacidade unitária de até 5,5 megawatts, disse à Reuters um executivo da empresa hoje (29).

O chamado modelo 5X é a aposta da Nordex para conquistar contratos no concorrido setor eólico brasileiro em meio ao recente lançamento de novos equipamentos de maior potência também por outras grandes fornecedoras da indústria, como a dinamarquesa Vestas, a norte-americana GE, a alemã Siemens Gamesa e a local WEG.

O diretor da Nordex para o Brasil, Felipe Ramalho, disse que a empresa já tem oferecido a máquina a clientes locais, conforme muitas companhias se preparam para disputar leilões do governo para a contratação de novos projetos de geração, agendados para junho e outubro, conhecidos como A-4 e A-6, respectivamente.

“Queremos sentir o mercado, a receptividade da máquina, e tentar encaixar um primeiro projeto, para aí dispararmos os investimentos”, afirmou o executivo.

Ele explicou que os aportes serão direcionados principalmente para a produção de moldes para as pás das máquinas, que terão 68 metros, e das torres, assim como para preparar a fábrica para confeccionar as chamadas nacelles das turbinas.

As máquinas que serão montadas no Brasil seguirão exigências de conteúdo local do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), o que permitirá financiar sua compra com recursos do banco estatal.

A capacidade anual de produção na nova linha no país, na fábrica na Bahia, será de entre 600 MW e 700 MW, com a entrega dos primeiros equipamentos prevista para meados de 2021.

Em paralelo, no entanto, a Nordex também oferecerá aos clientes a possibilidade de importar máquinas produzidas em outras de suas fábricas, na Alemanha e na Espanha, o que pode ser útil para empreendedores que querem antecipar ao máximo seus projetos.

“Essa máquina já é uma realidade, já há algumas máquinas dessas em operação na Europa e vendas realizadas em outros mercados. Podemos trabalhar com ela nas duas opções, tanto importada quanto nacional”, afirmou Ramalho.

Ele explicou ainda que a linha 5X envolverá turbinas com diversas capacidades, de 5 MW a 5,5 MW, incluindo a possibilidade de um mesmo cliente comprar máquinas com potência diferenciada para implementação em um mesmo parque eólico.

“Dependendo do lugar e das condições de vento, você pode ter máquinas de 5,1 MW, ou 5,3 MW, por exemplo, no mesmo local. Isso também é uma novidade desse modelo, ele pode ser otimizado ao máximo para cada posição (de turbina) dentro do parque”, afirmou.

O diretor destacou ainda que equipamentos maiores como os da nova linha da Nordex e outros lançamentos de rivais permitem que investidores em usinas eólicas reduzam investimentos em obras civis, uma vez que os parques podem ter a mesma capacidade com menor número de turbinas, com menor necessidade de construção de fundações.

Isso permite custos menores, mesmo com equipamentos ligeiramente mais caros, o que favorece a competitividade dos investidores nos leilões que viabilizam novos projetos, acrescentou.

A Nordex entrou no mercado brasileiro em 2016, após concluir uma fusão com os negócios em energia eólica do grupo espanhol Acciona, que já tinha atuação local.

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