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Entradas em September 2018

entry Sep 30 2018, 08:53 PM
EUA e Canadá se aproximam de acordo para reformular Nafta, dizem fontes

* por DowJones Newswires | Washington

Autoridades dos Estados Unidos e do Canadá estavam se aproximando de um entendimento na tarde deste domingo para reformular o Tratado Norte-Americano de Livre Comércio (Nafta, na sigla em inglês), na esperança de firmar o entendimento até a meia-noite (pelo horário de Washington), que é o prazo imposto pelo governo americano, de acordo com fontes familiarizadas com as discussões.

Ao longo deste fim de semana, membros da Casa Branca de Donald Trump disseram a pessoas que acompanham com interesse os diálogos que as tratativas estavam se encaminhando para uma proposta de acordo trilateral entre os dois países e o México que pudesse ser publicada ainda neste domingo.

Negociadores alertaram para as discórdias que permanecem, especialmente em torno da demanda dos EUA por maior acesso ao potencialmente sensível mercado de laticínios do Canadá. As fontes familiarizadas com as discussões comentam ainda que não está claro se haverá tempo suficiente para fechar as lacunas até o fim do dia, especialmente em virtude de Washington e Ottawa não terem retomado negociações mais intensas até o fim de semana.

"Todo mundo está negociando de boa fé agora mesmo enquanto falamos", disse o diretor do Conselho de Comércio da Casa Branca, Peter Navarro, à Fox News nesta manhã. "O prazo é a meia-noite de hoje para enviar o texto ao Congresso para garantir que isso avance."

entry Sep 29 2018, 09:29 PM
China vai manter política monetária "prudente" em plena guerra comercial

* por AFP

Pequim, 29 Set 2018 (AFP) - O Banco Central da China indicou neste sábado que vai manter sua política monetária prudente e neutra, assim como um amplo nível de liquidez em plena guerra comercial com os Estados Unidos.

A estabilidade cambial do yuan e as expectativas do mercado permanecem firmes, o que dá à segunda maior economia mundial a capacidade para enfrentar eventuais choques externos, afirmou a instituição, após uma reunião de política monetária, segundo a agência oficial Xinhua.

Diante das advertências sobre a grande dívida chinesa china, o Banco Central anunciou que pretende manter um "crescimento razoável do crédito" e seguirá aprofundando as reformas financeiras.

O primeiro-ministro chinês, Li Keqiang, reconheceu na semana passada que seu país vive "dificuldades acentuadas" para manter um crescimento estável, ante tempestade que enfrenta, pelas repercussões da guerra comercial com Washington.

A China enfrenta um importante desafio: o governo de Donald Trump anunciou na segunda-feira tarifas de 10% sobre produtos chineses cuja importação aos Estados Unidos representam 200 bilhões de dólares por ano, o que se soma aos 50 bilhões de dólares em mercadorias que já são objeto de direitos de alfândega.

entry Sep 28 2018, 08:41 PM
Alemanha avança para solução sobre poluição por diesel, diz fonte

* por Gernot Heller | Reuters

BERLIM (Reuters) - O governo alemão está próximo de encontrar uma solução para combater a poluição causada por veículos a diesel, mas ainda não há acordo, disse uma fonte do governo depois que a chanceler Angela Merkel presidiu uma reunião nesta sexta-feira em Berlim.

Detalhes finais de um acordo que visa evitar a proibição de veículos mais antigos nas ruas da cidade devem ser elaborados quando os líderes da coalizão de conservadores e social-democratas de centro-esquerda de Merkel se reunirem na segunda-feira.

"Estamos no bom caminho", disse a fonte à Reuters. "Existem apenas detalhes que precisam ser esclarecidos."

Merkel estabeleceu o fim de setembro como prazo final para encontrar uma maneira de combater a poluição causada por veículos a diesel e evitar mais proibições à direção em cidades que estão sendo forçadas pelos tribunais a tomar medidas para melhorar a qualidade do ar.

No entanto, o governo está dividido sobre como lidar melhor com o problema, com o ministro dos Transportes, Andreas Scheuer, alinhando-se com as montadoras para pedir incentivos para encorajar proprietários de modelos mais antigos a trocá-los por carros mais novos e menos poluentes.

Enquanto isso, a ministra do Meio Ambiente, Svenja Schulze, pediu reformas de hardware em modelos mais antigos - uma opção que a indústria diz ser viável apenas em alguns casos, mas que afetaria o consumo de combustível e o desempenho em outros.

"Nós diminuímos significativamente nossas diferenças na reunião de hoje", disse o vice-ministro do Meio Ambiente, Florian Pronold, apoiando o pedido de seu ministério por modernizações e dizendo elas deveriam ser pagas pelos fabricantes.

entry Sep 27 2018, 08:57 PM
Moeda argentina recua 2,74% após novo acordo com FMI

* por AFP

Buenos Aires, 27 Set 2018 (AFP) - O peso argentino caiu 2,74%, a 40,53 por dólar, um dia depois de o governo acertar com o Fundo Monetário Internacional (FMI) uma antecipação e expansão a 57,1 bilhões de pagamentos de seu crédito em "stand-by" nesta quinta-feira.

A Argentina tinha obtido um empréstimo em junho de 50 bilhões em três anos, mas teve de renegociar o acordo devido a novas corridas cambiais.

Uma das medidas acordadas foi estabelecer um sistema de faixas de flutuação e um aumento gradual até o fim do ano a uma taxa de 3% ao mês.

"As faixas deveriam ser não especificadas e não fixas. O acordo tem que ser cumprido a sério. O sucesso dependerá de ser cumprido ou não", disse o renomado economista Miguel Angel Broda, nesta quinta-feira, na conferência anual da Fundação de Pesquisa Econômica Latino-Americana (FIEL), "think tank" das maiores empresas da região.

A partir de segunda-feira, a flutuação oficial da taxa de câmbio deve ficar entre 34 e 44 pesos por dólar.

entry Sep 26 2018, 07:54 PM
FMI amplia crédito à Argentina para US$ 57,1 bilhões

* por EFE

Nova York, 26 set (EFE).- O Fundo Monetário Internacional (FMI) anunciou nesta quarta-feira um aumento de US$ 7,1 bilhões no crédito que já havia disponibilizado à Argentina, que com isso chega agora a US$ 57,1 bilhões.

Além disso, o FMI também antecipará uma injeção de US$ 19 bilhões deste montante até meados de 2019, conforme revelaram a diretora-gerente da instituição, Christine Lagarde, e o ministro da Fazenda da Argentina, Nicolás Dujovne, em entrevista coletiva no consulado do país em Nova York.

entry Sep 25 2018, 08:35 PM
Canadá não faz concessões necessárias para acordo do Nafta, dizem EUA

* por David Lawder | Reuters
reportagem adicional David Ljunggren e David Shepardson

NOVA YORK (Reuters) - O Canadá não vem fazendo concessões necessárias para conseguir um acordo com os Estados Unidos para um pacto do Nafta e o tempo está acabando antes que Washington siga em frente com um acordo apenas com o México, disse uma fonte dos EUA nesta terça-feira.

O governo do presidente Donald Trump começou recentemente a aumentar a pressão sobre o Canadá, pressionando-o a concluir um acordo até domingo ou enfrentar uma exclusão do Tratado de Livre Comércio da América do Norte revisado.

O representante de Comércio dos EUA, Robert Lighthizer, disse que há "alguma distância" entre os dois lados em questões como acesso ao mercado de laticínios do Canadá e como resolver melhor disputas comerciais.

"O fato é que o Canadá não está fazendo concessões em áreas que pensamos ser essenciais", disse ele em Nova York.

"Vamos seguir em frente com o México", disse ele. "Se o Canadá vier junto, será melhor. Se o Canadá vier depois, então é isso que vai acontecer."

O escritório da ministra das Relações Exteriores do Canadá, Chrystia Freeland, não respondeu aos pedidos de comentários. Os dois estão em Nova York para um encontro das Nações Unidas, mas ainda não está claro se vão se encontrar.

Montadoras e assessores legislativos avaliam que um acordo com o Canadá não será possível no prazo, o que deve levar os EUA a seguir em frente com um acordo bilateral com o México.

Mas eles também previram que haverá novas negociações com o Canadá, em outra tentativa de resolver as questões antes da assinatura com o México, que deve acontecer em 30 de novembro.

O governo Trump disse que é necessário concluir o texto de um acordo até domingo para permitir que o atual governo do México o assine antes que deixe o cargo no fim de novembro.

Autoridades canadenses disseram que, apesar das ameaças dos EUA de seguirem sozinhos com o México, eles não acreditam que Trump possa transformar o pacto de 1994 em um acordo bilateral.

Grupos empresariais dos EUA, alarmados por potenciais problemas nas economias cada vez mais integradas, pressionam a Casa Branca a manter o Nafta como acordo trilateral.

O primeiro-ministro do Canadá, Justin Trudeau, que tem dito vezes que ele prefere abandonar o Nafta a assinar um acordo ruim, adotou um tom mais cauteloso ao discursou antes de Lighthizer num evento em Nova York.

"Eles (os EUA e o México) fizeram alguns acordos", disse ele. "Eu acho que há uma possibilidade aí para construir a partir do que eles concordaram entre si."

O Canadá também deixou claro que os EUA precisam retirar a ameaça de Trump de impor uma tarifa de 25 por cento sobre automóveis, para que um acordo seja possível.

entry Sep 24 2018, 08:33 PM
Trump consegue 1ª conquista comercial ao revisar pacto com Coreia de Sul

* por EFE

Nova York, 24 set (EFE).- Estados Unidos e Coreia do Sul assinaram nesta segunda-feira uma revisão de seus tratados em comércio, o que marca a primeira vez em que o presidente americano, Donald Trump, conseguiu modificar um acordo nesta área desde que chegou ao poder.

Trump e o presidente sul-coreano, Moon Jae-in, assinaram em Nova York uma versão modificada do acordo comercial em vigor desde 2012, seis meses depois de anunciarem que tinham chegado a um pré-acordo para mudar o regime de comércio bilateral.

"Isto é algo muito importante. É um grande dia para Estados Unidos e Coreia do Sul", disse Trump antes de assinar o acordo.

"Dedicamos muitos esforços para chegar a este marco histórico comercial, algo que a maioria das pessoas pensou que não iria ocorrer", acrescentou.

Trump, que no ano passado planejou retirar os EUA do acordo comercial com a Coreia do Sul, lembrou que está renegociando também outros pactos para que sejam "justos e recíprocos", sem mencionar o Tratado de Livre-comércio da América do Norte (Nafta), com México e Canadá.

Para entrar em vigor, o acordo ainda deve ser ratificado no Parlamento sul-coreano, onde alguns legisladores advertiram que não o aprovarão se Trump cumprir a ameaça de impor tarifas a automóveis de alguns países, entre eles os da Coreia do Sul.

As modificações incluídas na revisão do pacto são limitadas, e o mais importante é a ampliação - de 25 mil para 50 mil - do número de veículos de cada montadora que os EUA poderão exportar a cada ano, sob seus próprios padrões, à Coreia do Sul.

Além disso, será estendida até 2041 a tarifa de 25% que Washington impõe às caminhonetes sul-coreanas, que expiraria em 2021 pelo pacto comercial.

A Coreia do Sul também conseguiu incluir as companhias farmacêuticas americanas neste ano em seu programa de preços especiais para remédios inovadores, e o acordo exime Seul das tarifas ao aço estrangeiro impostas por Trump, mas haverá uma barreira de 10% às importações de alumínio sul-coreano.

"Este novo acordo inclui melhorias significativas para reduzir nosso déficit comercial e para aumentar as oportunidades de exportar produtos americanos à Coreia do Sul", afirmou Trump.

"Os melhores automóveis, os remédios inovadores e as colheitas agrícolas terão agora muito melhor acesso aos mercados sul-coreanos. Acredito que nossos agricultores estarão muito satisfeitos (...) É um mercado aberto", acrescentou.

Moon, por sua vez, comemorou que o acordo elimine "os pontos de incerteza" que cercavam a relação comercial bilateral desde que Trump manifestou o interesse de renegociar o pacto, e opinou que as condições de negócio serão agora "mais estáveis".

"Agora poderemos expandir nosso comércio e investimentos (...) e solidificar nossa cooperação em outros campos", afirmou Moon.

entry Sep 23 2018, 07:41 PM
Mercados devem se preparar para longo período de turbulências, alerta BIS

* por Reuters

Os mercados financeiros precisam se preparar para um longo período de turbulência, à medida que mais bancos centrais do mundo começam a encerrar programas de incentivo e a elevar as taxas de juros, disse o BIS (Banco de Compensações Internacionais, na sigla em inglês) em seu último relatório.

Uma década após o colapso do Lehman Brothers que desencadeou a crise bancária global, o banco baseado na Suíça, considerado o "banco dos bancos centrais", comparou a volatilidade do mercado este ano à reação de um paciente que acabou de sair de um remédio forte.

O relatório indica que poderá haver mais turbulência à frente, com as taxas dos EUA provavelmente subindo, as preocupações com a guerra comercial aumentando, o Banco Central Europeu prestes a encerrar seu programa de impressão de dinheiro e mercados emergentes problemáticos tendo que elevar as taxas de juros.

Os formuladores de políticas e os mercados devem se preparar para uma convalescença demorada e agitada", alertou o chefe do Departamento Econômico e Monetário do BIS, Claudio Borio.

A liquidação nos mercados emergentes desde o final de janeiro já se equiparou àquela vista há cinco anos durante o "taper tantrum", episódio no qual os investidores começaram a se assustar com a vida sem incentivos do Federal Reserve norte-americano.

Isso provou ser um obstáculo de curto prazo para os mercados, mas o BIS vê esse episódio como algo mais lento, cuja duração dependerá em parte se as recessões começarem a atacar, como alguns economistas agora temem.

Espera-se que os bancos centrais ajam com cuidado. O fim iminente do plano de compra de títulos do BCE, de 2,5 trilhões de euros (R$ 10,80 tilhões) será amortecido, enquanto o Banco do Japão fica ainda mais para trás no processo.

Mas ainda há muito para os mercados se preocuparem.

Os valores das ações de Wall Street subiram ainda mais, alcançando novos picos históricos.

A volatilidade manteve-se baixa e os "prêmios pela maturidade"' do mercado mantiveram-se altamente comprimidos. Os spreads de crédito para empresas mais arriscadas de 'alto rendimento' têm pairado em torno de níveis que prevaleciam pouco antes da crise financeira global de 2007-08.

entry Sep 22 2018, 08:08 PM
Comcast leva Sky com proposta de US$ 39 bilhões

* por Forbes
com Reuters

A Comcast venceu a Twenty-First Century Fox, de Rupert Murdoch, na batalha pela Sky, após oferecer aproximadamente 30 bilhões de libras (US$ 39 bilhões) pela emissora britânica, em um raro leilão para decidir o futuro do grupo de televisão paga.

A gigante do cabo norte-americana Comcast ofereceu 17,28 libras por ação para controlar a Sky durante o leilão, vencendo as 15,67 libras oferecidas pela Fox, disse o Painel de Controle, em um comunicado, pouco depois das últimas propostas, hoje (22).

A oferta final da Comcast foi significativamente maior do que a que havia feito antes do leilão, de 14,75 libras, e se compara com o preço de fechamento da ação da Sky ontem (21), em 15,85 libras.

O leilão rápido marca um clímax dramático da batalha de propostas desde fevereiro, quando a gigante Comcast invadiu a operação da Fox em busca do controle da Sky.

É um golpe para Murdoch, de 86 anos, e o grupo de mídia e entretenimento norte-americano que ele controla, que já detém 39% das ações da Sky e tentava assumir o controle total do negócio desde dezembro de 2016.

É também um tropeço para a gigante norte-americana Walt Disney, que chegou a um acordo separado de US$ 71 bilhões para comprar os ativos de cinema e televisão da Fox, incluindo fatia da Sky, em junho, e teria assumido controle total da emissora britânica, se a Fox tivesse sido bem sucedida.

entry Sep 21 2018, 09:49 PM
AB InBev corre risco de multa antitruste da UE

* por Forbes Brasil
com Reuters

A Anheuser-Busch InBev corre o risco de receber uma multa antitruste da União Europeia por impedir a importação de cervejas mais baratas na Bélgica, apesar de seus esforços para resolver a investigação, disseram fontes a par do assunto.

No ano passado, a Comissão Europeia acusou a maior cervejaria do mundo de abusar de seu domínio de mercado na Bélgica ao impedir importações mais baratas de suas marcas Jupiler e Leffe dos países vizinhos França e Holanda.

A Comissão tipicamente desaprova tentativas de impedir o comércio paralelo no bloco de 28 países, por meio do qual produtos mais baratos em um país são transportados para venda em outro, vendo tais táticas como um obstáculo para o mercado único.

Segundo a entidade, o resultado foi que os consumidores belgas estavam pagando mais pelas duas marcas de cerveja mais populares na Bélgica. A AB InBev vende Jupiler e Leffe a preços mais baixos na Holanda e na França devido à maior concorrência nesses dois mercados.

As regras antitruste da UE permitem que as empresas resolvam as investigações, oferecendo concessões para encerrar casos sem impor nenhuma multa ou provar irregularidades. A Comissão aceita normalmente esta opção apenas se a considerar como uma forma mais rápida de restabelecer a concorrência no mercado.

A Comissão, que pode multar as empresas em até 10% de seu faturamento global, não quis comentar. As fontes dizem que uma decisão formal levará algum tempo antes de ser anunciada. A AB InBev não respondeu aos pedidos de entrevista.

O fiscalizador de concorrência da UE disse que as táticas da AB InBev incluem a mudança das embalagens de ambas as marcas na Holanda e na França para torná-las mais difíceis de vender na Bélgica. Os varejistas holandeses tiveram acesso limitado a produtos e promoções importantes para evitar a venda de produtos para a Bélgica.

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