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entry Hoje, 08:31 PM
Suíços aprovam legislação que obriga serviços de streaming a investirem na produção local

* por John Revill | Reuters

ZURIQUE (Reuters) - Os eleitores suíços aprovaram neste domingo proposta para que serviços globais de streaming de TV, como Netflix Inc, Amazon e Disney, invistam parte de suas receitas geradas na Suíça na produção de filmes domésticos.

Pouco mais de 58% dos eleitores votaram a favor da proposta, segundo o resultado final, em uma das três votações nacionais realizadas sob o sistema suíço de democracia direta.

A Suíça se tornará o mais recente país europeu a introduzir medidas para apoiar a produção local de TV e cinema e impulsionar o conteúdo produzido localmente.

"Este resultado destaca a importância cultural da produção cinematográfica da Suíça", disse o ministro do Interior suíço, Alain Berset, em entrevista coletiva neste domingo.

No referendo vinculativo sobre o que está sendo chamado de "Lex Netflix", os serviços internacionais de streaming devem investir 4% da receita que obtêm na Suíça na produção de filmes locais.

entry Ontem, 08:47 PM
Autoridade do BCE diz que taxas de juro serão elevadas "muito em breve"

* por Francesco Canepa | Reuters

FRANKFURT (Reuters) - O Banco Central Europeu (BCE) deve decidir em sua próxima reunião o fim do seu programa de estímulo em julho e aumentar as taxas de juro “muito em breve” depois disso, afirmou um dos responsáveis pela política monetária do BCE, Pablo Hernández de Cos, neste sábado.

O presidente do banco central espanhol se juntou a autoridades do BCE defendendo o primeiro aumento na taxa de juros em mais de uma década para conter os maiores níveis de inflação desde que o euro foi criado e evitar que o aumento de preços se consolide.

O BCE está atrás de seus pares globais no aumento dos custos de empréstimos e está até colocando recursos no sistema financeiro por meio do seu Programa de Compra de Ativos (APP, na sigla em inglês), o legado de uma década de luta contra a inflação baixa demais.

“Agora encerraremos, muito provavelmente será a decisão em nossa reunião em junho...o APP em julho”, disse De Cos, em um evento organizado pelo alemão Bundesbank. “E depois começaremos a discutir e muito em breve aumentar as taxas de juro.”

A inflação da zona do euro atingiu um recorde de 7,5% em abril e mesmo medidas que desconsideram custos de energia e alimentação estão bem acima da meta de 2% do BCE.

entry May 14 2022, 08:21 PM
Produção industrial da zona do euro cai menos do que o esperado em março

* por Jan Strupczewski | Reuters

BRUXELAS (Reuters) - A produção industrial da zona do euro caiu menos do que o esperado em março, segundo dados divulgados nesta sexta-feira, com bens de capital e bens de consumo não duráveis liderando o declínio mensal e bens de consumo duráveis fornecendo suporte.

A agência de estatísticas da União Europeia, Eurostat, disse que a produção industrial nos 19 países que usam o euro caiu 1,8% na comparação mensal, registrando declínio de 0,8% na base anual.

Os economistas consultados pela Reuters esperavam uma queda mensal de 2,0% e um recuo anual de 1,0%.

A produção de bens de capital teve a maior perda na comparação mensal, de 2,7%, enquanto a produção de bens de consumo não duráveis caiu 2,3% em relação a fevereiro, enquanto os bens de consumo duráveis subiram 0,8%.

Em termos anuais, a produção de energia caiu 4% em março e a de bens de capital recuou 2,7%, enquanto que a produção de bens de consumo duráveis subiu 6,6% e a de bens não duráveis avançou 2,8%.

entry May 13 2022, 08:20 PM
"Cripto colapso" se intensifica e stablecoin Tether cai abaixo da paridade com dólar

* por Elizabeth Howcroft e Samuel Indyk e Gertrude Chavez-Dreyfuss | Reuters

LONDRES/NOVA YORK (Reuters) - O colapso da TerraUSD, uma das principais stablecoins do mundo, repercutiu nos mercados de criptomoedas nesta quinta-feira, empurrando outra grande stablecoin, Tether, abaixo da paridade com o dólar e mandando o bitcoin para as mínimas de 16 meses.

As criptomoedas foram varridas por uma liquidação de ativos de risco, que ganhou força esta semana, pois dados mostraram que a inflação dos EUA continua avançando, agravando temores de investidores sobre o impacto econômico de um possível aperto agressivo de juros pelo Federal Reserve.

A venda levou o valor de mercado combinado de todas as criptomoedas para 1,2 trilhão de dólares, menos da metade de onde estava em novembro passado, segundo dados da CoinMarketCap.

O bitcoin atingiu um mínimo de 25.401,05 dólares, nível mais baixo desde 28 de dezembro de 2020. Às 17h05 (horário de Brasília), a moeda digital era cotada em queda de 1,4%, a 28.594 dólares.

Nas últimas oito sessões, o bitcoin perdeu mais de um quarto do valor, ou cerca de 10.700 dólares, acumulando queda de 37% até agora no ano. O pico foi atingido em novembro do ano passado, a 69 mil dólares.

A correlação do bitcoin com o índice Nasdaq tem aumentado recentemente e agora está perto de seu nível mais alto de todos os tempos, com base nos dados da Refinitiv. O Nasdaq caiu cerca de 8% até agora este mês.

O ether, a segunda mais importante criptomoeda do mundo, caiu para o piso desde junho de 2021, a 1.700 dólares.

Ao contrário dos movimentos de venda anteriores do mercado financeiro, quando as criptomoedas seguiram quase estáveis, a mais recente pressão de venda em moedas digitais minou o argumento mais amplo de que elas são reservas confiáveis ​​​​de valor em meio à volatilidade do mercado.

NÃO TÃO ESTÁVEIS
A stablecoin TerraUSD foi atingida pela turbulência e quebrou sua indexação ao dólar americano, o que a levou a cair para 0,31 dólar na quarta-feira. Nesta quinta-feira, ela foi negociada em torno de 0,38 dólar.

"Infelizmente, as consequências dessa situação vão além das perdas materiais sofridas pelos investidores", disse Anto Paroian, diretor do fundo de hedge de criptoativos ARK36.

"A desvinculação com a paridade provavelmente resultará em risco regulatório substancial – se não para todo o espaço de criptomoedas, certamente para o mercado de stablecoins", disse.

Stablecoins são tokens digitais atrelados ao valor de ativos tradicionais, como o dólar norte-americano. Mas a TerraUSD é uma stablecoin algorítmica e deveria manter sua paridade com o dólar por meio de um mecanismo complexo que envolve a troca dela por outro token flutuante.

Nesta quinta, os desenvolvedores do Terra interromperam a blockchain para evitar ataques após o colapso da stablecoin e do token Luna relacionado. Porém, o Blockhain Terra foi reiniciado.

A Luna Foundation, que não tem fins lucrativos, é afiliada da Terraform Labs, empresa por trás do TerraUSD.

Stablecoins lastreadas em ativos tradicionais também mostraram sinais de estresse. O tether caiu abaixo da paridade de 1:1 com o dólar, com base nos dados do CoinMarketCap.

"A falta de transparência do Tether sobre a qualidade do papel comercial que eles detêm para sustentar a paridade tornou-o o próximo alvo óbvio", disse Usher, do BCB Group.

"No entanto, o Tether é um animal muito diferente da Terra, com um ecossistema mais comprovado e tenho muito mais confiança de que, quando a volatilidade diminuir, ele poderá recuperar sua fixação e estabilidade", disse ele.

Paolo Ardoino, diretor de tecnologia da Tether, disse que a stablecoin reduziu exposição a papéis comerciais nos últimos meses e agora detém a maioria de suas reservas em títulos do Tesouro dos EUA.

A Tether é a maior stablecoin por valor de mercado e, junto com USD Coin e Binance USD, respondem por quase 87% do mercado de stablecoins de 169,5 bilhões de dólares.

O grande número de corretoras de criptomoedas centralizadas e locais descentralizados, cada uma com seu próprio perfil de liquidez e risco de crédito, está aumentando as distorções de preços em todo o mercado, disse Denis Vinokourov, chefe de pesquisa da Corinthian Digital Asset Management.

"Esse risco, em tempos de liquidez apertada e desalavancagem em massa, leva a mais distorções de preços", disse.

Em seu Relatório de Estabilidade Financeira nesta semana, o Federal Reserve disse que stablecoins são vulneráveis ​​a corridas de investidores por serem apoiadas por ativos que podem perder valor ou se tornar ilíquidos em casos de estresse do mercado.

entry May 12 2022, 08:13 PM
Google pagará mais de 300 veículos de mídia europeus pelo uso de notícias

* por Foo Yun Chee | Reuters | Bruxelas

O Google, da Alphabet, assinou acordos para pagar mais de 300 veículos de mídia na Alemanha, França e outros quatro países da União Europeia por notícias e lançará uma ferramenta para facilitar a assinatura de outros veículos também, disse a empresa à Reuters.

A medida a ser anunciada publicamente nesta quarta-feira vem após a adoção de regras de direitos autorais na União Europeia há três anos, que exigem que o Google e outras plataformas paguem músicos, artistas, autores, editores de notícias e jornalistas pelo uso de seu trabalho.

As editoras de veículos de notícias, que estão entre os críticos mais ferozes do Google, há muito pedem aos governos que garantam que as plataformas online paguem uma remuneração justa por seu conteúdo. A Austrália tornou esses pagamentos obrigatórios no ano passado, enquanto o Canadá introduziu uma legislação semelhante no mês passado.

"Até agora, temos acordos que abrangem mais de 300 publicações nacionais, locais e especializadas na Alemanha, Hungria, França, Áustria, Holanda e Irlanda, com muitas outras discussões em andamento", disse Sulina Connal, diretora de notícias e parcerias de editoração, em um comunicado do Google visto pela Reuters, que deve ser publicado ainda nesta quarta-feira.

Dois terços deste grupo são editores alemães, incluindo Der Spiegel, Die Zeit e Frankfurter Allgemeine Zeitung.

"Agora estamos anunciando o lançamento de uma nova ferramenta para fazer ofertas para milhares de veículos de notícias, começando na Alemanha e na Hungria e sendo lançada em outros países da União Europeia nos próximos meses", disse Connal no comunicado que deve ser publicado em blog da empresa.

A ferramenta oferece aos veículos um contrato estendido de visualização de notícias que permite que o Google mostre trechos e imagens miniaturas por uma taxa de licenciamento.

entry May 11 2022, 08:48 PM
Jogo de videogame Fifa vai mudar de nome após fim de parceria de 30 anos

* por Samuel Agini & Cristina Criddle | Financial Times | Londres

A Electronic Arts está encerrando uma parceria de 30 anos com a Fifa, anunciando o fim de um dos acordos de games mais populares da história, após meses de negociações entre a empresa de videogames e o órgão regulador do futebol.

A EA, com sede na Califórnia, renomeará sua franquia "Fifa" como "EA Sports FC" após a Copa do Mundo feminina de 2023. O conteúdo permanecerá praticamente inalterado, com as mesmas ligas, torneios, clubes e atletas.

"Esta nova plataforma independente trará novas oportunidades para inovar, criar e evoluir", disse Cam Weber, vice-presidente executivo da EA Sports, em comunicado. "Nós existimos para criar o futuro das torcidas de futebol –seja virtual ou real, digital ou físico, é tudo futebol."

A ruptura do relacionamento é um sinal de como um dos principais órgãos dirigentes esportivos do mundo está buscando obter mais receita digital para complementar a receita da Copa do Mundo masculina, enquanto capitaliza a popularidade do videogame.

Apesar da longa e lucrativa colaboração, a EA e a Fifa, com sede em Zurique, estavam em disputa sobre o valor da marca Fifa. A EA registrou o nome EA Sports FC no ano passado, aparentemente preparando-se para o fracasso das discussões.

Mais detalhes sobre o futuro do EA Sports FC são esperados para os próximos meses.

O presidente da Fifa, Gianni Infantino, disse: "Posso garantir que o único jogo autêntico e real que tem o nome Fifa será o melhor disponível para jogadores e fãs de futebol. O nome Fifa é o único título original global. Fifa 23, Fifa 24, Fifa 25, Fifa 26 e assim por diante –a constante é o nome Fifa e permanecerá para sempre e continuará sendo o mais procurado".

A Fifa fatura cerca de US$ 150 milhões (R$ 762 milhões) por ano com a parceria, seu maior acordo comercial fora da Copa do Mundo masculina.

O game é o "maior e mais popular" da EA, segundo o relatório anual da empresa, com cerca de 150 milhões de jogadores. Os jogadores pagam até US$ 70 (R$ 355) pela nova versão para consoles e PC a cada ano, e versões gratuitas também estão disponíveis para celular.

O modo Fifa Ultimate Team, que permite aos jogadores competir online e gastar dinheiro atualizando seus times de futebol, gerou uma "parcela substancial" do US$ 1,6 bilhão (R$ 8,13 bilhões) em receita líquida no ano que terminou em 31 de março de 2021, segundo o relatório anual da EA, representando cerca de 29% da receita líquida total. Os jogadores do Fifa Ultimate Team aumentaram 16% em 2021.

Alguns dos maiores organizadores de torneios de futebol do mundo apoiaram a EA, reforçando o desenvolvedor de games, que depende de acordos de licenciamento para apresentar a marca das principais ligas, equipes e craques.

Richard Masters, executivo-chefe da Premier League inglesa, a divisão nacional de futebol mais rica do mundo, chamou a EA de "parceira valiosa e de longo prazo", enquanto o presidente de La Liga, Javier Tebas, disse que a entidade espanhola está "comprometida com a parceria com a EA Sports FC pelos próximos anos".

A Uefa da Europa, que organiza o torneio de elite Liga dos Campeões, e a Conmebol, organizadora da Copa Libertadores da América, também manifestaram seu apoio.

O portfólio de esportes da EA inclui ainda parcerias com Madden NFL para futebol americano; Liga Nacional de Hóquei no Gelo; corridas de Fórmula 1; e UFC para competições de artes marciais mistas.

O jogo de simulação de estilo de vida The Sims 4 e o jogo de batalha gratuito para celular Apex Legends estão entre os outros títulos populares da EA. Em abril do ano passado, ela adquiriu a editora de jogos Glu Mobile por US$ 2,4 bilhões (R$ 12,19 bilhões), mais conhecida por seu RPG animado Kim Kardashian.

entry May 10 2022, 09:11 PM
Fundação Luna esvazia carteira de 42 mil bitcoins e cria tensão no mercado

* por Saori Honorato | Portal do Bitcoin

Luna Foundation Guard, uma organização do ecossistema Terra (LUNA), esvaziou nesta segunda-feira (9) a sua carteira de Bitcoin (BTC) dedicada a fornecer recursos para garantir o lastro da stablecoin TerraUSD (UST).

Ao observar o rastro do bitcoin na blockchain, é possível ver que ele foi espalhado para diversas carteiras diferentes, mas ainda não se tem uma confirmação do destino final dessas moedas.

No Twitter, usuários especulam que uma parte desse dinheiro foi enviado para a corretora OKX, sinalizando uma possível liquidação da reserva de bitcoin no mercado.

“Parece que eles dividiram os fundos, sendo 12,5k BTC e 30k BTC seguindo caminhos separados. Supostamente, uma parcela foi enviada para OKX também”, escreveu o usuário @DaxxTrader compartilhando o fluxo das criptomoedas rastreadas na plataforma breadcrumbs.

Além disso, o perfil que monitora a blockchain do bitcoin, Mempool Whales, alertou nesta tarde que uma carteira desconhecida havia depositado 37.180 BTC na corretora Gemini.

https://twitter.com/MempoolWhales/status/1523740636352065540

No mesmo horário que a carteira de bitcoin da Luna Foundation foi esvaziada, por volta das 15h30, o preço da criptomoeda entrou em queda livre até bater US$ 30.556, segundo o CoinMarketCap.

No momento da redação deste texto, o bitcoin continua sendo negociado por volta de US$ 30.780, cotação que representa uma queda de 11,2% nas últimas 24 horas.

UST pode estar por trás da queda do BTC
Ao que tudo indica, a equipe da Luna Foundation está tomando medidas drásticas para tentar salvar sua stablecoin UST do colapso total. Na tarde desta segunda-feira (9), o preço da stablecoin pareada ao dólar — e que, portanto, deveria ser sempre US$ 1 — bateu US$ 0,95, segundo o CoinMarketCap.

Em algumas corretoras, como na Binance, o UST chegou a ser negociado por US$ 0,92 com o par em USDT.

Uma hipótese que ganha força na comunidade é que a Luna Foundation está usando a sua reserva de bitcoin para comprar UST e tentar fazer o preço da stablecoin voltar para um dólar americano.

Na hora que a carteira de BTC da Luna Foundation foi esvaziada, Do Kwon, fundador e CEO do Terraform Labs, se limitou a escrever que no Twitter que estava “Implantando mais capital”.

A queda da UST
Nesta segunda-feira (9), a Luna Foundation Guard votou para emprestar US$ 1,5 bilhão em criptomoedas para manter a estabilidade do UST.

O comitê da organização votou para emprestar US$ 750 milhões em bitcoin de suas reservas e US$ 750 milhões em UST para manter o ativo lastreado em US$ 1.

A organização fez o empréstimo a um “formador profissional de mercado” não identificado, segundo Do Kwon.

O empréstimo foi feito por conta da perda de lastro da UST no dólar americano em meio à volatilidade extrema nos mercados cripto.

No sábado (7), a stablecoin caiu para cerca de US$ 0,985, antes de voltar para US$ 0,99. Mais uma vez na segunda-feira (9), a moeda voltou a ser atingida por flutuações extremas, caindo para US$ 0,92 em algumas corretoras.

O capital emprestado pela equipe da moeda seria usado para comprar UST se o ativo continuar caindo abaixo de seu lastro e vender UST (e comprar BTC) se o ativo ficar maior ou igual ao seu lastro.

Como a UST funciona
Diferente de stablecoins mais tradicionais, como USDT da Tether ou USDC da Circle, a UST é descentralizada e algorítmica.

É descentralizada porque o token não é mantido por uma entidade centralizada ou lastreada em ativos centralizados (sejam estes dinheiro em espécie, títulos, ações ou outros).

Em vez disso, a UST mantém sua estabilidade por meio de um mecanismo de emissão e queima usando o token de staking e governança do ecossistema LUNA.

Esse mecanismo permite que pessoas resgatem 1 UST (não importa qual seja o seu preço) por US$ 1 em LUNA. Toda vez em que essa conversão é feita, a UST em questão é destruída (ou, em termos cripto, “queimada”) e removida de circulação.

Toda vez em que 1 UST não for equivalente a US$ 1, árbitros podem rapidamente converter UST por US$ 1 em LUNA, vendendo o LUNA e gerando um pequeno lucro.

No entanto, esse mecanismo ficou ameaçado à medida que usuários começaram a vender UST em massa em troca de outras stablecoins na corretora descentralizada (DEX) Curve Finance, bem como na Binance.

entry May 9 2022, 08:56 PM
Ações do Nubank despencam 16% e renovam mínima histórica

* por Reuters

As ações da fintech Nubank despencaram 16,12% na Nyse (Bolsa de Nova York) nesta segunda-feira (9), para US$ 4,37, e renovaram a mínima histórica desde a abertura de capital (IPO, na sigla em inglês) no final do ano passado.

No IPO em 9 de dezembro nos Estados Unidos, a fintech teve as ações precificadas a US$ 9. Os papéis recuam cerca de 51,4% desde então.

A sessão nesta segunda foi marcada pelo mau humor dos investidores acerca do ritmo da atividade econômica global, após dados apontarem para uma forte desaceleração das exportações da China em abril.

O Nasdaq, índice acionário do mercado americano onde se concentram as empresas de tecnologia, teve um recuo de 4,3% nesta segunda.

Na semana passada, o risco de um aperto monetário mais agressivo nos Estados Unidos para conter a persistente pressão inflacionária já havia causado forte impacto para os papéis de tecnologia de um modo geral. Os papéis do Nubank acumularam desvalorização de 10,3% durante a semana passada.

Além de um ambiente de juros mais altos, que aumenta a taxa de desconto com a qual os analistas projetam os ganhos de empresas digitais de tecnologia no longo prazo, o Nubank também enfrenta dificuldades próprias, com questionamentos crescentes entre os investidores sobre a capacidade da fintech de rentabilizar sua base de mais de 50 milhões de clientes.

O pacote de remuneração à diretoria da fintech superior a R$ 800 milhões noticiado nos últimos dias contribuiu para colocar uma pressão adicional sobre os números do Nubank, que reporta os dados sobre o primeiro trimestre de 2022 na próxima segunda-feira (16).

O Itaú BBA projeta um prejuízo de R$ 371 milhões para o Nubank no primeiro trimestre do ano. "Resultados fracos e novos fluxos de saída podem causar distorções nos preços das ações nos próximos dias", disseram os analistas do Itaú BBA em relatório publicado no dia 4 de maio.

entry May 8 2022, 09:41 PM
GPA: Éxito aprova oferta de recompra de até 320 mi de pesos colombianos em ações

* por Estadão | São Paulo

O conselho de administração da Almacenes Éxito, com sede na Colômbia, na qual o Grupo Pão de Açúcar (GPA) detém 96,57% da participação acionária, aprovou, nesta sexta-feira (6), o regulamento que estabelece as condições do plano de recompra no valor de até 320 milhões pesos colombianos, a 21.000 pesos colombianos por ação. O plano ainda está sujeito à aprovação pela assembleia geral de Éxito a ser realizada no dia 24 de maio. A Éxito está avaliada em mais de R$ 11 bilhões.

O prazo de aceitação para a oferta de recompra é de dez dias úteis, contados a partir do dia seguinte da assembleia geral da Éxito, em 24 de maio. O processo operacional será executado pela Bolsa de Valores Colombiana por meio de um sistema eletrônico de captura de dados ao qual todo o mercado de capitais possui acesso, informou o GPA há pouco, por meio de fato relevante à Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

Os acionistas poderão exercer a recompra de maneira 'pro rata' à sua participação no capital social de Éxito, sendo possível o exercício de pelo menos uma ação por acionista, como forma de garantir a igualdade de tratamento aos acionistas minoritários.

entry May 7 2022, 08:40 PM
Nvidia paga US$ 5,5 mi em caso de mineração de bitcoins

* por AFP | Nova York

A Nvidia, gigante de processadores e placas de vídeo, aceitou pagar US$ 5,5 milhões (R$ 27,5 milhões) à SEC (Comissão de Valores Mobiliários dos EUA) para resolver uma disputa sobre o impacto da mineração de criptomoedas nas receitas da companhia.

Com o acordo, a Nvidia põe fim às demandas judiciais, mas não admite nem nega as acusações apresentadas pela SEC.

O regulador acusou a empresa de tecnologia de não ter divulgado que a mineração de criptomoedas foi um elemento crucial do aumento das vendas de seus processadores gráficos em seus resultados financeiros de abril a setembro de 2018.

"As infrações da Nvidia privaram os investidores de informação crítica para avaliar a situação financeira da empresa em um importante mercado", alegou Kristina Littman, diretora do departamento de cibersegurança e criptomoedas da SEC.

A mineração é o processo de criação de novos blocos no blockchain, o que faz com que as transações de criptomoedas sejam seguras. Os mineradores obtêm recompensas financeiras.

A SEC anunciou nesta terça-feira (3) que praticamente dobrou o número de funcionários nas áreas de cibersegurança e criptomoedas, alocando 50 pessoas para o setor.

Contatada pela AFP, a Nvidia negou-se a comentar.

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