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entry Sep 28 2019, 09:47 PM
Fundo de capital de risco do Santander busca ativos da América Latina

* por Stefanie Eschenbacher e Jesús Aguado | Reuters

CIDADE DO MÉXICO/MADRI (Reuters) - Um fundo de capital de risco apoiado pelo banco espanhol Santander está de olho em novas oportunidades na América Latina, disse um executivo nesta sexta-feira, dias após concluir um investimento na startup de tecnologia financeira mexicana Klar.

O México e o Brasil são os mercados maiores, mais ativos e de mais rápido crescimento para as chamadas fintechs da América Latina. Os empreendedores locais vêm desenvolvendo tecnologias que variam de pagamentos eletrônicos a poupanças e empréstimos.

Manuel Silva, sócio do Santander InnoVentures, disse em entrevista que o fundo estava buscando mais investimentos em países onde o Santander já estava presente, principalmente no Brasil e no México.

“Continuamos a procurar empresas”, disse Silva. “Investimos principalmente em mercados em que o banco está presente, porque esses são os mercados em que podemos agregar mais valor ao banco e também a nós como investidores.”

Silva disse que outros mercados de interesse incluem Argentina, Chile, Colômbia e Peru.

A InnoVentures não divulgou quanto investiu na Klar, que oferece alternativas digitais para cartões de crédito e débito. Klar disse no início desta semana que garantiu 57,5 ​​milhões de dólares em financiamento de diferentes investidores, incluindo a InnoVentures.

A iniciativa faz parte dos esforços do Santander para aumentar foco nas economias emergentes, ao mesmo tempo em que reduz custos para combater margens reduzidas em mercados europeus maduros.

Como outros bancos europeus, os bancos espanhóis estão tendo dificuldades para elevar lucro em ambiente de baixas taxas de juros. Eles estão se concentrando cada vez mais em reduzir custos e aumentar os esforços para vender serviços em plataformas digitais.

Como parte da transformação digital, o Santander também disse que investirá mais de 20 bilhões de euros em tecnologia nos próximos quatro anos.

No início de setembro, o Santander disse que aumentará o controle de seus negócios no México de 74,96% para 91,65%, após uma oferta na bolsa de valores, pois busca retornos mais altos na América Latina.

entry Sep 27 2019, 09:18 PM
EUA avaliam deslistar empresas chinesas das Bolsas americanas

* por James Politi Peter Wells Colby Smith | Financial Times Washington

O governo dos Estados Unidos está considerando a possibilidade de deslistar empresas chinesas das bolsas de valores americana, em uma decisão que poderia levar a guerra comercial contra a China a Wall Street.

Assessores do presidente Donald Trump estão estudando medidas para limitar os investimentos entre os Estados Unidos e a China, de acordo com pessoas informadas sobre os planos. Outras opções incluiriam restringir a capacidade de fundos de pensões americanos de adquirir ações chinesas.

Pequim está se preparando para celebrar o 70º aniversário da fundação da República Popular da China com uma celebração nacional na semana que vem, e deve iniciar novas negociações comerciais com os Estados Unidos em outubro.

Uma ampliação do conflito econômico entre a China e os Estados Unidos para a arena dos mercados de capital vêm sendo defendida há muito tempo pela linha dura de Washington, especialmente o senador republicano Marco Rubio, da Flórida, e outros integrantes do governo que compartilham desse ponto de vista. Mas outros assessores de Trump resistem à ideia, temendo que ela seja um novo golpe contra os mercados e que solape a confiança dos investidores.

Em fevereiro deste ano, a capitalização de mercado total das 156 empresas chinesas com ações cotadas nas maiores bolsas de valores dos Estados Unidos era de US$ 1,2 trilhão (R$ 4,9 trilhões), de acordo com a Comissão de Revisão Econômica e de Segurança EUA-China, e pelo menos 11 delas eram empresas estatais.

A proposta do governo americano, noticiada inicialmente pela Bloomberg, resultou em forte queda nas ações de companhias chinesas cotadas em Nova York, e em uma queda do yuan.

Pouco depois da publicação da reportagem, as ações da Alibaba mostravam queda de 4% e as da Baidu haviam caído em 2%. Os ADRs da Tencent e do grupo de varejo online JD.com registravam quedas respectivas de 2% e 3%.

O yuan chinês negociado em mercados de câmbio fora da China continental caiu em até 0,4%, um movimento considerável para a moeda, mas a queda se reduziu e sua cotação diante do dólar às 13h, horário de Nova York, estava em 7,14 yuan, mostrando queda de 0,2%.

Depois que uma sucessão de escaladas na disputa tarifária abalou os mercados, em agosto, funcionários dos governos americano e chinês começaram a estudar maneiras de reduzir as tensões antes da nova rodada de negociações marcada para o mês que vem.

As possíveis restrições dos Estados Unidos aos mercados de capitais viriam depois da decisão chinesa, este mês, de eliminar os limites para as aquisições de ações e títulos no país por investidores estrangeiros. A ação do governo Trump poderia desestimular o fluxo de capital internacional para o país asiático.

"Se essa retaliação muito extrema acontecer, teremos potencial para uma nova escalada", disse Cesar Rojas, economista mundial do Citigroup; "É mais uma estratégia de negociação. Mostra qual seria o custo de não cooperar com os Estados Unidos e não fazer concessões".

Se os Estados Unidos decidirem ir adiante, não será simples desenvolver medidas que restrinjam o acesso chinês aos mercados de capital dos Estados Unidos, e elas poderiam ser contestadas.

"Não acho que seja simples como desligar uma torneira", disse Patrick Healy, presidente-executivo da Issuer Network, uma consultoria de abertura de capital. "A bolsa teria de explicar por que as ações da companhia estão sendo excluídas e a companhia teria a oportunidade de contestar a decisão".

entry Sep 26 2019, 09:12 PM
FMI diz que está 'difícil' encontrar solução rápida para Argentina

* por AFP

Washington, 26 Set 2019 (AFP) - O Fundo Monetário Internacional (FMI) "continua totalmente comprometido" em tentar ajudar a Argentina, mas uma solução rápida é "difícil" por causa das incertezas a um mês das eleições presidenciais, disse nesta quinta-feira (26) um porta-voz da entidade.

"Vamos nos mobilizar tão rápido quanto possível e tentaremos fazer o melhor ao nosso alcance para Argentina", declarou o porta-voz do FMI, Gerry Rice, durante uma coletiva.

"Devido à complexa situação e a incerteza política tem sido difícil avançar rapidamente", acrescentou.

O país sul-americano, mergulhado em uma crise econômica e política, espera a liberação de 5,4 bilhões de dólares do programa de empréstimos do FMI, mas na quarta-feira o chefe do Fundo, David Lipton, disse à Bloomberg que a relação financeira com Buenos Aires "terá que esperar".

Rice negou informações de que o FMI havia parado de negociar com a Argentina.

A nova diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional, Kristalina Georgieva, se encontrou na quarta-feira com a ministra argentina das Finanças, Hernán Lacunza, e disse que espera trabalhar com Buenos Aires quando assumir o cargo em 1º de outubro.

Desde o ano passado a Argentina recebeu cerca de 44 bilhões de dólares do total de 57 bilhões do programa de empréstimo de três anos do FMI aprovado em 2018, mas a inflação descontrolada e o aumento da pobreza geraram descontentamento em relação aos cortes feitos pelo governo.

Os problemas econômicos se agravaram após agosto, quando o peronista de centro-esquerda Alberto Fernández se tornou favorito para vencer as eleições de 27 de outubro, nas quais o presidente Mauricio Macri tenta a reeleição.

entry Sep 25 2019, 09:18 PM
Nova diretora do FMI alerta para falta de instrumentos contra uma nova crise global

* por James Politi | Financial Times

Kristalina Georgieva, que assumirá o comando do FMI (Fundo Monetário Internacional), alertou que a capacidade de o planeta enfrentar uma desaceleração econômica mundial poderia "ser colocada em teste em breve", e prometeu que suas prioridades seriam "minimizar o risco de crise"' e "estar pronta para lidar com desacelerações".

A economista búlgara disse que embora o mundo e o FMI estejam em posição melhor para responder a uma nova desaceleração, de algumas maneiras —entre as quais a melhora dos sistemas de vigilância financeira e das redes mundiais de segurança—, outros fatores, como a disponibilidade limitada de instrumentos de política monetária, poderiam tornar a tarefa mais difícil.

"Mobilizar uma resposta coletiva rápida às ameaças que o mundo enfrenta hoje é mais difícil do que uma década atrás", disse Georgieva, 66, em declarações ao conselho do FMI antes da decisão formal de apontá-la para o papel de diretora-executiva do fundo, na quarta-feira (25). "Com os sinais de alerta acionados, nossa preparação em breve será testada".

Georgieva, que assumirá o posto em 1º de outubro, antes da assembleia anual do FMI no mesmo mês, chega ao fundo vinda do Banco Mundial, do qual ela foi presidente-executiva desde 2017, e de uma passagem anterior de sete anos pela Comissão Europeia.

Georgieva substituirá Christine Lagarde, que renunciou ao posto ao ser escolhida para a presidência do BCE (Banco Central Europeu).

O mandato dela começará em um momento no qual o FMI enfrenta ansiedade quanto ao destino do pacote de resgate de US$ 57 bilhões à Argentina, o maior da história, que ameaça ser tirado dos trilhos pela vitória de um candidato populista prevista para a eleição presidencial do país no mês que vem.

Georgieva também terá de enfrentar outros grandes desafios, entre os quais as consequências da guerra comercial entre Estados Unidos e China para a economia mundial, as possíveis repercussões de um Brexit sem acordo para a economia europeia, e a tentativa do FMI de se manter suficientemente capitalizado para oferecer resgate simultâneo a diversos governos em crise, caso necessário.

"Em uma economia em deterioração, a situação será mais difícil para todos, e especialmente para os países que já enfrentam dificuldades, alguns dos quais já receberam programas do Fundo", ela disse. "O Fundo precisa garantir que os programas se mantenham relevantes e que reflitam o pleno espectro da mudança de circunstâncias".

entry Sep 24 2019, 09:28 PM
Centro financeiro de Londres perde bilhões à espera do Brexit

* por Silla Brush e Viren Vaghela | Bloomberg

(Bloomberg) -- Independentemente de o Reino Unido deixar a União Europeia sem acordo ou conseguir encontrar uma saída de última hora nas próximas semanas, o Brexit já afetou o setor financeiro de Londres.

Três anos e três primeiros-ministros desde o referendo, negociações complicadas e turbulência política minaram a confiança do segmento. Com isso, empresas financeiras podem ter de transferir milhares de empregos - e, possivelmente, 1 trilhão de libras (US$ 1,24 trilhão) em ativos - de Londres para outros centros financeiros.

Há sinais de resiliência: Londres aumentou sua liderança no comércio de derivativos de taxas de juros desde o referendo e a cidade continua sendo o único centro financeiro europeu no ranking da consultoria Z/Yen dos 10 melhores do mundo.

Ainda assim, Catherine McGuinness, presidente do comitê de políticas e recursos da City of London Corp., que supervisiona o distrito financeiro, disse que há poucas dúvidas de que o processo do Brexit esteja afetando os serviços financeiros, que respondem por 11% das receitas fiscais no Reino Unido.

"O Reino Unido precisa ser muito cuidadoso na forma como trata seu setor de serviços, porque pode perder mais do que precisa se não for", disse McGuinness em entrevista. "É claro que vamos perder alguns negócios da UE." Ela disse que "está muito preocupada com o curto prazo, especialmente se tivermos uma saída sem acordo".

Empregos
Os primeiros temores sobre a debandada de dezenas de milhares de empregos de Londres não se tornaram realidade. Mesmo assim, grandes bancos globais de investimento transferiram 1.000 postos para o continente europeu até agora e 7.000 poderiam facilmente ser transferidos no curto prazo, segundo a consultoria EY. Os bancos também se prepararam para transferir até 1 trilhão de libras em ativos para a UE, disse a EY em 19 de setembro, mas ainda não tomaram medidas concretas.

Repo
A CME Group., a maior bolsa do mundo, transferiu seu negócio de operações compromissadas de US$ 230 bilhões de sua plataforma BrokerTec para Amsterdã, de acordo com os dados mais recentes da empresa. A CME recebeu aprovação regulatória em março. Os cerca de US$ 40 bilhões em operações compromissadas do Reino Unido permanecem em Londres. Os acordos de recompra permitem que grandes investidores - como fundos mútuos - lucrem emprestando dinheiro parado no curto prazo para bancos e corretoras.

Provisões
A maioria dos grandes bancos do Reino Unido tem feito provisões para se preparar para uma desaceleração econômica ou aumento da inadimplência em um Brexit sem acordo.

Migração de seguro
Cerca de 61 bilhões de libras em negócios de seguros estão sendo transferidos. Os subscritores com sede no Reino Unido estão transferindo apólices mantidas por clientes europeus para unidades em Luxemburgo, Irlanda e em outros países: a Admiral Group, por exemplo, escolheu Madrid, tendo gastado entre 4 milhões e 5 milhões de libras para fazer a mudança.

entry Sep 23 2019, 09:12 PM
Oposição no Reino Unido quer jornada ainda mais curta que França

* por Jessica Shankleman e William Horobin | Bloomberg

(Bloomberg) -- Se há uma coisa que as empresas na França odeiam é a jornada de trabalho semanal de 35 horas. Agora, o principal partido de oposição do Reino Unido propôs uma jornada ainda mais curta.

Em sua conferência anual esta semana, o Partido Trabalhista apresentou um conjunto de políticas que aproximam sua abordagem econômica de uma linha ainda mais socialista. Embora seja aplaudida pelos trabalhadores em geral, a proposta não ajuda muito para aliviar as preocupações de que um governo liderado por Jeremy Corbyn seria mais alarmante para as empresas britânicas do que o próprio Brexit.

A semana de quatro dias é o que causa maior preocupação.

"Quem recusaria uma semana de quatro dias com o mesmo salário?", disse Carolyn Fairbairn, presidente da Confederação da Indústria Britânica. "Mas, sem ganhos de produtividade, isso levaria muitas empresas ao prejuízo."

Para um excelente exemplo de como a regulação forçada da carga horária pode causar dores de cabeça, basta analisar o caso da França, onde a jornada semanal de 35 horas foi introduzida há quase 20 anos pelo governo socialista de Lionel Jospin. Desde então, o país enfrenta desafios para lidar com a questão, complicando ainda mais um código trabalhista já complexo.

O objetivo era criar mais empregos - em teoria, compartilhando o trabalho entre mais pessoas - e aumentar a produtividade, um problema que também afeta a economia do Reino Unido. Os trabalhadores também teriam mais tempo de lazer, em parte graças a dias extras de férias para compensar o trabalho superior a 35 horas por semana.

Economistas ainda discutem se a mudança alcançou seus objetivos ou não. É difícil atribuir a geração de empregos apenas à medida, pois os impostos sobre a folha de pagamento caíram ao mesmo tempo e a perda de competitividade da França desde então também pode ser atribuída a outros fatores, incluindo as reformas trabalhistas da Alemanha.

As divergências políticas são ainda mais agudas, especialmente nas eleições, em que os partidos rivais inventam maneiras diferentes de contornar ou defender as "35 heures". A esquerda normalmente defende a medida como um totem de suas realizações no governo, enquanto a direita prometeu repetidamente desmantelar o limite de horas de trabalho e culpa a jornada mais curta por uma série de problemas na França.

O presidente Emmanuel Macron optou por abordar cuidadosamente o problema. Antes de ser eleito, ele criticou repetidamente as "35 heures", mas suavizou seus ataques quando a campanha começou de fato. As reformas trabalhistas introduzidas por Macron logo após a posse dão às empresas maior liberdade para negociar soluções alternativas com seus funcionários, mas são complexas, e o limite legal permanece em 35 horas.

O cerne da questão é que, uma vez reduzida a jornada, é difícil se livrar.

entry Sep 22 2019, 09:41 PM
Índia presenteará a ONU com 193 painéis solares

* por AFP

Nações Unidas, Estados Unidos, 21 Set 2019 (AFP) - A ONU agora tem um "teto verde" com 193 novos painéis solares - um para cada Estado-membro - um presente da Índia que será inaugurado na próxima terça-feira pelo primeiro-ministro Narendra Modi durante a Assembleia Geral, após a cúpula de líderes em o clima.

O chamado "Parque Solar Gandhi", instalado no telhado das salas de conferências da ONU, no quinto andar de frente para o East River, não produzirá energia suficiente para cobrir todo o gasto de energia do enorme edifício. Eles gerarão 86.000 kWh/ano, equivalente a uma despesa de 30.246 kg de carvão ou uma economia nas emissões de gases de efeito estufa semelhante ao plantio de 1.008 árvores por 10 anos, segundo diplomatas indianos.

De acordo com a imprensa indiana, o investimento foi de 1 milhão de dólares e busca marcar o 150º aniversário do nascimento do líder da independência Mahatma Gandhi, nascido em 2 de outubro de 1869.

entry Sep 21 2019, 09:14 PM
Carrefour Brasil abre centro de distribuição em SP puxado por varejo online

* por Gabriela Mello | Reuters

SÃO PAULO (Reuters) - O Carrefour Brasil anunciou nesta sexta-feira a abertura de um centro de distribuição de 64 mil metros quadrados em Cajamar, na região metropolitana de São Paulo, em estratégia de reforço logístico para sustentar a expansão de suas vendas de comércio eletrônico.

A nova instalação será o principal centro logístico da companhia no Brasil, atendendo tanto operações de lojas físicas quanto online. O valor do investimento não foi informado.

O centro deverá ampliar a capacidade de despacho de encomendas do Carrefour Brasil em 300 por cento, informou a companhia.

“Dado o crescimento exponencial do comércio eletrônico, precisamos mudar a estrutura de nosso centro de distribuição antes do evento da Black Friday”, afirmou Luiz Escobar, diretor de varejo online do Carrefour Brasil, em comunicado à imprensa.

entry Sep 20 2019, 09:43 PM
Softbank avalia 40 empresas para investir no Brasil; fará anúncio grande em 2 semanas

* por Aluisio Alves | Reuters

SÃO PAULO (Reuters) - O grupo japonês SoftBank Group está avaliando dezenas de empresas com elevado potencial de crescimento para investir no Brasil e deve anunciar um grande porte nas próximas duas semanas, disse nesta sexta-feira o principal executivo da companhia no país, André Maciel.

"Temos umas 40 empresas (para investir) no Brasil", disse Maciel durante evento do Cubo, centro de empreendedorismo tecnológico do Itaú Unibanco.

Maciel, ex-diretor gerente do JPMorgan no Brasil, disse ainda que o SoftBank deve anunciar investimentos no país nas próximas semanas, sendo um deles de grande porte, mas não deu detalhes.

Desde que anunciou em março a criação de um fundo de investimento de 5 bilhões de dólares focado em projetos de tecnologia na América Latina, o SoftBank tem liderado uma série de investimentos multimilionários na região.

Esse movimento incluiu liderar um aporte de 1 bilhão de dólares no aplicativo de entregas Rappi, um de 150 milhões de dólares em outro aplicativo do setor, a Loggi, um de 250 milhões de dólares na plataforma de aluguel de imóveis QuintoAndar, além de comprar uma fatia de cerca de 15% no Banco Inter.

Segundo Maciel, "o Brasil ainda tem espaço para criar muitos unicórnios", jargão de mercado para nomear startups com avaliação de mercado acima de 1 bilhão de dólares.

O executivo disse que o SoftBank vê oportunidades no país nas áreas de saúde, logística, transporte e agronegócio, entre outros.

entry Sep 19 2019, 08:50 PM
Casino negocia venda de rede Leader Price para Aldi

* por Dominique Vidalon e Benoit Van Overstraeten | Reuters

PARIS (Reuters) - O varejista francês Casino afirmou nesta quinta-feira que está negociando vender sua rede francesa de lojas de apelo promocional Leader Price para a rival alemã Aldi.

O anuncio acontece com o presidente-executivo e controlador do Casino, Jean-Charles Naouri, procurando formas de aliviar as dívidas da empresa - e as da controladora Rallye - incluindo com a venda de ativos.

O Casino afirmou que, após uma manifestação de interesse da Aldi France, os dois grupos "entraram em discussões com o objetivo de pedir à Aldi France uma oferta vinculativa".

Analistas esperavam uma venda do Leader Price após o Casino anunciar no mês passado que visava a venda de 2 bilhões de euros em ativos, além dos 2,5 bilhões inicialmente pretendidos para reduzir o peso da dívida.

O varejista contratou o BNP Paribas para lidar com o possível acordo, acrescentou o jornal.

No início deste mês, o empresário tcheco Daniel Kretinsky e seu parceiro eslovaco Patrik Tkac compraram uma participação de 4,63% no Casino, numa demonstração de apoio a Naouri.

O Casino controla no Brasil o Grupo Pão de Açúcar.

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