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entry Mar 3 2007, 11:31 PM
Brasil apóia planos de biodiesel e etanol do México

* por Reuters

CIDADE DO MÉXICO (Reuters) - O Brasil concordou em ajudar o México a produzir os combustíveis alternativos biodiesel e etanol, oferecendo assessoria tecnológica ao país, disse o presidente mexicano, Felipe Calderón, neste sábado.

Calderón disse em entrevista a jornalistas realizada em Georgetown, na Guiana, que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva concordou em apoiar os projetos de combustíveis do México. Ambos os líderes participam da cúpula do Grupo do Rio, realizada na Guiana.

O anúncio acontece um dia depois que Calderón disse que a estatal mexicana Pemex ampliou acordo de compartilhamento de tecnologia com a Petrobras, acelerando a estratégia do México de buscar petróleo em águas profundas.

entry Mar 2 2007, 08:08 PM
Petrobras descobre reservatórios de petróleo leve no Espírito Santo

* por Valor Online

RIO - A Petrobras informou ter descoberto petróleo leve no Espírito Santo, cujos reservatórios são saturados com óleo em torno de 30 graus API.

Conforme a Petrobras, os reservatórios estão posicionados abaixo de uma espessa camada de sal e apresentaram "excelente" produtividade em testes preliminares. A indicação é de que as reservas têm um potencial de produção da ordem de dez mil barris de petróleo por dia.

"Estudos geológicos preliminares indicam volumes potenciais 'in place' de cerca de 570 milhões de barris", diz a nota da petrolífera. A empresa realizará estudos adicionais para avaliar com mais precisão as reservas disponíveis neste novo campo.

Na nota, a Petrobras diz que os reservatórios localizam-se no antigo bloco BC-60, no litoral do Espírito Santo, a cerca de 120 km a sul da cidade de Vitória e a 13 km a sudoeste do campo de óleo de Jubarte.

"A descoberta apresenta-se como um novo horizonte integrante ao campo de Caxaréu, situado na porção norte da Bacia de Campos, cuja Declaração de Comercialidade foi entregue à Agência Nacional de Petróleo (ANP) em dezembro de 2006."

entry Mar 1 2007, 08:27 PM
Turbulência nos mercados é momentânea, dizem economistas

* por Reuters

SÃO PAULO (Reuters) - O solavanco no mercado financeiro mundial, que contaminou os ativos do Brasil, é mais um ajuste momentâneo do que uma crise que veio para ficar, na opinião de economistas de duas universidades brasileiras.

"O que aconteceu foi uma dor de barriga, já que nada de muito relevante mudou nos últimos dias", disse Carlos Eduardo Soares Gonçalves, da Faculdade de Economia e Administração (FEA) da USP.

O professor André Biancareli, do Instituto de Economia da Unicamp trilha caminho semelhante. "A China parece mais um pretexto para um momento de correção, não aconteceu nada que leve a uma mudança estrutural", disse ele, avaliando que o mercado vai ver turbulências episódicas sem prazo definido.

Gonçalves acredita que o foco não pode estar na China, motor da crise no primeiro dia da turbulência, na terça-feira, porque o país tem pouca participação estrangeira. Assim, a queda da bolsa de Xangai de 9 por cento há dois dias pode ter contribuído para o movimento, mas não é essencial.

"É um processo de transição da China, que vai regulamentar o mercado financeiro local", afirmou Gonçalves, descartando grande relevância à possibilidade de o governo anunciar novas regras à bolsa de valores local.

Para o professor da USP, o cerne está nas preocupações com o crescimento dos Estados Unidos. As transições de patamar da economia que representa 25 por cento do PIB (Produto Interno Bruto) mundial seriam responsáveis pelas turbulências atuais.

Na quinta-feira, o governo norte-americano divulgou que o PIB do país cresceu 2,2 por cento no quatro trimestre de 2006, em uma revisão dos 3,5 por cento do levantamento anterior. No ano, a economia dos EUA cresceu 3,3 por cento, taxa revisada em relação aos 3,5 por cento anunciados anteriormente.

O nervosismo do investidor com este desempenho acaba levando a influências voláteis, como a divulgação de dados como bens duráveis, com forte alteração periódica.

Biancareli inclui na discussão o ciclo de liquidez voltado a países emergentes, que começou em 2003 e teve um "soluço" em 2004. "O ciclo é marcado por movimentos de turbulência", mas ainda é uma realidade.

Ele não arrisca afirmar quando termina o movimento atual, mas diz que "os dados divulgados até agora não conseguem reverter o quadro favorável, tudo indica que é uma correção normal, passageira".

(Por Carmen Munari)

entry Feb 28 2007, 08:48 PM
Após efeito China, Bovespa sobe 1,7% com busca por ações baratas

* por Epaminondas Neto | Folha Online

A Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) aproveitou uma trégua do efeito "China" e recuperou parte do terreno perdido no "susto" de ontem. O principal índice do mercado subiu 1,73%, em linha com o avanço moderado dos pregões americanos, e marcou 43.892 pontos. A recuperação veio amparada em volume considerado significativo: R$ 4,6 bilhões.

O dólar comercial foi cotado a R$ 2,121 (valor de venda) nos últimos negócios, praticamente estável (leve alta de 0,04%) sobre o fechamento anterior. Sem o estresse de ontem, o mercado de câmbio ficou sob a influência da tradicional disputa de "comprados" e "vendidos" para formação da Ptax, a taxa de referência usada para liquidar os contratos futuros de dólar. Conforme sua posição no mercado futuro, os investidores agem para influenciar a formação da taxa.

Em um cenário menos perturbado por notícias negativas, os investidores foram às compras atrás dos papéis atrativos e que tiveram fortes perdas ontem. A revisão do crescimento do produto americano, que mostrou uma estimativa ainda mais fraca que o esperado, não chegou a perturbar os investidores.

Para profissionais do mercado, a principal fonte de preocupação continua a ser a China. As ações chinesas praticamente dobraram de preço em um curtíssimo espaço de tempo e analistas se preocupam que novos ajustes detonem outras ondas de realização de lucros (vendas de ações muito valorizadas) nas bolsas mundiais, à semelhança do que ocorreu na terça-feira. Como lembra um corretor de bolsa, para quem subiu 100%, uma queda de 9% "é nada".

Por outro lado, economistas das principais instituições financeiras insistem que não houve uma deterioração significativa da economia mundial nas últimas semanas e que, em termos de fundamentos (indicadores econômicos principais), não foi justificado o "pânico" de ontem nas bolsas.

"O que nós temos que acompanhar nos próximos dias é como vai ficar a volatilidade das bolsas. O mercado só volta a subir de maneira consistente quando houver confiança de que essa volatilidade diminuiu", afirma o analista Daniel Gorayeb, da corretora Spinelli.

Economia americana
Gorayeb afirma que o mercado reagiu a dois indicadores favoráveis da economia americana que, combinados, aliviaram parte das preocupações com uma desaceleração dos EUA. A taxa revista de crescimento do PIB para o quarto trimestre, de apenas 2,2%, casado com uma inflação de 1,9%, proporcionou o "melhor dos mundos" para os investidores: um crescimento moderado com uma inflação considerada "sob controle" pelas autoridades monetárias americanas.

"Se o crescimento é alto demais, o mercado teme que os juros possam subir, o que complica o cenário. Se é muito baixo, também é complicado. Desta vez, não veio nem muito alto, nem baixo", acrescenta Gorayeb.

PIB brasileiro
O mercado também foi sustentado pelo desempenho do PIB brasileiro. A taxa de crescimento --de 2,9%-- veio em linha com as expectativas do mercado. O que surpreendeu positivamente, destacam analistas, foi o crescimento do quarto trimestre de 2006 contra o mesmo período de 2005.

"Este é um bom indicador [a taxa de 3,8%] para o crescimento de 2007, uma vez que indica que a economia entra este ano com um momentum positivo e em aceleração", afirma a corretora Ativa, em relatório divulgado hoje.

entry Feb 27 2007, 07:52 PM
Bolsas mundiais registram forte queda, na esteira do mercado na China

* por AFP

XANGAI, 27 fev (AFP) - A Bolsa de Xangai registrou nesta terça-feira sua mais forte baixa desde 1996, de quase 9%, devido aos temores de explosão da bolha financeira no país, derrubando os mercados do resto do mundo, principalmente na Europa.

O índice composto do fechamento recuou 8,84%, para 2.771,79 pontos. Esta queda não era registrada em uma única sessão desde que a China adotou, no fim de 1996, um sistema que limitava as margens de evolução das ações a 10% para cima ou para baixo.

Esta queda, somada aos temores de desaquecimento econômico nos Estados Unidos e às tensões geopolíticas no Afeganistão e no Irã, pesou no conjunto dos mercados asiáticos. Tóquio fechou em baixa de 0,52%, Kuala Lumpur, de 2,81%, Jacarta, 1,12%. Manilha caiu 1,44%, Cingapura, 2,29% e Bangcoc, 0,69%.

Na Europa, o impacto foi bem maior: a maioria das Bolsas registrou queda superior a 2%. No fechamento, o índice CAC 40 da Bolsa de Paris caiu 3,02%, para 5.588,39 pontos; o DAX da Bolsa de Frankfurt cedeu 2,96%, a 6.819,65 pontos. Em Londres, o Footsie-1oo perdeu 2,31%, encerrando o pregão a 6.286,10 pontos. A Bolsa de Estocolmo recuou 3,93%, a 384,89 pontos. A Bolsa suíça despencou 3,4%, a 8.909,8 pontos.

Nos Estados Unidos, o índice Dow Jones recuou 3,29%. No encerramento das operações, o Dow Jones Industrial Average (DJIA) perdeu 416,02 pontos, ficando em 12.216,24 unidades. Esta é a pior baixa desde 17 de setembro de 2001, quando a Bolsa reabriu após quatro dias de fechamento pelo atentado contra as Torres Gêmeas.

Hoje, o índice chegou a perder 546 pontos durante a sessão, dos quais 200 quase instantaneamente e atingiu um mínimo de 12.086,06. O Nasdaq caiu 3,86% (96,65 pontos), a 2.407,87 unidades.

O Standard and Poor's 500 despencou 3,47% (-50,33 pontos) a 1.399,04 unidades.

Na China, os temores de formação de uma bolha financeira ligada à euforia reinante -que, se explode, arruína milhões de poupadores- voltaram à tona. Além disso, as autoridades chinesas anunciaram querem reforçar seu controle sobre o mercado, o que desencorajou os investidores.

Uma comissão ad hoc, com membros da comissão de valores mobiliários do mercado nacional, do banco central, do ministério do Comércio e da polícia, vai ser formada, para filtrar a procedência dos fundos investidos na Bolsa e, assim, identificar com mais eficácia as fraudes, lutar contra os crimes de iniciantes e reforçar a regulamentação geral do mercado.

Em 2006, a Bolsa de Xangai subiu mais de 130%. O frenesi de compras desencadeou, logo em seguida, vários anos de vacas magras na China, onde os investidores desconfiaram durante muito tempo das empresas com contas obscuras. Esta euforia também é alimentada pelo forte crescimento econômico do país.

No entanto, na opinião de Johanna Melka, analista do banco Ixis CIB, os riscos de verdadeiro crash no mercado financeiro não têm fundamentos.

"As conjunturas macro e microeconômicas são sólidas. O mercado de ações na China vai se tornar cada vez mais sadio e morrer sob o impulso de um aumento dos investidores institucionais, de uma queda de liquidez, de um aumento da capitalização financeira e, portanto, de uma melhor representatividade da economia nos mercados", disse a analista, em recente estudo.

entry Feb 26 2007, 08:07 PM
Diretor da Vale minimiza impacto ambiental causado pela queima de carvão

* por Ana Paula Grabois | Valor Online

RIO - Ao anunciar a compra da holding australiana de exploração de carvão mineral AMCI por US$ 650 milhões, o diretor de Planejamento e Gestão da Companhia Vale do Rio Doce (CVRD), Gabriel Stoliar, minimizou os impactos ambientais causados pela queima do carvão no aquecimento global e disse que o desenvolvimento não pode ser prejudicado pelas questões ambientais.

A queima de carvão é considerada uma das maiores fontes poluentes da atmosfera e seu uso é extremamente condenado por ambientalistas. " A questão da proteção ambiental não pode impedir o desenvolvimento " , afirmou Stoliar. Ele fez questão de dizer que a Vale é líder no quesito responsabilidade para o desenvolvimento sustentável.

" Tudo que puder ser feito para evitar os efeitos danosos ao meio ambiente, será feito. Mas para produzir aço, é preciso molécula de ferro de carvão e hoje a forma mais eficiente de consegui-la é queimando carvão mineral " , explicou.

Stoliar argumentou ainda que a Vale estuda alternativas ao carvão, mas não que pode simplesmente " abandoná-lo " .

entry Feb 25 2007, 09:26 PM
VCP estuda parceria com finlandesa Ahlstrom para papéis especiais

* por Murillo Camarotto | Valor Online

SÃO PAULO - A Votorantim Celulose e Papel (VCP) anunciou hoje a intenção de constituir uma joint-venture com a finlandesa Ahlstrom Corporation, líder global em papéis especiais. A parceria deverá envolver a planta da empresa brasileira no município de Jacareí (SP), onde será ampliado o segmento de papéis especiais, destinados a auto-adesivos e embalagens.

Caso a negociação seja mesmo efetivada, a VCP irá elevar sua linha de produtos e espera ganhar competitividade no mercado global. Já a Ahlstrom vislumbra a possibilidade de fortalecer suas operações fora da Europa, especialmente na América Latina.

Segundo nota da VCP, a atuação das empresas no mercado seguirá normal até a conclusão da parceria. A empresa brasileira informou ainda que a infra-estrutura para produção de papel da unidade de Jacareí constitui a plataforma ideal para papéis especiais, além de ser similar às plantas da Ahlstrom.

A unidade produz 105 mil toneladas anuais de papéis não-revestidos, com possibilidade de revestir até 80 mil toneladas por ano.

entry Feb 24 2007, 11:08 PM
Acordo entre as bolsas de Londres e de Tóquio

* por AFP

LONDRES, 23 Fev (AFP) - As bolsas de Tóquio e Londres anunciaram nesta sexta-feira um acordo de cooperação técnica e comercial para fomentar produtos financeiros comuns e intensificar sua presença internacional.

O acordo técnico e comercial tem como objetivo desenvolver produtos comuns e promover a dupla cotação das empresas em Londres e Tóquio. No entanto, não prevê o estabelecimento de vínculo de capitais, já que a privatização do operador público japonês só se produzirá em 2009.

"A Tokyo Stock Exchange é um mercado mundial imensamente importante e vemos nossa cooperação como uma estimulante oportunidade de ampliar a gama de serviços que propomos", comentou Christopher Gibson-Smith, presidente da London Stock Exchange (LSE).

"O entorno atual dos mercados financeiros demonstra a importância para nós de explorar a possibilidade de satisfazer" as necessidades dos operadores. "Nesse contexto, a Tokyo Stock Exchange (TSE) está muito satisfeita de seu contato com a London Stock Exchange, um dos mercados líderes do planeta", disse, por sua vez, Taizo Nishimuro, presidente da TSE.

A Bolsa de Tóquio, em busca de sócios para conservar seu posto de primeira praça financeira da Ásia diante da competição das bolsas chinesas, já havia anunciado, no fim de janeiro, uma colaboração com a bolsa de Nova York (Nyse), na qual se contempla uma aliança capitalista até o fim de 2009. Também está em negociações com a Chicago Mercantile Exchange.

"É verdade que os mercados de Hong Kong e de Cingapura começam a ser poderosos. Até agora, as três principais bolsas do mundo eram Nova York, Tóquio e Londres, mas está decaindo a influência de Tóquio", assegura Kazuhiro Takahashi, analista da Daiwa Securities SMBC.

A Bolsa de Londres rejeitou recentemente uma segunda oferta de aquisição (OPA) da bolsa eletrônica americana Nasdaq. Além disso, recusou, em dois anos, quatro proposta de aliança com a Deutsche Borse (Frankfurt), Euronext (bolsas de Paris, Amsterdã, Bruxelas e Lisboa), Macquarie Bank e a sociedade de corretagem ICAP.

Há três anos que a praça londrina atrai muitas introduções em bolsa por parte de sociedades estrangeiras, especialmente russas e chinesas, em detrimento de Wall Street.

entry Feb 23 2007, 08:45 PM
Gazprom pode ser parceira da Petrobras em projeto de GNL

* por Denise Luna

RIO DE JANEIRO (Reuters) - Após um ano de namoro, a Petrobras e a russa Gazprom, maior empresa do mercado mundial de gás, assinaram um memorando de entendimentos para avaliar projetos conjuntos na área de petróleo e gás, informou a estatal brasileira nesta sexta-feira.

O acordo é válido até 2008, mas a expectativa é que ainda este ano seja concretizada a parceria entre as duas companhias na área de Gás Natural Liquefeito (GNL), combustível que será importado pelo Brasil para compensar a suspensão de compra adicional de gás boliviano.

As empresas poderiam ainda trabalhar em outros projetos conjuntos, segundo nota enviada pela estatal brasileira, em áreas de armazenamento de gás natural e na otimização da operação de sistemas de transporte de gás natural.

No ano passado, o diretor de Exploração e Produção da Petrobras, Guilherme Estrella, havia antecipado à Reuters que a Gazprom poderia transferir tecnologia para a criação de estoques subterrâneos de gás, empreendimento inédito no país.

entry Feb 22 2007, 06:36 PM
Produção da Petrobras cai 2,5% em janeiro

* por FolhaOnline

A produção média de petróleo e gás da Petrobras no Brasil iniciou o ano em 1,785 milhão de barris por dia. Trata-se de um volume 2,5% inferior ao produzido em dezembro de 2006 (1,832 milhão de barris por dia).

De acordo com a Petrobras, a principal razão para o decréscimo na produção foi a parada programada da plataforma P-37 (campo de Marlim) em janeiro.

Já a produção média de gás natural em janeiro, excluindo o gás liqüefeito foi de 43 milhões de metros cúbicos por dia, o que é 1,0% abaixo do valor produzido em dezembro. Segundo a estatal, a queda se deve a "flutuações de demanda do mercado".

A produção média da Petrobras no Brasil encerrou 2006 em 1,777 milhão de barris por dia e o país não conseguiu atingir a auto-suficiência sustentável no ano passado.

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