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entry Aug 21 2006, 10:24 PM
Volks fechará fábrica se não houver acordo com metalúrgicos

* por Invertia

A Volkswagen do Brasil anunciou nesta segunda-feira que caso não entre em acordo com o Sindicato dos Metalúrgicos do Grande ABC sobre o plano de reestruturação anunciado em maio, a fábrica de Anchieta, localizada em São Bernardo do Campo, "não terá condições de concorrer a novos investimentos, o que inviabilizaria o futuro das operações em curto prazo".

Segundo a Volks, uma reunião decisória está marcada para setembro na sede do grupo (em Wolfsburg, norte da Alemanha) sobre alocação de investimentos e, por isso, a empresa diz reforçar a importância "da busca imediata pelo acordo".

A montadora pretende demitir 3,6 mil dos 12,4 mil funcionários da fábrica alegando o prejuízo obtido nos últimos oito anos devido, segundo a montadora, à pressão do real em relação ao dólar. A previsão é de que as exportações da empresa reduzam 40% até 2008.

"É fundamental para a fábrica Anchieta que sejam viabilizados investimentos e a produção de novos modelos. Caso contrário, a perspectiva de redução do efetivo será ainda maior do que já anunciado", declarou por meio de nota Nilton Junior, gerente executivo de Relações Trabalhistas Corporativo da Volkswagen.

Em reunião ocorrida nesta segunda-feira com o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC e a Representação Interna de Empregados da Anchieta, a Volks informou que, caso não seja definido um acordo até o final desta semana, deverá providenciar a relação de 1,8 mil pessoas que serão desligadas após 21 de novembro deste ano, sem pagamento de qualquer incentivo adicional - serão cerca de 1,3 mil empregados da fábrica e aproximadamente 500 pessoas que se encontram atualmente em atividades no CFE (Centro de Formação e Estudo), mecanismo criado na primeira fase do Plano de Reestruturação, implantada em 2003. "Sem acordo, as demissões serão feitas conforme a legislação determina e não haverá pacote", indica Nilton Junior.

Os sindicalistas se reunirão em assembléia nesta terça-feira para decidir os próximos passos a serem tomados. O encontro ocorre às 14h30 e a previsão é de que conte com a participação de 10 mil metalúrgicos.

entry Aug 20 2006, 10:40 PM
Vale estuda compra de mineradora avaliada em US$ 80 bi

* por Reuters

A Companhia Vale do Rio Doce, a Xstrata e a Rio Tinto analisam uma possível proposta de compra da Anglo American, terceira maior mineradora do mundo. As empresas contrataram consultores financeiros antes de realizar a oferta, afirmou hoje o jornal Observer, citando fontes não identificadas de Londres. A proposta de divisão da mineradora ficaria na casa dos US$ 80 bilhões.
O setor de mineração está passando por um período de consolidação à medida que mineradoras lutam para garantir o fornecimento de commodities como minério de ferro, níquel e carvão.

O conselho da Inco disse na terça-feira que pode iniciar conversações com a Vale após a oferta de 19,9 bilhões de dólares canadenses (17,8 bilhões de dólares). A empresa também recebeu proposta da Phelps Dodge e da mineradora canadense Teck Cominco.

A Xstrata, que recentemente comprou participação majoritária na Falconbridge, não tinha comentários sobre a matéria. A Vale disse que não comenta especulações e que a única proposta no momento é a pela Inco.

Executivos da Anglo American e da Rio Tinto não puderam ser imediatamente encontrados para comentar o assunto.

entry Aug 19 2006, 08:21 PM
Abecs: brasileiro gastou R$ 12,8 bilhões com cartões de crédito em julho

* por InfoPessoal

SÃO PAULO - As compras pagas com cartão de crédito em todo o País somaram R$ 12,8 bilhões no mês de julho, indica o Monitor ABECS do Mercado de Cartões, da Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (ABECS), divulgado nesta sexta-feira (18).

Em comparação ao mesmo período do ano passado, quando foram gastos R$ 10,3 bilhões com cartões de crédito, o crescimento é de 24%. E o resultado indica que o segundo semestre terá o mesmo ritmo de crescimento dos primeiros seis meses do ano.

367 milhões de transações
Se for considerado o total de compras pagas com cartões de crédito, débito, loja e uso doméstico e regional, chega-se a um montante de R$ 20,6 bilhões em julho, o que representa 21% a mais que em julho de 2005. No sétimo mês do ano foram realizadas 367 milhões de transações, com 362 milhões de plásticos em circulação.

De acordo com o diretor de marketing da Abecs, Antonio Rios, alguns fatores confirmam as previsões de expansão, como os cartões de débito, por exemplo, cujo volume de transações segue crescendo em torno de 18%. "Isto indica que o instrumento está começando a ser efetivamente usado para pagamento de compras", comenta.

Crescimento das modalidades
Entre julho de 2005 e julho deste ano, a quantidade de transações com cartões de crédito saltou de 145 milhões para 174 milhões (+20%). Já o número de plásticos em circulação subiu de 62 milhões para 74 milhões (+20%) no período analisado.

Já as transações feitas com cartões de débito passaram de 115 milhões em julho de 2005 para 137 milhões (+19%) no mês passado. A quantidade de plásticos, por sua vez, saltou de 160 milhões para 181 milhões (+14%), também no período em questão, e o valor das transações subiu de R$ 4,8 bilhões para R$ 5,6 bilhões (+18%).

Por fim, os cartões de loja e de uso doméstico e regional passaram de 91 milhões de unidades em circulação em julho de 2005 para 107 milhões (+18%) em 2006. O número de transações foi de 48 milhões para 56 milhões (+17%) e o valor médio dos pagamentos cresceu 17%, de R$ 1,8 bilhões para R$ 2,1 bilhões.

entry Aug 18 2006, 11:27 PM
Anac diz que é sua função retomar rotas inativas da Varig

* por Invertia

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) negou por meio de nota enviada à imprensa que tenha descumprido decisão judicial ao aprovar a retomada imediata de 148 rotas e 53 slots (espaços de pousos e decolagens) não utilizados pela Varig.

O juiz Luiz Roberto Ayoub, da 8ª Vara Empresarial, havia proibido essas redistribuições alegando que a companhia teria direito a um prazo de ao menos 30 dias a contar do recebimento da autorização de vôo (prevista para dia 25) para tentar recuperar as rotas inativas. Com a decisão da Anac, a Varig só manteria linhas para o exterior com destino a Frankfurt, Buenos Aires e Caracas.

Segundo a agência, porém, é de competência da União, por intermédio da Anac, regularizar e fiscalizar as atividades da aviação civil no País. De acordo com a nota enviada pelo órgão, cabe à própria agência determinar a distribuição dessas rotas. "A agência, como órgão de Estado, não descumpre ordens judiciais e respeita a tripartição de poder consagrada na Constituição Federal, ou seja, independência dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, também respeita a organização do Poder Judiciário que está dividido em Estadual e Federal, de acordo com as atribuições e competências definidas na Constituição", diz a nota.

"Neste sentido, a Anac sempre considerou a atuação ciosa do juiz da 8ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro que tem competência jurisdicional para decidir sobre matérias referentes a créditos e débitos constantes do processo de recuperação judicial", afirmou o comunicado.

Em 11 de maio de 2006, o juiz Ayoub congelou 272 vôos da Varig com o objetivo de tornar o leilão da empresa mais atrativo. Contudo, a Varig Log, nova dona da aérea, apresentou à Anac um plano de vôos que teria três fases. Na primeira etapa, a companhia informou que não operaria 148 rotas, que seriam retomadas posteriormente. A agência entendeu que iria se constituir uma "reserva de mercado" caso aceitasse o congelamento das rotas.

"A Anac remeteu à Varig um ofício não aceitando o Plano Básico de Linhas proposto, porque a forma como foi apresentado, em três partes, fere as regras internacionais adotadas pelo Brasil para a certificação de empresas aéreas", informou a agência.

A Anac informou que no dia 11 de agosto informou o juiz da 8ª Vara Empresarial e a Varig Log quanto ao cancelamento das hotrans e slots não constantes da primeira etapa do Plano Básico de Linhas protocolado em juízo. A empresa e a Vara empresarial afirmaram ontem que não haviam sido comunicadas da decisão.

entry Aug 17 2006, 09:33 PM
FGTS poderá ser usado para investimento de infra-estrutura

* por Invertia

Os trabalhadores que possuem contas no Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) poderão investir os recursos em ações de projetos de infra-estrutura. A informação foi dada nesta quinta-feira pelo ministro do Trabalho, Luiz Marinho, durante encontro com empresários do setor de infra-estrutura na Associação Brasileira de Infra-estrutura e Indústrias de base (Abdib), na cidade de São Paulo.

Marinho afirmou que isso influenciará o financiamento de novos projetos, além de melhorar a rentabilidade da conta do trabalhador no FGTS. Seguindo modelos já utilizados para compra de ações da Petrobras, Vale do Rio Doce e Banco do Brasil.

O projeto ainda deverá ser votado pelo Conselho Curador do FGTS, na semana que vem, e pelo Congresso, para onde a proposta será encaminhada no final do ano.

Com isso, o governo vai criar um fundo de investimento, administrado pela Caixa, que deteria cotas dos projetos para construção de estradas, portos, aeroportos, ferrovias e energia elétrica.

A proposta é de que o governo repasse até 80% do patrimônio líquido do FGTS (que atualmente soma R$ 20 milhões) para o fundo de infra-estrutura, o que permitiria investimentos até R$ 16 bilhões dependendo da necessidade.

entry Aug 16 2006, 09:36 PM
Varig Log pedirá até US$ 1,7 bi ao BNDES para ampliar frota

* por Invertia

O presidente do Conselho Admistrativo da Varig Log, Marco Antonio Audi, afirmou nesta quarta-feira que dará entrada na quinta-feira a um pedido de financiamento para a compra de 50 aviões da Embraer. Segundo ele, o valor total solicitado na carta-consulta é de aproximadamente US$ 2 bilhões.

"Os jatos da Embraer são meu sonho de consumo", disse ele após se reunir com técnicos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), mostrando foto de jato da Embraer em seu celular.

Participaram do encontro, o empresário Lap Chan, e a nova consultora da empresa, Maria Sílvia Bastos Marques (ex-presidente da Companhia Siderúrgica Nacional). Audi informou que o pedido de financiamento é para jatos com capacidade de 115 a 135 passageiros e cada aeronave custaria em média US$ 40 milhões.

"Estamos negociando espaço na fila com Embraer e com Airbus para agilizar a chegada de aviões", completou Audi.

Segundo ele, os jatos da fabricante nacional seriam destinados ao mercado doméstico, enquanto os Airbus atenderiam às rotas internacionais.

Ele informou que a frota atual da Varig é de 10 aviões e a previsão é que até a semana que vem esse número suba para 18 aviões.

Audi revelou que está negociando com outros bancos o financiamento dos aviões, mas destacou que o BNDES "é o mais competitivo".

A carta-consulta é o primeiro passo para a concessão de um financiamento pelo BNDES. Pelos trâmites burocrátricos do banco, se a carta-consulta for aprovada, o pedido de financiamento tem que ser enquadrado, depois aprovado, e então liberado.

A nova linha de financiamento do BNDES prevê o empréstimo de 85% da compra de um avião fabricado no Brasil. O financiamento é corrigido pela TJLP (90%) e pelo dólar (10%).

entry Aug 15 2006, 08:02 PM
Risco-país sobe 1,94%, aos 210 pontos; Global 40 e A-Bond avançam

* por ValorOnline, com agências internacionais

SÃO PAULO - Após atingir nível recorde de baixa no fechamento de ontem, o indicador de risco Brasil subiu no final da jornada de hoje. Considerado um dos principais termômetros da confiança dos investidores na economia, o EMBI+ Brasil, calculado pelo Banco JP Morgan Chase, subia 1,94% às 19h30, aos 210 pontos. Ontem, o risco-país fechou aos 206 pontos, no menor patamar de sua série histórica, iniciada em 1994.

No mercado secundário de títulos da dívida externa brasileira, o Global 40 subia 0,48%, transacionado a 129,875% do seu valor de face. O segundo papel mais representativo do índice do JP Morgan, o Global 18 ou A-Bond (Amortizing Bond ou Bônus de Amortização), valorizava-se 0,57%, para 109,625% do seu valor de face

Sobre o EMBI+ Brasil

O Emerging Markets Bond Index - Brasil é um índice que reflete o comportamento dos títulos da dívida externa brasileira. Corresponde à média ponderada dos prêmios pagos por esses títulos em relação a papéis de prazo equivalente do Tesouro dos Estados Unidos, tido como o país mais solvente do mundo, de risco praticamente nulo.

O indicador mensura o excedente que se paga em relação à rentabilidade garantida pelos bônus do governo norte-americano. Significa dizer que a cada 100 pontos expressos pelo risco-Brasil, os títulos do país pagam uma sobretaxa de 1% sobre os papéis dos EUA.

Basicamente, o mercado usa o EMBI+ para medir a capacidade de um país honrar os seus compromissos financeiros. A interpretação dos investidores é de que quanto maior a pontuação do indicador de risco, mais perigoso fica aplicar no país. Assim, para atrair capital estrangeiro, o governo tido como " arriscado " deve oferecer altas taxas de juros para convencer os investidores externos a financiar sua dívida - ao que se chama prêmio pelo risco.

entry Aug 14 2006, 07:49 PM
TJ proíbe distribuição imediata de rotas da Varig a concorrentes

* por Invertia

A 8ª Vara Empresarial do Tribunal de Justiça Rio de Janeiro proibiu a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) de redistribuir imediatamente as rotas da Varig que estão inoperantes.

O juiz Luiz Roberto Ayoub afirmou que a Varig Log terá 30 dias, a contar da data da assinatura do contrato de concessão, previsto para o próximo dia 25, para operar plenamente toda a malha aérea da Varig ofertada no leilão judicial. Somente depois desse prazo, é que a Anac poderá redistribuir as rotas não utilizadas.

Na semana passada, a Varig apresentou sua malha de vôos à Justiça. O programa está dividido em três etapas, sendo que a primeira prevê a operação de dez destinos nacionais e três internacionais - correspondentes a 30% toda a malha - e uma frota de 18 aviões. Porém, ao receber a documentação, a Anac entendeu que a Varig Log não se interessaria pelos 70% restantes e comunicou a intenção de fazer imediatamente a redistribuição das demais rotas.

Segundo o juiz Ayoub, o detalhamento apresentado à agência reguladora na semana passada refere-se apenas à primeira fase do plano operacional da Varig Log. "É certo que a Anac não está obrigada a aceitar qualquer projeto que ultrapasse o lapso temporal referido, bem como não pode exigir que a licitante opere plenamente antes do decurso do prazo regulatório. Neste sentido, não é certo afirmar haver, neste momento, desinteresse por parte da vencedora", declarou.

entry Aug 13 2006, 10:47 PM
Petrobras vai explorar gás na Patagônia

* por Invertia

A Petrobras Energia, braço da estatal brasileira que atua na América Latina, informou ontem que fechou um acordo com o governo da província argentina de Santa Cruz para a exploração de reservas de gás na Patagônia.

Segundo o jornal O Estado de S. Paulo, o acordo foi fechado na sexta-feira entre o diretor da Petrobras Energia, Alberto Guimarães, e o governador em exercício de Santa Cruz, Carlos Sancho.

A publicação informa que será formada uma sociedade entre a empresa brasileira e a estatal da província argentina Fomento Mineiro de Santa Cruz (Fomicruz) para a exploração de duas reservas de gás: Glencross e Estância Chiripá. A Petrobras terá 87% da sociedade e a Fomicruz, 13%. A previsão é de que entre US$ 300 milhões e US$ 400 milhões sejam investidos na região nos próximos oito anos.

A expectativa da Petrobrás é que, no auge da exploração, as duas reservas alcancem a produção de 6 milhões de metros cúbicos de gás, um desempenho próximo ao das áreas exploradas na Bolívia, de acordo com O Estado de S. Paulo.

entry Aug 12 2006, 11:36 PM
Embraer assina acordo de cooperação com governo português

* por Reuters

A Embraer e a Agência Portuguesa para o Investimento (API) assinaram nesta quinta-feira, em São José dos Campos (SP), um protocolo de acordo para o fortalecimento de cooperação industrial no setor aeronáutico.

A Embraer fará estudos para cooperar com a OGMA - empresa portuguesa de manutenção aeronáutica que adquiriu em março de 2005 - no desenvolvimento de projetos e fabricação de estruturas de aeronaves para o mercado global.

O protocolo foi assinado pelos presidentes da Embraer, Maurício Botelho, da OGMA, Antônio Pires Monteiro, e da API, Basílio Horta.

"A Embraer está investindo na OGMA para criar as condições adequadas para fortalecer a capacitação da indústria aeronáutica portuguesa, acelerar seu desenvolvimento tecnológico e formar mão-de-obra qualificada", afirmou o presidente da Embrear, em comunicado.

A OGMA oferece serviços de manutenção de aeronaves civis e militares, fabricação de componentes estruturais e suporte à engenharia.

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