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entry Jun 3 2019, 08:34 PM
BRF conclui venda de unidades na Europa e Tailândia para Tyson

* por Alberto Alerigi Jr. | Reuters

SÃO PAULO (Reuters) - A BRF concluiu nesta segunda-feira a venda de fábricas de processamento de alimentos e abate de aves na Europa e na Tailândia para a norte-americana Tyson Foods por 377 milhões de dólares.

O negócio havia sido anunciado em fevereiro e marca o final do programa de venda de ativos da BRF, destinado a ajudar a companhia a reduzir dívida e melhorar sua estrutura de capital.

"Com esta operação, a BRF conclui as alienações previstas no plano de reestruturação operacional e financeira anunciado em 29 de junho de 2018, cujo objetivo era acelerar o processo de desalavancagem financeira da companhia", afirmou a dona das marcas Sadia e Perdigão.

entry Jun 2 2019, 06:52 PM
Itália diz que não buscará combate com UE

* por Giselda Vagnoni e Silvia Aloisi | Reuters

ROMA (Reuters) - O governo italiano está confiante de que pode alcançar um compromisso com Bruxelas e evitar sanções devido à deterioração de suas contas públicas, disse o ministro da Economia no momento em que aumenta os rumores sobre uma crise do governo.

A Comissão Europeia escreveu à Itália na semana passada pedindo que explique porque sua dívida pública subiu em 2018 em vez de cair como exigido, medida que abriu caminho para um possível confronto legal com a coalizão governante eurocética em Roma.

Em sua resposta a Bruxelas, o ministro da Economia, Giovanni Tria, culpou uma contração econômica pelo aumento da dívida e prometeu respeitar as regras fiscais da UE no próximo Orçamento.

Mas uma matéria do La Repubblica deste domingo mostrou que a Comissão da UE achou a carta de Tria vaga demais e sem se comprometer, e que deve tomar as primeiras medidas de um procedimento disciplinar nesta semana.

Falando à Reuters durante uma cerimônia do palácio presidencial em Roma no sábado à noite, Tria disse acreditar que o governo ainda pode evitar as medidas punitivas.

"A Itália não quer entrar em conflito com a Comissão Europeia, e espero que o oposto também seja verdadeiro, quer dizer, que ninguém em Bruxelas pretende entrar em uma disputa conosco", disse ele.

"Nossa posição é razoável e acho que acabaremos chegando a um acordo com a Comissão", completou.

Ele também reiterou a promessa de que o déficit orçamentário de 2019 ficará abaixo da previsão do governo de 2,4% do Produto Interno Bruto --nível que a Comissão considera alto demais.

entry Jun 1 2019, 06:52 PM
Mundo está mais próximo de resolver tributação de empresas digitais

* por Leigh Thomas | Reuters

PARIS (Reuters) - Quase 130 países e territórios concordaram com um roteiro para reformar as regras tributárias internacionais, que foram superadas pelo desenvolvimento do comércio digital.

A Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) disse nesta sexta-feira que colocará o esboço do programa de trabalho para auxiliar os ministros do Grupo das 20 potências econômicas na próxima semana, a fim de obter apoio para as negociações altamente técnicas e sensíveis.

Empresas como Google, Facebook e Amazon contornam regras existentes e criaram tensões ao conseguirem pagar menos impostos ao registrarem lucros em países com menor carga tributária, não importando onde o consumidor final esteja.

“Há agora um consenso internacional reconhecendo que nossas regras tributárias não são mais adaptadas ao século 21”, disse em comunicado o ministro francês das Finanças, Bruno Le Maire, um forte defensor da reforma.

Um número crescente de países, incluindo França, Reino Unido e Itália, está criando novos impostos sobre empresas digitais que vendem produtos e serviços em seus mercados a partir de países com impostos baixos, como a Irlanda, enquanto Washington ameaça com retaliação.

Depois de concordar em princípio em reescrever as regras tributárias internacionais no início deste ano, a OCDE informou que 129 países e territórios endossaram um documento de 40 páginas que cria opções para renovar os direitos dos países de tributar empresas estrangeiras e estabelecer um imposto corporativo mínimo global.

O objetivo agora é reduzir as opções na mesa para ter o esboço de um acordo global até o final do ano ou janeiro de 2020, para que os detalhes restantes possam ser elaborados para um acordo definitivo no final do próximo ano.

O roteiro acordado na terça-feira e divulgado nesta sexta-feira estabelece duas opções com a primeira focada em como dividir os direitos de tributação sobre uma empresa onde o produto ou serviço é vendido mesmo que ela não tenha presença física no país.

Se as empresas ainda puderem encontrar uma maneira de contabilizar lucro em paraísos fiscais, os países poderiam então aplicar uma alíquota mínima global a ser acordada na segunda opção.

entry May 31 2019, 07:59 PM
Uber diz que concorrência da Lyft diminuiu

* por Financial Times | Nova York

A Uber anunciou na quinta-feira (30) que havia detectado um relaxamento da feroz concorrência que levou suas margens de lucro para o vermelho, ao revelar prejuízos para o primeiro trimestre mais de duas vezes superiores aos do período em 2018.

Os números são os primeiros anunciados pela Uber como companhia de capital aberto, ainda que ela já tivesse revelado a faixa prevista para sua receita, lucro e outros indicadores financeiros cruciais antes da sua turbulenta abertura de capital.

Os números confirmaram a severa erosão no desempenho da Uber da metade do ano passado para cá, já que a empresa se viu forçada a pagar incentivos maiores para atrair motoristas, o que resultou em estagnação no crescimento de suas receitas.

No entanto, Nelson Chai, o vice-presidente financeiro da companhia, disse que antes do final do primeiro trimestre a empresa de serviços de carros havia "começado a ver sinais de uma postura de preços menos agressiva por parte de alguns concorrentes nos serviços de passageiros, e essa tendência se manteve no segundo trimestre". No começo do ano, a Uber enfrentava concorrência mais feroz da rival americana Lyft, que estava ansiosa por mostrar crescimento firme antes de sua oferta pública inicial de ações.

Em conversa telefônica com investidores, Dara Khosrowshahi, o presidente-executivo da Uber, disse que comentários de executivos da Lyft durante o anúncio de resultados da empresa destacavam o fato de que a pressão de preços estava começando a se aliviar.

"Competir mais em termos de marca e produto é uma maneira mais saudável de concorrer do que tentar resolver os problemas injetando dinheiro", disse Khosrowshahi. A Lyft descreveu 2019 como seu ano de "pico de prejuízo", ao anunciar um prejuízo trimestral de mais de US$ 1 bilhão (R$ 3,93 bilhões), em maio.

Khosrowshahi acrescentou que as condições de competição também haviam se estabilizado na América Latina, depois que a rival chinesa Didi adotou preços agressivos para ingressar no mercado de serviços de carros da região. "Comparada à [posição] que tínhamos três meses atrás [...] acho que estamos mais no controle da situação, em termos de concorrência", ele disse.

Os comentários aliviaram algumas das preocupações com a recente deterioração nos negócios da Uber, e resultaram em alta de 2% em suas ações depois do fechamento do mercado e da conversa com investidores. Mas as ações continuam 8% abaixo de seu preço de oferta pública inicial, de US$ 45 (R$ 176). As ações da Lyft subiram em proporção semelhante, depois dos comentários da Uber, o que as deixa 22% abaixo de seu preço de oferta pública inicial.

entry May 30 2019, 07:26 PM
BRF e Marfrig iniciam discussões para fusão

* por Aluísio Alves | Reuters

SÃO PAULO (Reuters) - As empresas de alimentos BRF e Marfrig anunciaram nesta quinta-feira o início de discussões para uma possível fusão das duas, o que segundo elas pode criar uma líder mundial em proteína animal.

Por meio de fatos relevantes, ambas anunciaram que seus conselhos de administração aprovaram a assinatura de um memorando que prevê um período de exclusividade de 90 dias, prorrogáveis por outros 30, o que pode preceder a consolidação dos ativos das companhias em uma nova sociedade.

A relação de troca de ações entre ambas deve considerar a cotação média das ações das empresas nos últimos 45 dias e têm como base uma companhia unificada da qual atuais acionistas da BRF terão 84,98% do negócio, enquanto os 15,02% restantes serão dos sócios da Marfrig.

entry May 29 2019, 08:40 PM
Nordex investirá R$ 60 mi em turbinas eólicas

* por Forbes
com Reuters

A fabricante alemã de equipamentos de energia eólica Nordex Energy pretende investir cerca de R$ 60 milhões para a produção no Brasil de uma nova linha de turbinas, com capacidade unitária de até 5,5 megawatts, disse à Reuters um executivo da empresa hoje (29).

O chamado modelo 5X é a aposta da Nordex para conquistar contratos no concorrido setor eólico brasileiro em meio ao recente lançamento de novos equipamentos de maior potência também por outras grandes fornecedoras da indústria, como a dinamarquesa Vestas, a norte-americana GE, a alemã Siemens Gamesa e a local WEG.

O diretor da Nordex para o Brasil, Felipe Ramalho, disse que a empresa já tem oferecido a máquina a clientes locais, conforme muitas companhias se preparam para disputar leilões do governo para a contratação de novos projetos de geração, agendados para junho e outubro, conhecidos como A-4 e A-6, respectivamente.

“Queremos sentir o mercado, a receptividade da máquina, e tentar encaixar um primeiro projeto, para aí dispararmos os investimentos”, afirmou o executivo.

Ele explicou que os aportes serão direcionados principalmente para a produção de moldes para as pás das máquinas, que terão 68 metros, e das torres, assim como para preparar a fábrica para confeccionar as chamadas nacelles das turbinas.

As máquinas que serão montadas no Brasil seguirão exigências de conteúdo local do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), o que permitirá financiar sua compra com recursos do banco estatal.

A capacidade anual de produção na nova linha no país, na fábrica na Bahia, será de entre 600 MW e 700 MW, com a entrega dos primeiros equipamentos prevista para meados de 2021.

Em paralelo, no entanto, a Nordex também oferecerá aos clientes a possibilidade de importar máquinas produzidas em outras de suas fábricas, na Alemanha e na Espanha, o que pode ser útil para empreendedores que querem antecipar ao máximo seus projetos.

“Essa máquina já é uma realidade, já há algumas máquinas dessas em operação na Europa e vendas realizadas em outros mercados. Podemos trabalhar com ela nas duas opções, tanto importada quanto nacional”, afirmou Ramalho.

Ele explicou ainda que a linha 5X envolverá turbinas com diversas capacidades, de 5 MW a 5,5 MW, incluindo a possibilidade de um mesmo cliente comprar máquinas com potência diferenciada para implementação em um mesmo parque eólico.

“Dependendo do lugar e das condições de vento, você pode ter máquinas de 5,1 MW, ou 5,3 MW, por exemplo, no mesmo local. Isso também é uma novidade desse modelo, ele pode ser otimizado ao máximo para cada posição (de turbina) dentro do parque”, afirmou.

O diretor destacou ainda que equipamentos maiores como os da nova linha da Nordex e outros lançamentos de rivais permitem que investidores em usinas eólicas reduzam investimentos em obras civis, uma vez que os parques podem ter a mesma capacidade com menor número de turbinas, com menor necessidade de construção de fundações.

Isso permite custos menores, mesmo com equipamentos ligeiramente mais caros, o que favorece a competitividade dos investidores nos leilões que viabilizam novos projetos, acrescentou.

A Nordex entrou no mercado brasileiro em 2016, após concluir uma fusão com os negócios em energia eólica do grupo espanhol Acciona, que já tinha atuação local.

entry May 28 2019, 09:05 PM
Global Payments vai comprar TSYS por US$ 21,5 bi

* por Forbes
com Reuters

A companhia de tecnologia de pagamentos Global Payments anunciou hoje (28) que vai comprar a rival Total System Services (TSYS) por cerca de US$ 21,5 bilhões em ações.

O negócio, maior já fechado pela Global Payments e a terceira grande aquisição no setor este ano, ocorre em um momento em que companhias de tecnologia de pagamentos travam uma batalha contra bancos na oferta de serviços digitais, com startups como Adyen e Stripe arrancando participações de mercado de grupos financeiros tradicionais.

O mercado global de meios de pagamento deve atingir US$ 3 trilhões em receita até 2023, segundo dados da consultoria McKinsey.

Após o negócio, a Global Payments vai processar mais de 50 bilhões de transações por ano no mundo, o que faz da empresa uma das maiores em tecnologia integrada de pagamentos, afirmou a companhia.

A Fidelity National Information Services fechou acordo para comprar a Worldpay por cerca de US$ 35 bilhões em março, meses depois da Fiserv anunciar a aquisição da First Data Corp por US$ 22 bilhões.

A própria Global Payments comprou a Heartland Payment Systems em uma transação em dinheiro e ações avaliada em US$ 4,3 bilhões em 2016.

O acordo da Global Payments com a TSYS deve ser concluído no quarto trimestre deste ano, informou a companhia.

entry May 27 2019, 09:45 PM
Alibaba avalia fazer uma 2a listagem para captar U$20 bi, diz Bloomberg

* por Saumya Sibi Joseph e Aditi Sebastian | Reuters

(Reuters) - A Alibaba está considerando levantar 20 bilhões de dólares por meio de uma segunda listagem em Hong Kong, informou a Bloomberg nesta segunda-feira, citando fontes com conhecimento do assunto.

A empresa chinesa de comércio eletrônico está trabalhando com consultores financeiros na oferta planejada e pretende fazer a listagem em Hong Kong até o segundo semestre de 2019, de acordo com o reportagem da Bloomberg.

Um porta-voz do Alibaba se recusou a comentar.

O Alibaba fez seu histórico IPO de 25 bilhões de dólares em Nova York em 2014, depois que Hong Kong, seu local favorito, se recusou a aceitar sua estrutura de governança, onde um grupo auto-seleto de gerentes seniores controla a maioria das nomeações do conselho.

No início do ano passado, quando Hong Kong estava se preparando para permitir listagens de ações de duas classes, o fundador da Alibaba, Jack Ma, disse que a empresa “consideraria seriamente” uma listagem lá.

Uma segunda listagem seria destinada a diversificar os canais de financiamento do Alibaba e aumentar a liquidez, de acordo com a reportagem.

A medida acontece quando as empresas chinesas enfrentamgoverno hostil dos EUA, que colocou várias tecnologias chinesasempresas em uma lista negra.

entry May 26 2019, 09:06 PM
Fiat e Renault negociam possível aliança, diz "Financial Times"

* por EFE

Londres, 26 mai (EFE).- As fabricantes de carros Fiat Chrysler (FCA) e Renault estão negociando para fortalecer seus vínculos, visando uma possível aliança no futuro, com o objetivo de erradicar os desafios enfrentados pela indústria do automóvel, informou neste domingo o jornal "Financial Times".

A publicação especializada em economia - que não revelou suas fontes, mas garante que são pessoas envolvidas nas negociações - afirma que as conversas entre as duas montadoras estão em um "estado avançado".

Se houver acordo, a Fiat estabeleceria vínculos mais amplos com a companhia francesa e, no futuro, poderia se juntar à aliança formada por Renault-Nissan-Mitsubishi.

As negociações se concentram no potencial que teria uma cooperação extensa entre o grupo FCA e a Renault, que é o sócio dominante na aliança com a Nissan, e que procura garantir um futuro após a detenção em Tóquio do executivo franco-brasileiro Carlos Ghosn, ex-CEO e ex-presidente da companhia japonesa.

Além disso, as fontes do "Financial Times" advertem que essas negociações podem fracassar, já que ainda estão sendo ventiladas uma série de opções, e alertam que não existe atualmente nenhuma garantia de que haverá acordo.

Nesse sentido, o jornal britânico também assinalou que não está claro até que ponto a japonesa Nissan estaria envolvida na negociação.

Renault, FCA e Nissan, por sua vez, não quiseram fazer comentários a respeito ao citado jornal.

O "Financial Times" assinalou que uma futura adesão da FCA à aliança Renault-Nissan-Mitsubishi a transformaria na maior fabricante de automóveis do mundo, à frente da atual líder Volkswagen.

entry May 25 2019, 09:28 PM
Disputa para substituir May como premiê esquenta no Reino Unido

* por Michael Holden | Reuters

LONDRES (Reuters) - A disputa para substituir Theresa May como primeira-ministra do Reino Unido conta com cinco candidatos rivalizando pelo cargo, cuja principal tarefa é encontrar uma maneira de liderar um país dividido para fora da União Europeia.

May anunciou a renúncia na sexta-feira, após não conseguir entregar o Brexit, aumentando a perspectiva de um novo líder que possa buscar uma ruptura mais polarizada com a União Europeia, o que pode levar a conflitos com o bloco ou uma possível eleição parlamentar.

O ministro britânico da Saúde, Matt Hancock, tornou-se o último a se juntar à disputa para substituir May, depois do ex-ministro de Relações Exteriores, Boris Johnson, o atual ministro dessa pasta, Jeremy Hunt, o secretário de Desenvolvimento Internacional, Rory Stewart, e a ex-ministra do Trabalho e Aposentadoria Esther McVey.

Imagina-se que por volta de uma dúzia de candidatos no total esteja considerando a liderança. O ministro do Comércio britânico, Liam Fox, e o ex-ministro do Brexit Steve Baker não descartaram a hipótese ao serem questionados no sábado.

Em três tentativas, May falhou ao tentar aprovar seu acordo de saída da UE no parlamento por causa de divisões profundas e de longa data no Partido Conservador em torno da União Europeia. Isso significa que a data original de saída, em 29 de março, foi estendida até 31 de outubro, na esperança de que algum acordo seja concretizado até lá.

Todos os candidatos afirmam que podem ter sucesso onde May falhou, embora a União Europeia tenha afirmado que não renegociaria o tratado firmado com May.

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