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entry Sep 6 2021, 09:54 PM
Na Índia, milhares protestam contra novas leis agrícolas

* por AFP

Muzaffarnagar, Índia, 5 Set 2021 (AFP) - Dezenas de milhares de agricultores indianos se reuniram perto de Nova Delhi neste domingo (5) para exigir a abolição de novas leis que, segundo eles, ameaçam os pequenos produtores.

"Agricultores, trabalhadores, unidade!", gritavam os manifestantes, usando lenços verdes e amarelos - símbolos da colheita e dos campos de mostarda - e agitando bandeiras da Índia e de sindicatos de agricultores.

Os manifestantes, reunidos em Muzaffarnagar, no estado de Uttar Pradesh (nordeste), eram cerca de 50 mil, segundo um fotógrafo da AFP no local.

Desde o final de novembro, esses agricultores se manifestam nas estradas que levam a Nova Delhi, em um movimento que representa um dos maiores desafios para o governo do primeiro-ministro Narendra Modi desde que ele assumiu o poder em 2014.

Os manifestantes permanecem firmes em sua intenção de protestar até que o governo revogue as novas leis agrícolas. Eles convocaram uma greve nacional em 27 de setembro.

"Nós, agricultores, não somos o tipo de pessoa desanimada. Trabalhamos dia e noite, faça chuva ou faça sol. Não cederemos até que as leis sejam revogadas", disse um dos manifestantes, o advogado Amit Chaudhary Jr., filho de um agricultor, à AFP.

As reformas votadas em setembro de 2020 autorizam os agricultores a vender seus produtos para compradores de sua escolha, e não em mercados controlados pelo Estado que garantem um preço mínimo para alguns produtos.

Muitos agricultores acreditam que essa liberalização de preços os forçará a vender seus produtos mais baratos para grandes empresas.

Várias tentativas de negociação com as autoridades foram realizadas, mas sempre falharam.

entry Sep 4 2021, 08:48 PM
Macron quer que acordos comerciais da UE apoiem política climática

* por EFE

Marselha (França), 3 set (EFE).- O presidente da França, Emmanuel Macron, reiterou nesta sexta-feira a rejeição de seu país ao acordo de associação entre a União Europeia (UE) e o Mercosul e cobrou o bloco europeu a aderir apenas a pactos comerciais compatíveis com seus objetivos ambientais.
"A forma como este acordo foi concebido não é compatível com nossa agenda climática", disse Macron em discurso na abertura do congresso da União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN).

O político francês, na presença de alguns líderes da UE, pediu "uma certa coerência" para que os parceiros comerciais do bloco aumentem sua proteção ambiental.

Macron ressaltou que os acordos comerciais negociados pela UE no futuro devem "refletir" suas ambições ambientais, com cláusulas sobre a luta contra a mudança climática e a defesa da biodiversidade.

O acordo UE-Mercosul foi concluído em 2019 após 20 anos de negociações intermitentes, mas vários países europeus, notadamente França e Áustria, rejeitam a ratificação por considerarem que o texto não defende suficientemente o meio ambiente.

Em particular, a França acredita que deveria haver mais negociações com o Mercosul para garantir três pontos: a contenção do desmatamento, o respeito aos Acordos Climáticos de Paris e que os produtos importados desses países atendam aos padrões europeus de saúde e meio ambiente.

entry Sep 3 2021, 08:33 PM
HP vence contrato de U$2 bi com a Agência de Segurança dos EUA

* por Stephen Nellis | Reuters

(Reuters) – A Hewlett Packard disse nesta quarta-feira que ganhou um contrato de 10 anos e 2 bilhões de dólares para fornecer sistemas de computação de alto desempenho para a Agência de Segurança Nacional dos EUA (NSA).

Os sistemas serão usados para computação de inteligência artificial, afirmou a empresa, e ficarão em um centro de dados da QTS Realty Trust.

De acordo com o contrato, a HPE construirá e administrará o sistema, e a NSA pagará para usar o serviço. A HPE disse que a NSA começará a usar o serviço em 2022.

A NSA é uma das principais agências de espionagem dos Estados Unidos, faz operações contra outros países e mantém um braço doméstico de segurança cibernética que tem sido criticado por buscar acordos com empresas de tecnologia para acessar dados não criptografados.

entry Sep 2 2021, 08:22 PM
Google recorre contra multa de 500 milhões de euros aplicada pela França ​

* por AFP

O Google recorreu nesta quarta-feira (1º) contra a multa de 500 milhões de euros (R$ 3,5 bilhões) que a França impôs à empresa por "não ter negociado de boa fé" a aplicação dos chamados direitos conexos, que remuneram veículos de imprensa pela difusão dos conteúdos autorais.

"Discordamos de determinados elementos jurídicos e consideramos que o valor da multa é desproporcional a respeito dos esforços que adotamos", afirmou em um comunicado o diretor geral do Google na França, Sébastien Missoffe.

A autoridade francesa anunciou em julho a primeira multa de uma agência reguladora da União Europeia sobre a questão dos direitos conexos desde a adoção pelo bloco de uma norma em 2019, que a França rapidamente passou a aplicar.

A agência reguladora também determinou que o Google apresentasse uma "oferta de remuneração pela utilização atual dos conteúdos protegidos" às editoras e agências de notícias, sob pena de multas de até 900 mil euros (R$ 5,4 bilhões) por dia de atraso.

"Reconhecemos os direitos conexos e seguimos comprometidos com a assinatura de acordos na França", destacou Missoffe.

O grupo de tecnologia explicou que adotou iniciativas para responder às demandas da autoridade de concorrência, como "ampliar sua oferta a mais de 1.200 editoras de imprensa".

O conflito envolve os direitos que a empresa americana deve pagar aos veículos de imprensa franceses pelos conteúdos (trechos de artigos, fogos, vídeos, infografia) que aparecem nas páginas de resultados quando uma pessoa faz uma busca na internet.

A princípio, o Google relutou sobre estes "direitos relacionados com os direitos autorais" e tentou forçar as editoras a conceder o direito de uso gratuito de seu conteúdo, ao considerar que já cobravam o suficiente pelas visitas que gerava em suas páginas.

Diante da recusa a negociar uma remuneração, as editoras de imprensa e as agências de notícias, como a AFP, recorram à autoridade no fim de 2019 por "abuso de posição dominante".

Em abril de 2020, a Autoridade impôs "medidas de urgência" ao Google, a obrigação de negociar "de boa fé" uma remuneração à imprensa, mas em setembro do mesmo ano os veículos recorreram à agência reguladora novamente por considerar que a empresa não respeitava suas obrigações.

entry Sep 1 2021, 08:55 PM
Vibra e Copersucar formam gigante de etanol e focarão mercado externo no futuro

* por Marta Nogueira e Nayara Figueiredo | Reuters
reportagem adicional Gabriel Araujo e Paula Arend Laier

RIO DE JANEIRO/SÃO PAULO (Reuters) – Nova joint venture criada por Vibra Energia, novo nome da BR Distribuidora após seu desmembramento da Petrobras, e Copersucar deverá transacionar em seu primeiro ano de atuação 9 bilhões de litros de etanol, com R$ 30 bilhões de faturamento, tornando-se a maior comercializadora do biocombustível no Brasil, conforme explicaram executivos de ambas sócias nessa segunda-feira.

Inicialmente, a previsão é que cerca de 90% do volume anual da nova companhia –que ainda será nomeada– seja originado e vendido no mercado doméstico, mas a expectativa é que transações internacionais ganhem mais peso ao longo do tempo, apontaram eles, sem prever montantes.

“Na medida em que o etanol se transforma em commodity global, e a gente acredita que isso vai acontecer ao longo dos próximos anos nessa transição energética que estamos vivendo, os fluxos de exportação e importação serão cada vez maiores”, disse o diretor Comercial e de Operações da Copersucar, Pedro Paranhos.

O volume a ser negociado no primeiro ano da empresa representa cerca de 30% da produção brasileira de etanol prevista para 2021/22.

A Eco-Energy, controlada da Copersucar nos Estados Unidos, não fará parte da sociedade, mas poderá fechar negócios com a nova companhia, caso seja interessante e estratégico para ambas as partes.

Para a formação da joint venture, a Vibra irá adquirir da Copersucar ações representativas de 49,99% do capital social da nova empresa por R$ 4,99 milhões, enquanto a empresa do setor sucroalcooleiro manterá fatia de 50,01%.

Após as devidas aprovações da operação pelas autoridades competentes, as acionistas irão aportar na nova sociedade mais R$ 440 milhões para a entrada em operação da joint venture.

Atualmente, a Vibra movimenta entre 6 bilhões e 6,5 bilhões de litros de etanol, em sua atividade de distribuição. Já a Copersucar comercializa entre 4,5 bilhões e 5 bilhões de litros do biocombustível produzidos pelas usinas vinculadas à cooperativa.

As ações da empresa fecharam em baixa de 0,44% nesta segunda-feira, enquanto o Ibovespa recuou 0,78%.

OPERAÇÃO
Toda a produção das 34 usinas associadas à Copersucar será comprada pela nova comercializadora, de onde também virá o biocombustível a ser comprado pela Vibra Energia.

A joint venture, por sua vez, será livre para comprar etanol no mercado e não somente das usinas da Copersucar, bem como poderá vender etanol para outros clientes além da Vibra, incluindo outras distribuidoras, de modo a aumentar a sua capilaridade e abrangência no mercado de etanol.

“Objetivo dessa empresa é justamente transacionar majoritariamente com terceiros”, disse Paranhos.

A nova empresa, pontuaram os executivos, será uma companhia de mercado, seguindo um modelo de plataforma aberta, com uma mesa de compra e outra mesa de venda de etanol, doméstica e internacional, visando a otimização de fluxos.

O presidente da Vibra, Wilson Ferreira Jr., destacou que a joint venture terá acesso à logística de ambos os sócios, “extremamente capilarizada no Brasil”.

“Nós, como investidores da companhia, vamos ganhar exatamente pela eficiência da operação da nossa joint venture; o resultado para nós é principalmente como acionistas”, afirmou Ferreira.

O presidente da Vibra destacou que o negócio é parte das iniciativas da empresa que visam sua transformação de distribuidora de combustíveis em uma companhia de energia, com foco na transição energética.

O anúncio foi avaliado positivamente por analistas de mercado, que veem potencial para geração de sinergias logísticas e ganhos operacionais.

“Esperamos (que o negócio) gere sinergias logísticas no lado da distribuição de combustíveis, bem como melhore o abastecimento de etanol da Vibra”, afirmaram analistas do Credit Suisse, em nota a clientes.

Já especialistas do BTG Pactual também pontuaram que o anúncio está em linha com a estratégia da Vibra, e que o negócio deve reposicioná-la para a transição de energia para renováveis.

“Gostamos particularmente da decisão de aprimorar suas capacidades de compra e comercialização de etanol, algo que a Vibra tem ficado especialmente atrás de alguns de seus principais pares devido ao seu histórico como uma empresa estatal, e em um produto que esperamos ganhar ainda mais importância como parte da matriz de combustíveis do Brasil e do mundo daqui para frente”, afirmaram analistas do BTG Pactual.

“Há anos defendemos a ideia de que os distribuidores de combustível precisam ganhar mais controle e visibilidade do fornecimento de combustível como uma forma de melhorar o preço e a originação, e vemos essa etapa como uma alternativa atraente encontrada pela Vibra.”

entry Aug 31 2021, 09:20 PM
PayPal avalia ter plataforma de negociações para usuários nos EUA, diz CNBC

* por Sohini Podder | Bengaluru | Reuters
reportagem adicional Noel Randewich

(Reuters) – As ações do PayPal subiam nesta segunda-feira após uma reportagem informar que avalia formas de permitir que seus clientes dos EUA negociem ações individuais em sua plataforma.

A empresa de pagamentos nomeou o veterano da indústria de corretagem Rich Hagen, já presidente de uma unidade do PayPal chamada Invest, informou a CNBC, citando duas fontes familiarizadas com o assunto.

O PayPal não respondeu imediatamente a um pedido de comentário da Reuters.

As ações do PayPal dispararam e chegaram a 3%.

A Robinhood, cujo aplicativo de negociação de ações para smartphones sem taxas é amplamente usado por investidores de varejo, estendeu uma queda anterior e caía 4,4%.

entry Aug 30 2021, 08:55 PM
Egito compra 200 mil toneladas de açúcar bruto brasileiro

* por Nafisa Eltahir | Reuters

CAIRO (Reuters) – A compradora estatal de grãos do Egito, GASC, informou nesta domingo que havia contratado a compra de 200.000 toneladas de açúcar bruto brasileiro em nome da compradora estatal de açúcar ESIIC para chegada em outubro e novembro.

A Louis Dreyfus fornecerá 100.000 toneladas de açúcar, com a Viterra fornecendo outras 100.000 toneladas.

O Egito tem cinco meses de reservas estratégicas de açúcar, disse o ministério do abastecimento.

entry Aug 29 2021, 08:36 PM
A tecnologia blockchain nas indústrias de mineração e na gestão de cadeias de suprimentos

* por Fares Alkudmani | Portal do Bitcoin

A indústria de mineração é uma das mais antigas e tradicionais do planeta, e com ela se conservam costumes igualmente antigos e tradicionais. Um deles é a forma como são realizadas as vendas e transações internacionais. Estes acordos envolvem valores milionários, mas ainda são predominantemente dependentes de contratos, documentos de exportação e cartas de crédito impressas em papel. Contudo, esse cenário vem mudando com a ajuda da tecnologia blockchain.

Grandes empresas mineradoras começaram, em 2020, a fazer uso de plataformas de validação em blockchain para formalizar seus processos de venda e fornecimento. O recurso é disponibilizado em associação com grandes bancos internacionais, e o processamento é feito inteiramente online.

Essa nova modalidade vem se consolidando especialmente entre as exportadoras de minério de ferro, e espera-se que mais empresas sigam a tendência nos próximos anos. A seguir, analisaremos as motivações e consequências da aplicação da tecnologia blockchain no setor de indústrias de produção e de base, com atenção especial às indústrias de mineração.

O uso de blockchain na gestão de cadeias de suprimentos
A aplicação de tecnologia blockchain por indústrias de mineração se dá na gestão de cadeias de suprimentos, com o objetivo de facilitar processos.

Nos últimos anos, esse ramo do mercado tem investido muito em modernizações. A tecnologia blockchain foi rapidamente reconhecida como uma solução altamente compatível com sistemas logísticos e de fornecimento de produtos. Em 2017, ela já estava avaliada em US$ 40,9 milhões no mercado de gestão de cadeias de suprimentos. Em 2019, 24% das indústrias de produção estavam implementando (ou tinham planos de implementar) soluções em blockchain. A projeção de crescimento, conforme a Business Wire, é de US$ 253 milhões em 2020 para US$ 3 bilhões em 2026.

As principais vantagens obtidas pela aplicação logística são:

● Otimização e redução de custos operacionais;

● Aumento da confiabilidade e transparência dos registros;

● Facilitação e até automação da gestão de estoques em depósitos, com a possibilidade de registro único individual de produtos através de códigos em blockchain.

No caso do fornecimento e compra de suprimentos, o impacto da tecnologia é ainda mais crítico. Esses processos demandam um alto nível de transparência, consistência e confiabilidade, o que costuma requerer até três níveis de intervenção intermediária e elevar tanto os custos quanto a complexidade.

Plataformas blockchain permitem a criação de propostas inteligentes para o processo de vendas e frete. Essas aplicações são transparentes, digitais, confiáveis, permitem transações financeiras quase instantâneas e facilitam a gestão estratégica das relações de fornecimento.

Algumas das multinacionais que já fazem uso da tecnologia são Walmart, Carrefour, Nestlé e Dole, em parceria com a rede blockchain IBM.

O uso de blockchain nas indústrias de mineração
O setor de mineração é marcado pela tradição, o que sempre se manifestou na burocracia dos processos logísticos e de fornecimento internacionais. Mas algumas indústrias de mineração também vêm implementando soluções em blockchain motivadas pelos bons resultados alcançados pelos exemplos no setor industrial supracitados.

O processamento manual de documentos financeiros e dos processos de compra e venda de minérios traz diversas desvantagens, as maiores sendo:

● Lentidão;

● Alto risco de erro humano;

● Falta de transparência;

● Altos custos.

O setor de mineração de ferro é especialmente afetado por esses entraves, uma vez que é responsável por negociar volumes muito grandes de material através de extensas redes de stakeholders, incluindo expedição, alfândega, agentes de cargas e transportadoras.

Visando mudar essa realidade, em 2019 três das maiores mineradoras de ferro do mundo lançaram projetos em parceria com a Rede Contour, DBS Bank Ltda. e Standard Chartered Bank Malaysia Berhad, para implementação de sistemas em blockchain. No ano seguinte, elas concluíam suas primeiras transações digitais:

● Em maio de 2020, a anglo-australiana BHP completou sua primeira transação blockchain com a chinesa Baoshan Iron & Steel, no valor de US$14 milhões;

● Em junho de 2020, a australiana Rio Tinto também completou sua primeira transação blockchain com a Baoshan Iron & Steel;

● Em agosto de 2020, foi a vez da Vale, no Brasil. A operação foi para 176 mil toneladas do produto de minério BRBF, com destino à chinesa Nanjing Iron & Steel Group International Trade Co. Ltda.

Através do novo procedimento, as siderúrgicas e as mineradoras podem negociar os termos da carta de crédito diretamente pela plataforma blockchain da Rede Contour. Ela também permite a apresentação de documentos de forma digital e reduz a necessidade de e-mails, cartas e chamadas de vídeo/telefone.

A transação é facilitada graças à parceria com os bancos associados, gerando-se uma LC (Carta de Crédito) digital que pode ser expedida e descontada em tempo real.

Uma das preocupações é que seja alcançada uma interoperabilidade total entre as plataformas e parcerias em desenvolvimento, possibilitando uma adoção em larga escala das soluções em blockchain.

A iniciativa ainda representa um pequeno volume, comparada à produção anual das mineradoras. A Vale, por exemplo, tem uma produção de 315 milhões a 335 milhões de toneladas de minério prevista para 2021.

Mesmo assim, essas transações iniciais já são um marco muito importante, e devem se tornar mais frequentes nos próximos anos — assim como as transações pelo aplicativo chinês WeChat, que também já são uma realidade no setor.

entry Aug 28 2021, 08:45 PM
Coreia do Sul vai criar agência para supervisionar mercado de criptomoedas

* por Wagner Riggs | Portal do Bitcoin

A Comissão de Serviços Financeiros da Coreia do Sul (FSC) anunciou na quinta-feira (26) a criação de uma agência independente para supervisionar operações com criptomoedas. Segundo o órgão, a iniciativa faz parte de uma mudança organizacional na Unidade de Inteligência Financeira da Coreia (KoFIU) para melhorar a transparência nas transações de ativos virtuais.

De acordo com a nota da FSC, a entidade começa a funcionar em setembro e seu desenvolvimento está em consonância com a revisão da lei acerca de informações sobre transações financeiras específicas do setor de criptomoedas, que entrou em vigor em março deste ano — a Lei de Informações sobre Transações Financeiras Especiais (SFTIA). A ação foi endossada pelo Ministério do Interior e Segurança.

“A mudança legislativa relativa à mudança organizacional cria uma nova divisão e adiciona pessoal especificamente encarregado da gestão e supervisão de provedores de serviços de ativos virtuais e suas funções de AML (sigla em inglês para ‘Prevenção à Lavagem Dinheiro’). A adição de pessoal deste nível funcional vai fortalecer a capacidade do KoFIU de inspeção e análise com relação a essas transações”, diz a Comissão.

De acordo com uma publicação do Korea Times no dia do anúncio, o novo departamento se chamará ‘Crypto Asset Monitoring Bureau’ — Agência de monitoramento de Ativos — e será responsável por supervisionar licenças de exchanges e monitorar atividades suspeitas.

Regulação na Coreia do Sul
O governo da Coreia do Sul tem se voltado cada vez mais para o mercado de criptomoedas por causa do crescente nível de endividamento de jovens, comentou o Coindesk.

Dados fornecidos pela FSC ao Korea Times mostraram que os jovens são responsáveis por mais da metade da população endividada do país. Para o diretor da FSC, Koh Seung-beom, pelo menos parte dessas dívidas são oriundas de especulação de ativos digitais.

A partir de 24 de setembro, conforme o comunicado da FSC, as corretoras de criptomoedas que não forem registradas na KFIU não terão permissão para operar na Coreia do Sul. As empresas de criptomoedas também devem obter a aprovação da FSC e da Agência de Segurança e Internet do país antes da data estipulada.

Dentre as exigências do regulador estão a identificação dos usuários e a divugação sobre quais ativos podem ser listados.


entry Aug 27 2021, 08:51 PM
Unifique compra carteira de 16 mil clientes de fibra óptica em SC por R$ 40 mi

* por Estadão

A Unifique fechou a compra de carteiras com 16 mil clientes de rede de fibra óptica das provedoras Cristiano Holdefer & Cia, Vilmar da Silva Ltda e Alexandre da Cunha & Cia, em Joinville (SC). O preço total de aquisição é de R$ 40 milhões, e prevê também ativos envolvidos na transação e obrigações assumidas.

Segundo fato relevante da empresa, será feito um pagamento inicial de 50% do preço da aquisição, e 50% com pagamento em 24 parcelas iguais, mensais e consecutivas, corrigidas pelo índice do CDI.

“A companhia, que já tem presença na cidade de Joinville com cerca de 18 mil clientes, amplia sua atuação local com grande potencial de sinergia decorrente de diluição de custos fixos da operação e do aumento de receitas pelos serviços a serem ofertados à nova base de clientes e potenciais clientes da rede de fibra óptica adquirida”, aponta a Unifique.

O contrato assinado contém cláusula de obrigação de não concorrência das empresas vendedoras pelo período de cinco anos e abrange somente o Estado de Santa Catarina.

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